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A aliança partidária entre União Brasil e Progressistas (PP) corre risco de dissolução antes mesmo de receber o aval do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

União aprova federação com o PP
Ciro Nogueira e Antonio Rueda|Divulgação

O deputado federal Mendonça Filho enviou ofício ao presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, exigindo o cancelamento da federação. O estopim são os conflitos regionais que ameaçam a organização das siglas e a formação de chapas para as eleições deste ano.

No documento, o parlamentar cobrou que a Executiva Nacional avalie o rompimento com urgência.

“A federação sequer foi referendada pelo TSE e já agoniza em meio a entraves regionais, conflitos e indefinições em vários estados”, afirmou Mendonça Filho.

Caso a “União Progressista” seja mantida, a federação terá acesso a um montante de R$ 953,6 milhões em recursos públicos para financiar campanhas.

Impasse em Sergipe

Um dos principais cenários de conflito que fundamentam a crise acontece em Sergipe. O comando estadual da federação virou alvo de disputa direta entre o ex-deputado André Moura (UB) e o senador Laércio Oliveira (PP).

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O embate local esbarra também em divergências sobre o cenário nacional. Candidato ao Senado, André Moura integra a chapa do governador Fábio Mitidieri (PSD). Mitidieri, no entanto, já declarou publicamente que seu candidato à presidência é Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A posição contraria a diretriz nacional do União Brasil, que já antecipou que não apoiará a reeleição do petista.

O futuro da federação depende agora do parecer da Executiva Nacional do União Brasil.


NE Notícias, da redação