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Thais Santos, de 31 anos, teve uma noite de pesadelo durante o Pré-Caju, um momento que deveria ser de diversão com suas amigas. Ela foi abordada por homens à paisana, um dos quais se identificou como policial civil.

Reprodução

A primeira abordagem ocorreu devido a um erro de reconhecimento facial que a confundiu com uma suspeita de crime, mas logo foi constatada sua inocência, e ela foi liberada. No entanto, Thais foi novamente abordada em outro local do evento, desta vez por Policiais Militares.

Nas palavras de Thais:

“Fui humilhada publicamente, maltratada e levada como uma meliante para o carro da polícia, sem que ao menos pudesse me defender ou me explicar”.

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O incidente a deixou tão nervosa que ela acabou urinando nas calças. Ela foi levada para uma sala com vários policiais, onde mais uma vez foi confirmado que não havia nada de errado.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) emitiu uma nota em resposta ao acontecido, alegando que a tecnologia de reconhecimento facial não é 100% precisa. Além disso, a SSP declarou:

“Caso a denunciante tenha percebido excessos, as Corregedorias estão à disposição para apurar qualquer denúncia”.

Assista ao desabafo de Thais: