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Diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês, o médico cirurgião Paulo Chapchap, 65 anos, defende o uso obrigatório das máscaras para tentar evitar o novo coronavírus:

mascara coronavirus idoso
Valter Sobrinho / SES

Algumas cidades instituíram, mas estou estranhando que não seja ainda uma política nacional. Tem que ser obrigatório. É para proteger nossa vida, como cinto de segurança. Não vai ser para sempre. Todas as pandemias acabaram.

Essa coisa de ir para shopping desprotegido não pode. A proteção é a máscara, tem que levar álcool gel. Não pode dar abraço e beijo.

Segundo ele, o comércio não pode ser totalmente reaberto:

A última coisa que eu abriria são os bares e restaurantes, pois, para comer, tem que tirar a máscara. Ainda não vencemos a pandemia. A crise é longa e a gente tem que se conformar com isso. Acho que vai haver abertura progressiva, racional, baseada em dados. Mas tem que começar pelas populações menos vulneráveis. Aí, espera duas ou três semanas para ver se pode avançar mais uma etapa.

Paulo Chapchap, Diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês