Aracaju convoca aprovados do Magistério

A Prefeitura de Aracaju anunciou nesta terça-feira, 2, que serão convocados mais 101 aprovados no concurso do magistério. O edital de convocação será publicado no dia 16 de dezembro.

Mesas e cadeiras na sala de aula de uma escola
Pixabay

Com esse chamamento, são 301 professores convocados desde julho, de um total de 425 aprovados. O número corresponde a quase 70% da ocupação das vagas previstas pelo concurso.

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“Cada nome nessa lista representa um sonho que pode mudar destinos”, disse a prefeita Emília Corrêa, durante a cerimônia.

Ao todo, serão chamados 89 pedagogos e 12 professores por áreas: 01 para lecionar Ciências; 06 para Educação Física; 02 para História; 01 para Língua Inglesa; e 02 para Ensino Religioso.

Esses professores efetivos assumirão as suas funções no início do ano letivo de 2026, previsto para o final de janeiro.

Com 425 aprovados para as vagas e cadastro de reserva, o concurso do magistério foi homologado em maio deste ano. Dos 200 convocados até agora, 189 já estão lotados nas unidades de ensino da rede.

Com o chamamento do dia 16 de dezembro, ficará faltando apenas a convocação de 135 aprovados em Pedagogia.


NE Notícias, com informações da PMA

EMENDAS: Ministro do STF pede explicações ao Legislativo e ao Executivo

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu cinco dias para que a Câmara dos Deputados, o Senado e o governo federal expliquem as irregularidades investigadas no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). ebcebc

Na última semana o ministro autorizou uma operação da Polícia Federal (PF) para apurar o desvio que podem chegar até R$ 22 milhões em obras de pavimentação viária executadas pelo Dnocs, órgão federal ligado ao Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional. O dinheiro é oriundo de emendas parlamentares. 

A investigação surgiu a partir de relatórios da Controladoria-Geral da União (CGU) que fiscalizaram contratos firmados pelo Dnocs entre os anos de 2021 e 2023. O órgão constatou diversas irregularidades, incluindo a apresentação de fotos de outros locais para comprovar a realização de obras nunca realizadas. 

A CGU destacou que as contratações do Dnocs tiveram como critério apenas a existência de orçamento disponibilizado por emendas parlamentares, sem levar em consideração a real necessidade do gasto. No período, órgão fechou R$ 1,8 bilhão em contratos, dos quais cerca de 60% foram para obras de pavimentação viária (R$ 748 milhões) e aquisição de máquinas e equipamentos (R$ 355 milhões). 

“Tal cenário parece indicar o desvirtuamento da atuação do Dnocs, com grave comprometimento da legalidade, da eficiência e da integridade do gasto público, especialmente no que toca aos recursos provenientes de emendas”, afirmou Dino na decisão desta terça-feira (2). 

O ministro escreveu ainda que, “a despeito da relevância institucional da autarquia no combate à insegurança hídrica, é inadmissível que sua atuação tenha exposto ou venha a expor o patrimônio público a perdas expressivas e continuadas”.

Dino determinou que a Advocacia-Geral da União (AGU) e as advocacias da Câmara e do Senado se manifestem em cinco dias sobre a situação. A decisão foi proferida na ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) que fiscaliza a constitucionalidade da aplicação de emendas parlamentares.

 O PSOL, partido autor da ação, tem o mesmo prazo para também se manifestar sobre os desvios no Dnocs. 

Estudo: Custos da Aposta Online e Jogos de Azar

Jogos de azar e apostas online, popularizadas pelas chamadas bets, provocam perdas econômicas e sociais ao país estimadas em R$ 38,8 bilhões anualmente. Esse valor é o somatório de danos à sociedade, como suicídios, desemprego, gastos com saúde e afastamento do trabalho.ebcebc

O cálculo é do estudo inédito A saúde dos brasileiros em jogo, divulgado nesta terça-feira (2), que analisa efeitos da expansão das apostas online no Brasil.

Acesse aqui para ver a íntegra da pesquisa.

