O ex-prefeito de Itabaiana e pré-candidato ao governo de Sergipe, Valmir de Francisquinho, voltou a criticar o modelo de gestão da saúde pública por meio de organizações sociais (OSs), entidades privadas sem fins lucrativos que assumem a administração de serviços públicos mediante contrato com o poder público.

Em entrevista, o pré-candidato afirmou ser contrário ao uso das OSs e defendeu que o sistema precisa de maior debate com trabalhadores e categorias da área da saúde.
Críticas atingem também Aracaju
As declarações têm como alvo direto o modelo adotado pelo governador Fábio Mitidieri, mas acabam alcançando também a Prefeitura de Aracaju, administrada por Emília Corrêa, aliada política de Valmir.
A gestão da capital sergipana utiliza o mesmo modelo de organizações sociais na administração de unidades de saúde, incluindo hospitais, UPAs e maternidades.
O modelo de gestão por OSs é adotado em diversos estados e municípios do país e segue em expansão no setor da saúde.
Pendências da gestão em Itabaiana
As demandas da área da saúde em Itabaiana já estavam em discussão durante a gestão de Valmir à frente da prefeitura, antes de sua renúncia ao cargo para se dedicar à pré-campanha.
As reivindicações de servidores, especialmente relacionadas à valorização profissional e a pendências trabalhistas, já vinham sendo cobradas ao então gestor e não foram totalmente solucionadas durante sua administração.
Veja fala de Valmir:

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