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O suplente de deputado federal Bosco Costa (PL-SE) será julgado nesta terça-feira (10), às 9h, pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). O relator é o ministro Cristiano Zanin.

Suplente de deputado Bosco Costa
Arquivo / Assessoria

Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), Bosco e outros dois deputados do PL são acusados de exigir R$ 1,6 milhão do então prefeito de São José do Ribamar (MA) para liberar uma emenda parlamentar de quase R$ 7 milhões, entre janeiro e agosto de 2020.

O grupo teria contado com a atuação de um agiota conhecido como Pacovan, assassinado a tiros em julho de 2024.

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A PGR afirma ainda que a esposa e o filho de Bosco receberam repasses de um dos envolvidos.

As investigações da Polícia Federal apontaram que o esquema se repetiu por cerca de cinco anos em diversos municípios, com prefeitos sendo inclusive ameaçados de morte caso resistissem às cobranças.

Defesa do parlamentar

Em depoimento prestado em agosto de 2025, Bosco Costa negou envolvimento no esquema. Ele disse que todas as emendas de seu mandato foram destinadas a municípios de Sergipe e afirmou não conhecer Pacovan, apontado como intermediário das negociações.