Justiça nega ação de Aracaju sobre limites com São Cristóvão

O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) julgou improcedente, por unanimidade, a ação rescisória movida pela Prefeitura de Aracaju sobre os limites territoriais com São Cristóvão.

Limites territoriais entre os municípios de São Cristóvão e Aracaju
Reprodução

A decisão, proferida na tarde de quarta-feira (11), frustra a tentativa da capital de assegurar judicialmente o reconhecimento da Zona de Expansão como seu território.

O procurador-geral de Aracaju, Hunaldo Mota, informou que o município vai recorrer da decisão. Em nota, a Procuradoria-Geral do Município afirmou que acompanha a questão de forma permanente e defendeu o direito sobre a área.

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Segundo a gestão da capital, Aracaju garante há décadas a oferta de serviços públicos essenciais, infraestrutura e urbanização na localidade.

Já a Prefeitura de São Cristóvão declarou que o processo principal segue o trâmite regular na Justiça Federal. A definição do caso aguarda a conclusão de um estudo técnico em elaboração pelo Governo de Sergipe, com cronograma de entrega previsto para abril deste ano.

Entenda o conflito

A disputa judicial abrange a região da Zona de Expansão de Aracaju, que engloba bairros como Santa Maria, Mosqueiro, Robalo, Areia Branca e Matapuã. Embora essas áreas tenham sido administradas pela capital nas últimas décadas, elas guardam vínculos territoriais históricos com São Cristóvão.

Para estabelecer a correta delimitação entre os municípios, a Justiça Federal determinou a realização de estudos técnicos e cartográficos. O trabalho analisa documentos históricos, mapas e os aspectos administrativos da formação territorial para subsidiar a redefinição oficial desses limites.


NE Notícias, da redação

WhatsApp anuncia controle parental para menores

O aplicativo de troca de mensagens WhatsApp anunciou que irá disponibilizar, nos próximos meses, uma nova funcionalidade que permitirá que pais e responsáveis gerenciem a conta dos filhos menores de 13 anos

Segundo a Meta, empresa que controla o aplicativo, pais, mães ou responsáveis poderão usar a nova funcionalidade para decidir quais contatos conseguirão mandar mensagens para a conta e de quais grupos a criança ou o adolescente poderá participar.

Além disso, os pais poderão analisar pedidos de contato de números desconhecidos e gerenciar as configurações de privacidade da conta.

“O controle parental e as configurações são controlados por um PIN dos pais no dispositivo gerenciado. Apenas pais, mães ou responsáveis podem acessar e modificar as configurações de privacidade, o que permite personalizar a experiência de acordo com as preferências da família”, disse a Meta, em comunicado.

Segundo a empresa, o conteúdo das conversas continuará privado e protegido com criptografia de ponta a ponta, de modo que nem os pais nem a própria plataforma conseguirão ter acesso.

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De acordo com o WhatsApp, as contas gerenciadas por pais, mães ou responsáveis serão lançadas aos poucos e poderão não estar disponíveis em todas as regiões. As novas contas para menores deverão ser configuradas pelos pais ou responsáveis com 18 anos ou mais. 

Será necessário ter a versão mais recente do WhatsApp para iPhone ou Android para usar a nova funcionalidade. Para configurar a nova conta, o celular do responsável e o celular do menor deverão estar lado a lado. O passo a passo da configuração pode ser visto neste link.

Segurança de crianças e adolescentes

As ameaças que acompanham o acesso de crianças e adolescentes a redes sociais, plataformas para a troca de mensagens e jogos online têm sido objeto de preocupação ao redor do mundo.

Na Austrália, uma lei proibiu o uso de redes sociais por menores de 16 anos. Medidas similares já avançaram na França e em Portugal e são discutidas em outros países europeus.

No Brasil, uma consulta pública realizada pelo governo federal recomendou métodos mais rígidos na aferição de idade de usuários em sites e aplicativos na internet.

ECA Digital

O país proibiu o uso de celulares nas escolas públicas e privadas, nos ensinos fundamental e médio. Também está em processo de implementação a Lei do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (15.211/2025).

