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O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) julgou ilegal, nesta quarta-feira (18), a greve dos professores da rede estadual de ensino.

Manifestantes do magistério de Sergipe
Sintese / Arquivo

A paralisação, deflagrada no último dia 9 de março pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese), já havia sido alvo de uma determinação de suspensão na semana passada, expedida pela juíza Adelaide Maria Martins Moura.

Mesmo com a liminar anterior, o Sintese optou por manter o movimento paredista. A categoria alega que o Governo do Estado encerrou as negociações de forma unilateral, deixando como única alternativa a greve geral.

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Na pauta de reivindicações estão a valorização profissional, a retomada da carreira do magistério e o descongelamento de gratificações.

O governo, por outro lado, apresentou uma versão diferente que acabou convencendo o Judiciário. Segundo o procurador-geral do Estado, Carlos Pinna Júnior, a gestão estadual manteve o diálogo aberto e propôs medidas concretas de valorização do magistério, incluindo melhorias salariais e estruturais.

Próximos passos

Diante do revés nos tribunais, o sindicato convocou a categoria para uma assembleia geral que será realizada nesta quinta-feira (19), às 9h, na sede do Cotinguiba. No encontro, os professores devem decidir os rumos da mobilização.

Enquanto isso, a busca por uma saída política ganha força nos bastidores. Neste momento, o presidente do Sintese, professor Roberto Silva, está reunido com o presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), o deputado Jefferson Andrade. O parlamentar, que é pré-candidato a vice-governador, atua como um possível mediador para tentar destravar o impasse entre a categoria e o Executivo.


NE Notícias, da redação