
Tarcísio Padilha, imortal da Academia Brasileira de Letras, morreu vítima da Covid-19, no Rio de Janeiro, aos 93 anos de idade.
O presidente da academia, Marco Lucchesi, afirmou que a instituição perdeu “uma de suas figuras mais queridas e admiradas”.
“Tarcísio participou da criação de universidades, fundou cátedras, cursos de pós-graduação, conquistando amigos e discípulos. Foi reconhecido como filósofo da esperança não porque a estudou, mas porque soube aplicá-la com sabedoria na sua mundivisão. Ex-presidente da sociedade internacional de filósofos católicos, foi amigo dos últimos Papas, sobretudo de João Paulo II”, explicou Lucchesi.
Com a morte do acadêmico, mais uma cadeira ficou vaga na ABL, totalizando cinco. Tarcísio foi escritor e professor de filosofia.

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