A Polícia Civil de Sergipe recuperou, nesta terça-feira (7), um celular roubado durante o Forró Caju e apreendeu outros aparelhos com indícios de origem ilícita.

A ação também levou à condução de dois homens pelo crime de receptação e expôs um possível esquema de comercialização de celulares furtados e roubados.
A investigação começou depois que a vítima identificou, em um grupo de vendas no WhatsApp, um anúncio com características compatíveis às do aparelho que havia sido roubado durante o evento.
Com base nessas informações, os policiais civis verificaram os dados identificadores do equipamento e confirmaram que se tratava do celular pertencente à vítima.
Rastreamento e apreensões
A partir da confirmação, a equipe da 2ª Delegacia Metropolitana utilizou técnicas de investigação para rastrear a localização dos envolvidos. Durante as diligências, os policiais identificaram os suspeitos, localizaram o aparelho e constataram que ele já havia sido repassado a um terceiro.
Outros aparelhos foram apreendidos por apresentarem indícios de origem ilícita. Os equipamentos passarão por perícia e análise dos dados identificadores para que seus legítimos proprietários sejam localizados e os bens restituídos, conforme os procedimentos legais.
Diante dos elementos reunidos durante a investigação, os dois suspeitos foram conduzidos à delegacia, onde foram adotadas as medidas de polícia judiciária cabíveis pela prática do crime de receptação.
As investigações continuam com o objetivo de identificar a origem dos demais aparelhos apreendidos, localizar outras possíveis vítimas e apurar a existência de um esquema organizado de comercialização de celulares furtados e roubados.
Crime de receptação
A Polícia Civil alerta que a compra de aparelhos celulares sem nota fiscal, sem comprovação de origem ou comercializados por valores muito abaixo dos praticados no mercado pode caracterizar o crime de receptação, previsto na legislação penal.
A instituição reforça ainda a importância de que vítimas de furto ou roubo registrem boletim de ocorrência e preservem informações como o número do IMEI, o número de série e a nota fiscal do aparelho, dados fundamentais para a identificação, localização e restituição dos bens recuperados durante as investigações.

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