Gilmar Carvalho

A gestão de Carlos Pinna Junior na Procuradoria-Geral do Estado de Sergipe enfrenta sinais de desgaste interno. Segundo apuração, o atual procurador-geral tem perdido a capacidade de condução da instituição, em meio a um ambiente de crescente insatisfação.

Fachada da Procuradoria-Geral do Estado de Sergipe
Igor|ASN

De acordo com uma fonte ouvida, mais de 50 procuradores se retiraram recentemente de um grupo de WhatsApp criado pela própria gestão com o objetivo de fomentar o diálogo com a categoria.

O movimento é interpretado como um gesto coletivo de descontentamento e evidencia a dificuldade de interlocução entre a administração e os membros da carreira, ao ponto de se deliberar a entrega imediata de cargos de chefias pelos atuais ocupantes como demonstração da insatisfação.

1. Esvaziamento da atuação dos Procuradores de base, através da condução do PGE em avocação de processos e em sede de Conselho Superior, alterando entendimento para pedidos controversos (pensão dos ex-governadores);

2. Não comprometimento na interlocução da classe com o Governador;

3. Atuação no cargo para fins pessoais, como a disputa do quinto constitucional;

4. Omissão e não compromisso nas demandas da carreira, com risco de prejuízo ao próprio governo.


Este espaço permanece aberto para manifestações das partes interessadas sobre o assunto.