Para ter uma noção do tamanho da perda, o valor de R$ 38,8 bilhões projetado pela pesquisa representaria expansão de 26% no orçamento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida do ano passado, ou 23% a mais no Bolsa Família de 2024.

O estudo é uma parceria de organizações sem fins lucrativos dedicadas à saúde pública: o Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (Ieps) e a Umane, e da Frente Parlamentar Mista para Promoção da Saúde Mental (FPSM), que reúne quase 200 parlamentares no Congresso Nacional. 

Perdas

Os pesquisadores citam que o Brasil teve 17,7 milhões de apostadores em apenas seis meses. Eles também se baseiam em levantamento da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para estimar em cerca de 12,8 milhões o número de pessoas em situação de risco com relação a apostas.

Os autores se inspiraram em estudo britânico sobre efeito dos jogos para projetar o tamanho nas perdas diretas e indiretas para o Brasil e chegaram aos seguintes números:

– R$ 17 bilhões por mortes adicionais por suicídio

– R$ 10,4 bilhões por perda de qualidade de vida com depressão

– R$ 3 bilhões em tratamentos médicos para depressão

– R$ 2,1 bilhões com seguro-desemprego

– R$ 4,7 bilhões encarceramento por atividade criminal

– R$ 1,3 bilhão diz respeito à perda de moradia

Desse total, 78,8% (R$ 30,6 bilhões) estão associados a custos ligados à saúde.

“Estudos internacionais recentes demonstram a associação entre o transtorno do jogo e o agravamento de quadros de ansiedade, depressão e risco de suicídio”, assinala o documento, que utilizou estimativas de valor monetário para medir as perdas de qualidade e duração de vida.

Os pesquisadores afirmam que o crescimento acelerado do setor de apostas online, favorecido pela tecnologia, falta de regulação, ampla exposição midiática e pela ausência de políticas públicas estruturadas, “já apresenta impactos significativos sobre o endividamento das famílias, o aumento dos casos de transtorno do jogo e o agravamento de quadros de sofrimento mental”.

Retorno insuficiente

De acordo com o Banco Central (BC), os brasileiros destinaram cerca de R$ 240 bilhões às bets em 2024 e os beneficiários do Bolsa Família gastaram R$ 3 bilhões em bets, por meio de  Pix, em agosto de 2024. 

As bets foram legalizadas no Brasil em 2018, regulamentadas apenas em 2023 e só passaram a pagar volume maior de impostos a partir de 2025. Até setembro deste ano, a arrecadação com a atividade chegou a R$ 6,8 bilhões, diz o relatório. No mês seguinte, o acumulado passou para perto de R$ 8 bilhões.

“O contraste entre a arrecadação – ainda que consideremos a projeção anual de R$ 12 bilhões – e o custo anual estimado de R$ 38,8 bilhões revela uma conta que não fecha do ponto de vista do interesse público”, ressalta o texto.

Atualmente as bets são tributadas em 12% sobre a receita bruta. No Senado tramita o Projeto de Lei 5473/2025, que propõe até duplicar a alíquota para 24%. Além disso, os apostadores pagam 15% de Imposto de Renda sobre o prêmio recebido.

Os autores do estudo criticam que, de todo o valor arrecadado com as bets, apenas 1% é direcionado aos cofres do Ministério da Saúde. Até agosto, o montante efetivamente repassado somava R$ 33 milhões.

Eles lembram que essa receita não tem vinculação orçamentária específica com o financiamento de ações no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), ambiente do Sistema Único de Saúde (SUS) que oferece cuidado em saúde mental.

Redução de danos

A diretora de Relações Institucionais do Ieps, Rebeca Freitas, acredita que sem uma regulação firme, fiscalização rigorosa e responsabilidade das operadoras, aumentam os riscos de endividamento, adoecimento e impactos sobre a saúde mental, especialmente entre grupos mais vulneráveis.

Ela constata que as bets já fazem parte da vida de milhões de brasileiros, por isso a questão central sobre o tema deve ser em torno de garantir proteção à população.