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A nova lei entra em vigor em 18 de março e obriga as plataformas digitais a tomarem medidas razoáveis para prevenir riscos de crianças e adolescentes acessarem conteúdos ilegais ou considerados impróprios para essas faixas etárias, como exploração e abuso sexual, violência física, intimidação, assédio, promoção e comercialização de jogos de azar, práticas publicitárias predatórias e enganosas, entre outros crimes.

A lei ainda prevê regras para supervisão dos pais e responsáveis e exige mecanismos mais confiáveis para a verificação da idade dos usuários de redes sociais, o que atualmente é feito basicamente por autodeclaração.

Toffoli se declara suspeito em ação sobre CPI do Master

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), se declarou suspeito para relatar a ação para obrigar a Câmara dos Deputados a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as fraudes no Banco Master.

Ministro do STF, Dias Toffoli
Nelson Jr. / STF

Na decisão, Toffoli pediu que o caso seja redistribuído para outro membro da Corte.

Toffoli foi escolhido para ser o relator da ação nesta quarta-feira (11), pelo sistema eletrônico de distribuição de processos da Corte.

Apesar de ter deixado a relatoria do inquérito que investiga as fraudes no Master, Toffoli não havia se declarado impedido de participar de novos processos. Dessa forma, a distribuição do processo foi feita entre todos os ministros.

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No mês passado, ele deixou a relatoria do caso após a Polícia Federal (PF) informar o presidente do STF, Edson Fachin, de que menções a Toffoli em mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, que teve o aparelho apreendido durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, deflagrada no ano passado.

Toffoli é um dos sócios do resort Tayayá, localizado no Paraná. O empreendimento foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao Master e investigado pela PF.

Na decisão proferida hoje, Toffoli disse que os ministros da Corte reconheceram, durante reunião realizada no mês passado, que não há quaisquer hipótese de impedimento ou suspeição contra ele nos processos sobre as investigações que envolvem o Banco Master.

Contudo, no caso concreto, o ministro decidiu se afastar do processo que trata da abertura da CPI.

“Todavia, nos termos do disposto no art. 145, § 1º, do Código de Processo Civil, declaro minha suspeição por motivo de foro íntimo. Determino à Secretaria Judiciária que encaminhe o processo à Presidência desta Suprema Corte para a adoção das providências que julgar pertinentes”, decidiu.

CPI

O mandado de segurança para garantir a abertura da CPI foi protocolado pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). O parlamentar alega que o requerimento para a criação da comissão já foi protocolado e cumpriu os requisitos legais.

Segundo o parlamentar, há omissão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), ao deixar de instalar a CPI.

“O requerimento obteve um total de 201 assinaturas, cumprindo o requisito de mais de 1/3 (um terço) dos membros da Câmara dos Deputados, possui objeto certo e prazo definido, preenchendo, assim, todos os requisitos previstos no art. 58, § 3º, da Constituição Federal”, disse o deputado.

Defesa de Bosco Costa fala no STF

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) ouviu as manifestações das defesas de dois deputados federais do Partido Liberal (PL) e outros seis réus acusados de desvio de emendas parlamentares na Ação Penal (AP) 2670. O julgamento continuará na próxima terça-feira (17), a partir das 13h, com o voto do relator, ministro Cristiano Zanin. A sessão que estava agendada para a manhã de quarta-feira (11) foi cancelada, para que todos os votos possam ser apresentados na mesma sessão. 

A ação penal decorre das operações Ágio Final e Emendário. As defesas dos oito réus contestaram os argumentos apresentados nesta manhã pelo subprocurador-geral da República Paulo Vasconcelos Jacobina e pediram a improcedência da ação alegando nulidade das provas obtidas nas investigações e inexistência de fatos criminosos. 

Confira um resumo do que alegaram as defesas: 

Deputado Josimar Maranhãozinho  

O advogado Felipe Fernandes de Carvalho negou irregularidades na destinação de emendas parlamentares pelo deputado e pediu a improcedência da ação. Segundo ele, os recursos citados na acusação não viriam de emendas, mas de proposta apresentada pelo próprio Município de São José de Ribamar (MA) ao Ministério da Saúde, com repasse do Fundo Nacional de Saúde diretamente ao fundo municipal. 

A defesa também afirmou que o parlamentar não mantinha relação com o prefeito, José Eudes, de quem teria sido adversário político entre 2019 e 2020. Sobre a acusação de ligação com o empresário Josival Cavalcanti da Silva, conhecido como Pacovan e apontado como agiota, o advogado afirmou que não há nos autos nenhum vínculo entre os dois. 

Para sustentar a tese, a defesa apresentou documentos, entre eles relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) que não teria identificado correlação entre os parlamentares e os repasses extras ao município, além de extrato do Fundo Nacional de Saúde indicando que os valores citados na acusação estão vinculados a programas federais. 

Deputado federal Pastor Gil 

O advogado Maurício de Oliveira Campos Junior levantou questões preliminares sobre o acesso tardio a uma parte da investigação. Também mencionou laudo pericial sobre materiais apreendidos nas operações policiais. 

Segundo a defesa, houve quebra da cadeia de custódia das provas digitais, com possível manipulação de equipamentos antes da apreensão, o que comprometeria a integridade dos dados. 

No mérito, o advogado contestou a acusação de desvio de emendas parlamentares e afirmou que os recursos mencionados seriam transferências “fundo a fundo”, sem indicação de origem parlamentar. Disse ainda que o deputado, recém-eleito na época, encaminhou ofício ao Ministério da Saúde solicitando prioridade na liberação de recursos vinculados a propostas já cadastradas. 

A defesa também negou a participação de Gil em organização criminosa e afirmou que ele não mantinha relação com Pacovan, que chegou a ser investigado, mas foi excluído do processo após sua morte. 

Bosco Costa 

Preliminarmente, Leandro Raca, defensor do ex-deputado João Bosco da Costa, pediu a anulação da denúncia, pois não foi pedida autorização do STF para iniciar a investigação sobre destinação de emendas parlamentares, que necessariamente envolveria parlamentares federais. Sustentou, ainda, ilegalidade no manuseio de aparelhos celulares apreendidos pela Polícia Federal e demora indevida na liberação de elementos de prova para a defesa.  

Em relação aos fatos atribuídos a Costa pela PGR, afirmou que não foi comprovado que seu cliente teria solicitado vantagem indevida para a destinação de emendas. De acordo com a defesa, o valor comprovadamente recebido por ele do deputado Maranhãozinho (R$ 75 mil) é referente a um empréstimo e a uma transação de venda de gado. O advogado refutou, também, a acusação de que o ex-parlamentar integraria organização criminosa. Ele afirmou que os diálogos entre Bosco Costa e seus correligionários, apontados pela PGR como criminosos, fazem parte do exercício legítimo da atividade parlamentar. 

João Batista de Magalhães 

O advogado Daniel Bonfim manifestou estranheza sobre a acusação contra seu cliente. Segundo ele, a denúncia sustenta que Magalhães atuaria como lobista, atividade que, afirmou, nunca exerceu. “O que ele é, e isso ficou evidenciado nos autos, é servidor público da Câmara, no cargo de assessor parlamentar, lotado na liderança do governo e indicado pelo partido Avante”, disse. 

De acordo com a defesa, o único elemento que liga João Batista ao caso é uma mensagem enviada ao deputado Josimar Rodrigues, com uma relação de pedidos de emendas feitos por um município do Maranhão e o respectivo estágio de execução. “Isso é inerente à sua atividade profissional, e não um crime”, afirmou.  

O advogado disse ainda que não há provas de que a relação de Magalhães com apenas um dos réus seja suficiente para caracterizar sua participação em organização criminosa, uma vez que a maioria dos demais réus nem sequer o conhecia. 

Antônio José Rocha  

O advogado Nagip Lima Neto afirmou que Rocha nunca solicitou propina para intermediar o envio de emendas para São José de Ribamar. De acordo com a defesa, o único fato comprovado pela PGR em relação a ele foi a marcação de uma reunião entre o ex-prefeito do município, José Eudes, e Pacovan. De acordo com o defensor, seu cliente não tinha conhecimento da pauta e marcou a reunião apenas porque teria sido ameaçado pelo agiota. 

Adones Gomes Martins e Abraão Nunes Martins Neto 

A advogada Gabriela de Jesus Pinheiro Soares sustentou que a imputação de crimes aos dois irmãos se fundamenta apenas em presunções. De acordo com a defensora, Abraão fazia cobranças formais em nome de Pacovan, seu empregador, de dívidas de natureza comercial. Já Adones teria apenas oferecido carona ao irmão até a residência do então prefeito, José Eudes, para fazer uma dessas cobranças. Não há nos autos, segundo a advogada, elementos que comprovem que ambos tivessem conhecimento de que os valores cobrados seriam provenientes de emendas parlamentares. 

