Muitíssimo pouco! Sergipe pode receber 50 mil doses contra a Covid-19

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Governo do Estado de São Paulo / Divulgação

O Ministério da Saúde não informou oficialmente, mas pode enviar 50 mil doses da vacina Coronavac (Butantan-SP) nesta segunda-feira, 18, para o Estado de Sergipe.

Muitíssimo pouco, ou quase nada.

Para os municípios, serão enviadas 25 mil doses.

A vacinação pode ser iniciada na manhã de quarta-feira.

O governo federal promete enviar mais doses de outras vacinas, não se sabe quando.

Várias pessoas vacinadas em São Paulo contra a Covid-19

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Governo de São Paulo

O Governo do Estado de São Paulo envia mais de quatro milhões e seis mil vacinas para o governo federal.

Mais de um milhão da Coronavac começaram a ocorrer em São Paulo.

Neste momento, várias pessoas estão sendo vacinadas na capital paulista contra a pandemia.

Primeira indígena vacinada no Brasil

Vanuzia Costa Santos, 50, moradora da aldeia multiétnica Filhos Dessa Terra, na cidade de Guarulhos, é a primeira indígena do Brasil a se vacinar contra a COVID-19.

Técnica em enfermagem e assistente social, Vanuzia também preside o Conselho do Povo Kaimbé, originário do Nordeste. Ela decidiu estudar, lutar por direitos e um dia retornar para cuidar dos moradores da aldeia de Massacará, na cidade baiana de Euclides da Cunha, onde nasceu.

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Vanuzia Costa Santos, 50 – Foto: Governo de S. Paulo

Atualmente, a aldeia de Massacará tem cerca de 200 famílias, com representantes de pelo menos 180 delas residentes em São Paulo. Vanuzia veio para o estado em 1988 para trabalhar e se aprimorar na carreira profissional.

“Fiquei muito feliz de participar deste momento. Sou defensora da vida, de outras vacinas, da prevenção e da saúde. Devemos valorizar a educação, a ciência, e isso pode ser conciliado mantendo uma crença, com as rezas e a medicina tradicional do meu povo”, afirmou Vanuzia.

Ela detalhou a atuação no engajamento de demais famílias indígenas sobre a importância da imunização. Vanuzia orienta as comunidades sobre a suscetibilidade aos vírus, relembrando sua experiência como técnica de enfermagem na Casa do Índio, onde trabalhou por dez anos.

Vanuzia concluiu a graduação em Assistência Social com bolsa integral pela PUC-SP no ano passado, com aulas à distância no último ano devido à pandemia. “O sinal era horrível na aldeia, corria com guarda-chuva para baixo de uma árvore. Fiz meu TCC inteiro pelo celular”, contou. Agora, pretende fazer residência em Saúde Mental para continuar a contribuir com seu povo e manter viva a herança dos ancestrais.

Ela também relatou o drama que viveu com a COVID-19 e os sintomas mais severos em maio passado. Solteira, com um filho de 24 anos, Vanuzia descreveu o sofrimento provocado pela doença: dores no corpo, tosse e severa falta de ar, além da ausência de olfato e paladar que persiste até hoje.

“Não fui para o hospital porque ajudava a cuidar de outras seis pessoas, precisava ter força para dar uma palavra de conforto e cuidar deles sem me abater. Tinha um oxímetro [equipamento que mede a saturação de oxigênio na corrente sanguínea], mas não media minha respiração para não me apavorar. Fiz o teste em 15 de junho e já estava curada.”

São Paulo anuncia vacinação contra a Covid-19 para esta segunda-feira

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Governo de São Paulo

O Governo de São Paulo anunciou o começo da vacinação contra a Covid-19 para esta segunda-feira, 18.

No Planalto, no momento, o governo federal anuncia o começo da vacinação no Brasil para quarta-feira.

A distribuição da vacina em todos os Estados começa nesta segunda.

Covid-19 mata presidente de Confederação Brasileira

O presidente da Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa), João Tomasini Schwertner, faleceu na manhã deste domingo (17), aos 61 anos em Curitiba. O dirigente foi internado há um mês na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Marcelino Champagnat, na capital paranaense, quando testou positivo para o novo coronavírus (covid-19). Ele não resistiu às complicações da doença e morreu às 10h57, segundo nota divulgada pela CBCa.

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João Tomasini Schwertner – Foto: Confederação Brasileira de Canoagem

Tomasini presidia a entidade brasileira desde 1989 e também comandava a Confederação Pan-Americana de Canoagem (Copac). Entre 2010 e 2014, ele foi o terceiro vice-presidente da Federação Internacional da Modalidade (ICF, sigla em inglês).

O falecimento repercutiu entre atletas. Medalhista de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), em 2019, na canoagem velocidade, Ana Paula Vergutz lamentou a morte do dirigente em publicação no Stories, função do Instagram que permite veicular fotos ou vídeos por 24 horas. Campeão pan-americano na canoagem slalom e já garantido para a Olimpíada de Tóquio (Japão), Pedro Gonçalves, o Pepê, também se pronunciou pela rede social.

Vice-presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Marco Antônio La Porta se manifestou no Twitter.

Ainda não há informações sobre velório e local de sepultamento do dirigente.

Vacina: Autorização é temporária e excepcional

A Diretoria Colegiada da Anvisa (Dicol) aprovou neste domingo (17/1), por unanimidade, a autorização temporária de uso emergencial da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e da vacina Covishield, produzida pela farmacêutica Serum Institute of India, em parceria com a AstraZeneca/Universidade de Oxford/Fiocruz.

As decisões serão publicadas e comunicadas às duas instituições ainda hoje. Com relação à CoronaVac, em especial, a autorização foi condicionada ainda à assinatura de um Termo de Compromisso e sua respectiva publicação no Diário Oficial da União (D.O.U.).