No entanto, completa a diretora, o cenário atual mostra o oposto.

“A prática está sendo incentivada por um lobby comercial poderoso, ainda que às custas da saúde do povo brasileiro”, disse à Agência Brasil.

CPI das Bets

Os danos causados pelas bets chegaram a ser tema de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado. A CPI investigou o impacto das apostas online no orçamento das famílias, supostas ligações com crime organizado e atuação de influenciadores que divulgam essas apostas.

No entanto, os parlamentares rejeitaram o relatório final, que pedia o indiciamento de 16 pessoas. Foi a primeira vez, nos últimos dez anos, que uma CPI do Senado teve o relatório rejeitado.

Sem impacto positivo

No campo econômico, o estudo considera que a atividade das bets é “irrisória” em termos de geração de empregos e renda para o trabalhador. Com base em dados oficiais do Ministério do Trabalho, o levantamento aponta que o setor representava 1.144 empregos formais.

Em termos de renda, os pesquisadores estimam que, de cada R$ 291 de receita obtida pelas empresas, apenas R$ 1 se transforma em salário formal.

“Enquanto cada trabalhador formal no setor gera cerca de R$ 3 milhões mensais em receitas para as empresas, ele próprio recebe uma fração mínima (0,34%) desse valor”, citam.

A pesquisa alerta também para a alta informalidade: 84% dos trabalhadores do setor não contribuíram para a previdência em 2024, enquanto a média da economia brasileira era de 36%, segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Modelo britânico

O dossiê A saúde dos brasileiros em jogo apresenta medidas existentes no Reino Unido voltadas à prevenção, ao tratamento e à regulação do setor de apostas:

– Autoexclusão: permite ao usuário bloquear o próprio acesso a todos os sites licenciados no Reino Unido por até cinco anos.

– Restrição à publicidade: permitida, mas altamente regulada. Anúncios não podem sugerir que o jogo é uma solução para problemas financeiros, ser direcionados a menores de idade ou usar influenciadores ou celebridades que tenham apelo junto ao público jovem.

– Destinação da arrecadação para o tratamento de saúde das pessoas afetadas: vale para 50% do que as bets pagam de imposto.

Sugestões para o Brasil

A diretora de Relações Institucionais do Ieps, Rebeca Freitas, assinala que “uma vez que a proibição ainda não está em pauta”, o instituto sugere cinco caminhos para mitigar os danos das apostas no Brasil:

– Aumentar a parcela da taxação das apostas online destinada à saúde;

– Formar profissionais de saúde no tema para realizar o acolhimento no SUS;

– Proibir propagandas e realizar campanhas nacionais de conscientização;

– Restringir o acesso, principalmente de pessoas com perfil de risco e/ou menores de idade;

– Implementar regras duras para as empresas de apostas, que visem retorno financeiro ao país, inibam a corrupção e possibilitem políticas públicas de monitoramento.

“Se o Estado entende que a legalização é um caminho sem volta, ele precisa mitigar os danos causados pelas empresas de apostas e assegurar mecanismos sólidos de redução de danos”, afirma Rebeca.

Bets contra aumento de imposto

O Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), entidade fundada em 2023, representa cerca de 75% do mercado brasileiro e reúne as principais empresas de apostas do país.

No perfil de LinkedIn da instituição, há a reprodução de um conteúdo em que a entidade se manifesta contrária ao aumento de tributação. Para o IBJR, “isso pode acabar fortalecendo o mercado clandestino”.

“A oferta legal limitada, impulsionada pela tributação excessiva, fragiliza o setor. Esse desequilíbrio aumenta o risco de operadores licenciados migrarem para o ambiente ilegal, comprometendo tanto a competitividade do mercado regulado, quanto a arrecadação governamental prevista”, registra.

De acordo com o IBJR, mais de 51% das apostas no âmbito virtual no Brasil operam na clandestinidade.

Emília começa ganhando de Candisse na Justiça

A Justiça de Sergipe determinou que a jornalista Candisse Matos remova imediatamente vídeos e publicações no Instagram que atribuíram crimes à prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, sem apresentar qualquer prova.

Prefeita Emília Corrêa
Emília Corrêa durante a transmissão do “Café com Emília”

A decisão do magistrado reconhece que as postagens ultrapassaram os limites da crítica política e configuraram acusações falsas, com potencial de causar danos graves à honra da gestora.

Na decisão do juiz José Adailton Santos Alves, “a liberdade de expressão é essencial para a democracia, porém não ampara mentiras divulgadas como fatos e também não autoriza ataques pessoais ou imputações criminais sem base real”.

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O juiz José Adailton ressaltou que críticas políticas, mesmo duras ou contundentes, são legítimas. O que a lei veda é transformar opinião em acusação criminosa inexistente para atingir a reputação de alguém.

Durante o processo, a prefeita Emília comprovou que os vídeos publicados pela ré continham imputações de “peculato”, “corrupção”, “fraude” e outros crimes, sem qualquer respaldo em investigação, denúncia ou documento oficial.

Para o magistrado, esse tipo de conteúdo não contribui para o debate público e se caracteriza como desinformação usada para destruir reputações, o que faz com que perca a proteção constitucional.

A decisão também destaca que, nas redes sociais, conteúdos dessa natureza se espalham rapidamente, ampliando o dano à imagem de forma quase irreversível. Diante disso, o Judiciário afirma ter o dever de agir com urgência para evitar a continuidade da lesão.

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Além de determinar a remoção das publicações, a Justiça proibiu a ré de divulgar novos conteúdos que atribuam crimes à prefeita sem provas ou que tenham caráter ofensivo pessoal. O descumprimento gera multa diária de R$ 10 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil.

O magistrado reforçou que a medida não configura censura. Segundo ele, a crítica política segue totalmente permitida, inclusive quando adotada em tom ácido ou contundente, desde que baseada em fatos e dentro da legalidade. O que a Constituição não protege é a calúnia, a difamação e a destruição da honra.

A Justiça reafirma que a liberdade de expressão é um direito fundamental, mas não pode ser utilizada como instrumento para disseminar falsidades ou atacar reputações de forma irresponsável.


Por Cleiton Bianucci

Empresários acusados de fraude fiscal

Uma megaoperação deflagrada nesta terça-feira (2) pelo Ministério Público de Minas Gerais, em conjunto com a Receita Federal e polícias estaduais, revelou um esquema estruturado de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica envolvendo atacadistas, redes de supermercados e empresas do setor varejista.

Marcos Valério
Marcos Valério, operador do mensalão, em 2022 – Polícia Federal|Arquivo

A Operação Ambiente 186 aponta um prejuízo superior a R$ 215 milhões em ICMS não recolhido ao estado.

Entre os alvos da ação está o publicitário Marcos Valério, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como operador do Mensalão e que atualmente cumpre pena em regime domiciliar na Grande Belo Horizonte. De acordo com as investigações, ele é apontado como um dos articuladores do grupo criminoso.

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Outro nome de peso envolvido é a rede de supermercados Coelho Diniz, que detém cerca de 25% das ações do Grupo Pão de Açúcar. A operação teve como alvo mais de 30 empresas suspeitas de integrar o esquema fraudulento.

Como funcionava o esquema

Segundo o Ministério Público, o grupo criava empresas de fachada para simular operações interestaduais e suprimir o pagamento de ICMS próprio e o imposto devido por substituição tributária. A estratégia reduzia artificialmente o custo das mercadorias, ampliando os ganhos ilícitos e distorcendo a concorrência, prejudicando empresas que operam legalmente.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas sedes das empresas e nas residências de empresários e funcionários envolvidos. Durante as buscas, foram apreendidos celulares, aparelhos eletrônicos, documentos e veículos de luxo utilizados pela organização para lavagem de dinheiro.

Além disso, o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Minas Gerais (CIRA-MG) obteve a indisponibilidade de bens dos investigados no valor de R$ 476 milhões.

G1

NE Notícias, com informações do MPMG

Mandado de prisão em Aracaju

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio operacional do Núcleo de Drones, cumpriu nesta terça-feira (2) um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por coautoria no latrocínio que vitimou um jovem de 18 anos.

Sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em Aracaju
Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)

O fato aconteceu em 3 de dezembro de 2022, no Povoado Areia Branca, na Zona de Expansão desta capital.

De acordo com as investigações, a vítima estava pedalando pela estrada de terra do povoado quando foi abordada por quatro homens armados. Após roubarem seus pertences, eles atiraram contra o jovem. A vítima, caída no chão e sem condições de se defender, sofreu os primeiros tiros, tentou se levantar e fugir, mas foi atingida por mais disparos, vindo a falecer no local do crime.

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Filmagens de câmeras de segurança registraram a execução do ato criminoso, bem como o movimento suspeito de pessoas nas proximidades. A análise dessas imagens permitiu o progresso das investigações, levando à identificação do suspeito, que foi preso nesta terça-feira

A partir das imagens e dos depoimentos coletados, ficou evidente que os autores do crime aguardavam em fila, sugerindo que estavam cientes de que a vítima passaria pela estrada de terra carregando dinheiro, o que facilitou a abordagem.

A apuração policial identificou ainda que os disparos começaram somente após o roubo dos pertences da vítima. O primeiro tiro, aparentemente disparado para o chão, aconteceu após a ação criminosa do roubo.

Foram apuradas possíveis motivações para o crime como desdobramentos de ameaças feitas ao jovem relacionadas a uma transação de motocicleta.

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Durante seu depoimento, o investigado reconheceu que negociou uma moto com a vítima, mas negou ter feito quaisquer ameaças ou cobranças, além de refutar sua participação no homicídio.

Na análise do celular do suspeito, apreendido em sua primeira prisão temporária, foram encontradas imagens de armas, como pistolas, e mensagens sobre comércio de armamentos e munições.

O investigado disse ainda que, após a decretação de sua prisão preventiva, ele se refugiou no interior do Estado, onde morou de aluguel nos municípios de Siriri e Rosário do Catete, retornando ao Povoado Areia Branca há aproximadamente quatro meses.

Corpo de vigilante morto em shopping será enterrado em Siriri

O corpo do vigilante sergipano Dhemis Augusto Santos, de 35 anos, será sepultado nesta terça-feira (2) na cidade de Siriri, no interior de Sergipe. A previsão é de que o corpo chegue ao município no início da tarde.

Corpo de vigilante morto em shopping será enterrado em Sergipe
Dhemis Augusto Santos|Arquivo pessoal

Dhemis foi assassinado no último sábado (29), no estacionamento de um shopping, em Palmas (TO).

O crime aconteceu após uma discussão banal. Ele teria orientado Waldecir José de Lima Júnior, motorista de uma Range Rover Evoque, a retirar o carro de luxo de um local proibido. Inconformado com a abordagem, o suspeito sacou uma arma e atirou contra o trabalhador, atingindo-o na região abdominal. O vigilante chegou a ser socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu.

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Natural de Sergipe, Dhemis havia morado em Seabra (BA) antes de se mudar para o Tocantins em busca de melhores oportunidades de trabalho.

Justiça decreta prisão

A Justiça do Tocantins já decretou a prisão preventiva de Waldecir, que segue foragido e é considerado pela polícia como “altamente perigoso”. As autoridades pedem a colaboração da população para localizá-lo.

Informações que possam levar ao paradeiro do suspeito podem ser repassadas de forma anônima para o WhatsApp da 1ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), pelo número (63) 8131-8454, ou através do disque-denúncia 197 da Polícia Civil. O sigilo é absoluto.


NE Notícias, da redação

PF faz operação contra ataques cibernéticos a deputados federais

A Polícia Federal (PF) está nas ruas com a Operação Intolerans, que investiga ataques cibernéticos contra parlamentares federais que foram favoráveis ao projeto de lei que iguala aborto a homicídio. As buscas são feitas em São Paulo e Curitiba.

