Redação NE Notícias

A Secretaria Municipal da Fazenda de Aracaju (Semfaz) orienta os contribuintes da capital sobre a implantação do novo modelo de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), que passará a utilizar caracteres alfanuméricos.

Prédio da Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz)
PMA|Divulgação

A mudança faz parte da modernização dos sistemas da Receita Federal e integra as ações de preparação para a nova Reforma Tributária.

Empresas, profissionais da contabilidade e demais usuários dos serviços cadastrais precisam de atenção redobrada ao processo.

Por que o CNPJ vai mudar

O modelo atual de CNPJ, composto exclusivamente por números, está próximo do limite de combinações disponíveis.

O novo formato utilizará letras e números, o que amplia a quantidade de registros possíveis e garante a continuidade do cadastro nacional de pessoas jurídicas.

Cronograma de transição

A base nacional do CNPJ passará por um cronograma de implantação em etapas. Entre os dias 23 e 25 de julho de 2026, o sistema ficará disponível apenas para consultas; operações como abertura, alteração e baixa de empresas ficam temporariamente suspensas.

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Entre 25 e 27 de julho, a base ficará totalmente indisponível para a conclusão da implantação do novo modelo.

A entrada em produção está prevista para 27 de julho, e o primeiro CNPJ alfanumérico deve ser emitido em 31 de julho de 2026.

“É importante que empresários, contadores e contribuintes estejam atentos ao cronograma de implantação para evitar transtornos durante o período de transição”, destacou o secretário municipal da Fazenda, Sidney Thiago.

Adaptação de sistemas

O auditor fiscal e diretor do departamento de Tributos Mobiliários da Semfaz, Carlos Augusto, ressalta que empresas e desenvolvedores de sistemas devem concluir as adaptações necessárias antes da entrada definitiva do novo modelo.

“Os sistemas que utilizam informações do CNPJ precisam estar preparados para reconhecer o novo padrão alfanumérico. Essa adequação é essencial para garantir o funcionamento correto das aplicações após a implantação realizada pela Receita Federal e evitar eventuais falhas nas operações”, explicou Carlos Augusto.

Com informações da SEMFAZ