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Anvisa / Divulgação

Esse Termo de Compromisso determina que, até 28/2, seja realizada e apresentada à Anvisa a complementação dos estudos de imunogenicidade, conforme aprovado no desenho de estudo clínico fase III da vacina. A chamada imunogenicidade é a capacidade, por exemplo, de uma vacina incentivar o organismo a produzir anticorpos contra o agente causador da doença. Esse documento, portanto, deve complementar as informações referentes à imunidade conferida aos voluntários que receberam a vacina na terceira fase de desenvolvimento clínico. O dado é imprescindível para que se possa concluir a duração da resposta imunológica nos indivíduos vacinados.

Tanto a Fiocruz quanto o Instituto Butantan devem dar continuidade aos estudos e à geração de dados para permitir o registro sanitário na Anvisa. Da mesma forma, ambos precisam manter o monitoramento da segurança das vacinas, fundamental para garantir que os benefícios continuem a superar os riscos para as pessoas que recebem vacinas contra Covid-19. A Anvisa, como órgão regulador federal, pode revisar e ajustar as condições para o uso emergencial frente a resultados que sejam considerados relevantes, inclusive dados e informações provenientes de autoridades reguladoras internacionais.

A diretora da Anvisa Meiruze Freitas, relatora dos dois processos, ao proferir seu voto, destacou que “o acesso às vacinas e à proteção que elas podem conferir é questão de segurança nacional, beneficiando diretamente os profissionais de saúde, seus pacientes, familiares, comunidade e a saúde geral do país”.

Entenda

O procedimento de autorização de uso emergencial avalia a adequação das candidatas a vacinas contra Covid-19 para a utilização durante a atual emergência em saúde pública, de modo a minimizar, o mais rápido possível, os impactos da pandemia. É importante ressaltar que as autorizações temporárias para uso emergencial não são permissões para a introdução no mercado para fins de comercialização, distribuição e uso. Ou seja, não foi concedido ainda o registro sanitário.

Assim sendo, eventual violação da condição da autorização de uso emergencial estará sujeita às penalidades previstas, conforme legislação (Lei 6.437/77) que dispõe sobre as responsabilidades aos titulares das autorizações. Os demandantes – Instituto Butantan e Fiocruz – devem fornecer prontamente à Anvisa quaisquer outros dados, recomendações ou orientações que sejam elaborados ou que cheguem a seu conhecimento e tenham relevância para a contínua avaliação do perfil de benefício e risco das vacinas, bem como para a segurança e suas condições de uso.

Enfermeira foi a 1ª brasileira vacinada

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Mônica Calazans, 54 anos, trabalha na UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas – Arquivo pessoal

A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, foi a primeira brasileira vacinada contra a Covid-19.

Diabética, obesa e hipertensa.

Foi vacinada em São Paulo com a Coronavac.

Trabalha na UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

Coronavírus mata ex-ministro

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TSE / reprodução

O ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça Hamilton Carvalhido morreu na madrugada deste domingo, 17.

Tinha 79 anos de idade.

Causa: complicações da Covid-19.

Mesmo com vacina, só com mudança do povo

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, disse que é preciso mudar o comportamento social em razão da pandemia do novo coronavírus. “O inimigo é um só. A nossa chance, a nossa melhor chance nesta guerra passa, obrigatoriamente, por uma mudança de comportamento social, sem a qual, mesmo com vacinas, a vitória não será alcançada”, declarou. 

A reunião em que a Anvisa vai definir os pedidos de uso emergencial de vacinas no Brasil começou à 10h. Dois pedidos estão sendo analisados. NE Notícias transmite AO VIVO.

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Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

O Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira do consórcio Astrazeneca/Oxford, entraram com requerimentos de autorização em caráter emergencial para suas vacinas.

“Quis o acaso, para alguns; o destino, para outros; e a vontade de Deus,na fé inabalável deste diretor, que fossemos nós a exercer ativamente esses ofícios, e tivéssemos, portanto, a missão, a honra e o dever de bem servir ao nosso legítimo e Supremo Senhor. Que Deus nos ilumine e inspire para que, neste domingo, tomemos a melhor decisão”, disse Barra Torres. 

Segundo a Anvisa, a reunião conta com a participação de cinco diretores do órgão, e a decisão é feita por maioria simples, ou seja, três votos a favor ou contra definem o resultado. Antes da decisão, três áreas técnicas fazem apresentações: a de medicamentos, que avalia os estudos de eficácia e de segurança; a de certificação de Boas Práticas, que analisa se os locais de fabricação têm condições adequadas; e de monitoramento de eventos adversos, que monitora e investiga depois da vacinação se as pessoas tiverem alguma reação à vacina). 

No início da apresentação, Gustavo Mendes Lima Santos, gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, ressaltou o aspecto histórico da decisão. “Este é um momento crítico. Este é um momento histórico. Esse tipo de autorização, a Anvisa nunca concedeu. Nunca vivemos uma situação como essa, de tanta exposição e de tanto senso de urgência e necessidade que enfrentamos neste momento”, falou ele. Segundo Lima Santos, os servidores da Anvisa “estão empenhados com dedicação no senso de urgência que o caso requer”. “Somos humanos, queremos que os produtos que sejam disponibilizados para o enfrentamento da pandemia sejam produtos eficazes, seguros e tenham qualidade”.

O Brasil tem vacina!

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Dado Ruvic / Reuters

A Anvisa acaba de aprovar o uso emergencial das vacinas Coronavac e de Oxford.

Por unanimidade, os dois imunizastes foram aprovados.

As duas vacinas são as primeiras aprovadas no Brasil.

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