PF faz operação contra ataques cibernéticos a deputados federais
Polícia Federal|Divulgação

Não há informações a respeito dos deputados que foram afetados pelos ataques hackers.

Segundo as investigações da PF, vários sites de deputados federais foram alvos de ataques cibernéticos.

A ação da PF busca identificar e responsabilizar os envolvidos na ação criminosa contra parlamentares. A operação conta com o apoio de entidades estrangeiras.

CNN Brasil

Dono de carro de luxo que matou vigia de Aracaju tem prisão decretada

A Justiça do Tocantins decretou a prisão preventiva de Waldecir José de Lima Júnior, de 40 anos, apontado como o autor do disparo que matou o vigilante sergipano Dhemis Augusto Santos.

Dono de carro de luxo que matou vigia de Aracaju tem prisão decretada
Reprodução

O crime, ocorrido no último sábado (29) em um shopping de Palmas, chocou a população pela futilidade da motivação: discussão após o suspeito estacionar seu carro de luxo, uma Range Rover Evoque, em local proibido.

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Waldecir, que possui registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), já tem histórico criminal. Em 2013, ele foi condenado por porte ilegal de arma de fogo. Agora, ele é considerado foragido da Justiça.

O advogado de defesa, Zenil Drumond, afirmou em entrevista à TV Anhanguera que seu cliente pretende se entregar, mas alegou questões de segurança para adiar a apresentação.

“Neste momento ele não se sente seguro para se apresentar devido à grande repercussão, ao grande clamor social e que no momento adequado ele será apresentado”, declarou a defesa.

A tragédia interrompeu a trajetória de Dhemis, de 35 anos, que era natural de Aracaju e havia morado em Seabra (BA) antes de se mudar para o Tocantins em busca de trabalho. O vigilante foi atingido no abdômen enquanto trabalhava, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Veja fala do delegado sobre o caso:

Reprodução

NE Notícias, da redação

Vigilante sergipano morre baleado por dono de carro de luxo

O vigilante Dhemis Augusto Santos, de 35 anos, foi assassinado no último sábado (29), no estacionamento de um shopping localizado na quadra 203 Sul, em Palmas (TO). O suspeito do crime é Waldecir José de Lima Júnior, motorista de uma Range Rover Evoque, que está foragido.

Vigilante sergipano é morto a tiros por dono de carro de luxo
Reprodução

De acordo com a Polícia Militar, o crime aconteceu após uma discussão banal. Dhemis teria orientado Waldecir a retirar o veículo de luxo de um local onde o estacionamento é proibido. Inconformado com a abordagem, o motorista sacou uma arma e atirou contra o vigilante, atingindo-o na região abdominal [vídeo mais abaixo]. A vítima chegou a ser socorrida e levada ao hospital, mas não resistiu.

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Natural de Sergipe, Dhemis estava morando em Seabra (BA) antes de se mudar para o Tocantins em busca de trabalho. Edmilson dos Santos, chefe da empresa onde o vigilante trabalhava, lamentou profundamente a perda em entrevista à TV Anhanguera:

“Nós estamos muito chocados. Essa barbaridade que aconteceu com o nosso amigo Dhemis. Esse crime não pode ficar impune. A vida foi ceifada de maneira brutal. Nesse local [na empresa], ele fez muita amizade, era companheiro. Uma pessoa de bem, estava muito feliz”, desabafou.

SBT News

Suspeito foragido e perigoso

A Polícia Civil do Tocantins informou que Waldecir é considerado foragido, está armado e é classificado como “altamente perigoso”. Ainda na noite do crime, as forças de segurança localizaram o veículo utilizado na fuga em uma ação conjunta entre as polícias Civil e Militar. O carro já passou por perícia.

Segundo reportagem do G1 Tocantins, o investigado possui registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) e já havia sido condenado em 2013 por porte ilegal de arma.

Informações que possam levar ao paradeiro dele podem ser repassadas de forma anônima para o WhatsApp da 1ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), pelo número (63) 8131-8454, ou através do disque-denúncia 197 da Polícia Civil. O sigilo é absoluto.


NE Notícias, da redação