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Cerca de 1.400 trabalhadores técnico-administrativos em educação da Universidade Federal de Sergipe (UFS) deflagraram uma greve por tempo indeterminado nesta quarta-feira (18).

Campus da Universidade Federal de Sergipe
Adilson Andrade/UFS

O movimento, de caráter nacional, tem como principal objetivo pressionar o governo federal a cumprir integralmente o acordo firmado durante a paralisação de 2024.

Além de demandas locais, a categoria reivindica o reposicionamento de aposentadas e aposentados, a garantia da jornada de 30 horas semanais, e a regulamentação tanto do regime de plantão 12×60 quanto do Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC).

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O Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em Educação da UFS (Sintufs) assegurou que os serviços essenciais continuam em funcionamento, respeitando o contingente mínimo de 30% exigido por lei.

Aulas mantidas

Apesar da paralisação, a UFS informou que o início do novo período letivo, previsto para a próxima segunda-feira (23), está de pé.

De acordo com a universidade, situações pontuais — como demandas específicas relacionadas a atividades de laboratório — serão avaliadas individualmente pelas unidades acadêmicas competentes.

A instituição ressaltou ainda que segue acompanhando o movimento sindical para adotar eventuais medidas que priorizem o funcionamento das atividades acadêmicas.


NE Notícias, da redação