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O presidente do STF, ministro Edson Fachin, marcou para a próxima quinta-feira (26), no plenário da Corte, o julgamento da Prorrogação da CPMI do INSS.

CPMI decide enviar ao Supremo pedido de prisão de acusados de fraudes no INSS
Na mesa, o relator da CPMI, Alfredo Gaspar, o presidente da comissão, senador Carlos Viana, e o advogado Eli Cohen – Foto: Waldemir Barreto|Agência Senado

Se a prorrogação for derrubada, o ex-deputado e pré-candidato ao Senado, André Moura, pode não ter que prestar depoimento, embora tenha sido convocado para tal.

Segundo o deputado federal Rogério Correia (PT-MG), um dos autores do requerimento para convocar Moura, o ex-parlamentar vem sendo “apontado como um dos possíveis articuladores do esquema de fraude no INSS, sobretudo no estado de Sergipe”.

Em outubro de 2025, André foi citado durante a sessão da CPMI como “dono do INSS”.

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O prazo final para o encerramento dos trabalhos na comissão está previsto para sábado (28).

Nesta segunda-feira (23), o ministro André Mendonça determinou que o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), que é contra a prorrogação, realize a leitura do requerimento que pede a extensão dos trabalhos do colegiado.

A pauta definida por Fachin pode definir o futuro das investigações sobre a roubalheira em empréstimos consignados de aposentados e pensionistas do INSS.

Este espaço permanece aberto para manifestações das partes interessadas sobre o assunto.


NE Notícias, da redação