Thalles Andrade Costa 

Segundo a advogada Daniele Galvão, as provas reunidas no processo não permitem atribuir a seu cliente o crime de participação em organização criminosa. “É óbvio que ele conhece o deputado João Bosco Costa, que é seu pai. É óbvio que ele conhece o deputado Josimar Rodrigues. Mas os demais sequer o conhecem, e isso ficou demonstrado”, afirmou. 

De acordo com a defesa, o único elemento apontado contra Thalles é a identificação de duas mensagens trocadas com Josimar Rodrigues para tratar de venda de sêmen de gado, e não de emendas parlamentares. A advogada sustenta, porém, que o celular de seu cliente foi acessado de forma indevida, sem respeito às cautelas da cadeia de custódia, e que essas mensagens só foram juntadas aos autos poucos dias antes do interrogatório dos réus. 

Ela acrescentou que diversos prefeitos foram ouvidos no processo e relataram que as emendas destinadas aos municípios eram encaminhadas pelo pai de Thalles, que tratava diretamente do tema com os parlamentares. “Na narrativa do Ministério Público, Thalles apareceria como intermediário. Mas isso não se confirma nos autos”, concluiu. 

Caso de meningite meningocócica em Sergipe

Um homem, de 50 anos, está internado em unidade hospitalar estadual de Sergipe.

Ele tem meningite meningocócica.

Isso está sendo confirmado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).

O homem está internado em uma UPA.

Operação no Centro de Aracaju mira empresas de telecomunicações

Uma operação integrada realizada na manhã desta quarta-feira (11), no Centro de Aracaju fiscaliza o uso irregular de postes da rede elétrica por empresas de telecomunicações.

Operação no Centro de Aracaju mira empresas de telecomunicações
SSP/SE

A iniciativa é coordenada pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Contra Concessionárias de Serviços Públicos (DRCSP) e tem como objetivo identificar empresas que utilizam a infraestrutura de postes da distribuidora sem autorização ou sem contrato regular de compartilhamento, prática considerada irregular e sujeita à responsabilização administrativa, civil e criminal.

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Durante a operação, as equipes realizam inspeções para identificar cabos e equipamentos instalados sem autorização, além de levantar informações técnicas que subsidiarão a adoção das medidas cabíveis pelas autoridades competentes.

O compartilhamento de postes entre distribuidoras de energia e empresas prestadoras de serviços de telecomunicações é regulamentado por normas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

As regras estabelecem que a utilização da infraestrutura deve ocorrer mediante contrato formal de uso mútuo, com projeto técnico previamente aprovado e cumprimento de padrões de segurança. Instalações realizadas sem a devida autorização são consideradas ocupação clandestina da infraestrutura.

Além da irregularidade, esse tipo de prática pode comprometer a segurança da rede elétrica, afetar a continuidade do fornecimento de energia e colocar em risco a população, já que a instalação indiscriminada de cabos e equipamentos pode sobrecarregar estruturas projetadas para suportar limites técnicos específicos.

A ação reúne equipes da Polícia Civil, da Polícia Científica e conta com apoio técnico da Energisa.

Veja as imagens da operação:

Governo aciona Cade após alta de combustíveis

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, enviou um ofício ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para pedir apuração sobre aumentos recentes nos preços dos combustíveis em quatro estados e no Distrito Federal.

Bomba de combustível com a marca da Petrobras ao fundo
Fabio Rodrigues-Pozzebom ⏐ Agência Brasil

A solicitação foi feita depois que representantes de sindicatos do setor informaram publicamente que distribuidoras reajustaram os valores cobrados nos postos do Distrito Federal, na Bahia, no Rio Grande do Norte, em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul.

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Segundo essas entidades, a justificativa apresentada foi a alta do preço internacional do petróleo em meio ao conflito no Oriente Médio.

Até o momento, porém, a Petrobras não anunciou aumento nos preços praticados em suas refinarias, o que levou a Senacon a acionar o Cade para avaliar o caso.

“Diante desse cenário, a Senacon solicitou que o Cade avalie a existência de possíveis indícios de práticas que possam prejudicar a livre concorrência no mercado, e que podem indicar tentativa de influência à adoção de conduta comercial uniforme ou combinada entre concorrentes”, completa o MME.

Você já percebeu aumento nos postos de Sergipe? Conte nos comentários abaixo.


NE Notícias, da redação

Princípio de incêndio suspende expediente na Semfaz

A Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz) informa que, após uma queda de energia registrada na manhã desta quarta-feira (11), foi identificado um princípio de incêndio nas dependências do prédio da secretaria.

Princípio de incêndio na Semfaz, em Aracaju
Reprodução

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e já atua no local para controlar a situação. Equipes da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) também estão na área, realizando a organização do tráfego no entorno do prédio para garantir a segurança da população.

A ocorrência foi de pequenas proporções e está sendo controlada pelas equipes responsáveis. Como medida preventiva, o expediente desta quarta está suspenso na Secretaria Municipal da Fazenda.

Novas informações serão divulgadas pelos canais oficiais da Prefeitura de Aracaju.

Irã decide não participar da Copa do Mundo deste ano

O Irã decidiu não participar da Copa, que este ano terá os EUA como uma das sedes.

A decisão iraniana é por causa da Guerra do Oriente Médio.

Diferente do governo americano, que diz que a guerra “acabará brevemente”, o governo iraniano fala em 90 dias.

Estamos atualizando esta informação. Volte em instantes para mais detalhes.

Prefeita Emília exonera Simone Valadares e nomeia secretário

A prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, anunciou a saída de Simone Valadares do comando da Secretaria Municipal da Família e Assistência Social (Semfas) e a nomeação de Luciano Paz para a pasta.

Simone Valadares será a nova secretária de Assistência Social de Aracaju
Emília Corrêa e Simone Valadares

Na publicação, a prefeita agradeceu à agora ex-secretária e sua equipe técnica. “Quero aqui registrar o reconhecimento ao trabalho que foi desenvolvido ao longo desse período pela secretária Simone Valadares e sua equipe. Houve dedicação, esforço e entregas importantes para a população”, afirmou.

Sem citar nomes, a gestora também aproveitou para mandar um recado de teor político:

“A gestão pública exige alinhamento político e compromisso com o projeto que foi apresentado à cidade. Quando esse alinhamento deixa de existir, é meu dever, como prefeita, tomar as decisões necessárias para preservar a estabilidade da administração”, declarou.

Emília Corrêa

Segundo Emília, a escolha de Luciano Paz foi técnica e feita com responsabilidade, com o objetivo de garantir a continuidade das ações e fortalecer as políticas públicas voltadas à assistência social na capital sergipana.

Racha

A mudança ocorre em meio ao desgaste político entre a prefeita e o grupo de Rodrigo Valadares, filho de Simone, depois que Emília passou a não cravar mais apoio ao nome dele para o Senado.

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O tensionamento aumentou quando Rodrigo reagiu publicamente à decisão e, no mesmo ambiente de disputa, anunciou o vice-prefeito Ricardo Marques como pré-candidato do PL ao Governo de Sergipe.

Nos bastidores da administração municipal, a troca na Semfas consolida a leitura de rompimento entre os grupos políticos que estiveram juntos na eleição e reforça a crise entre Emília e Ricardo, já afastados desde o primeiro ano da gestão.

Perfil de Luciano Paz 

Luciano Paz Xavier é contador por formação (UNIT), com MBA em Gestão Pública pela Fundação Getúlio Vargas. Funcionário da Caixa Econômica Federal há 36 anos. Já esteve à frente da Diretoria de Previdência do Ipes, atuou como Superintendente Geral de Compras Centralizadas do Estado de Sergipe, foi Secretário Municipal de Planejamento e Orçamento, Secretário Municipal da Fazenda, Secretário Municipal da Saúde, da Prefeitura Municipal de Aracaju e foi secretário interino da Secretaria Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Semdef), além de estar na presidência do AjuPrev.

Secretário municipal de Aracaju, Luciano Paz
Karla Tavares|PMA

O conteúdo desta matéria foi atualizado para garantir maior fidelidade e precisão em relação aos fatos apresentados.


NE Notícias, da redação