Gilmar Carvalho*

O delegado André David rebateu publicamente as acusações que tentam vinculá-lo à apreensão de R$ 240 mil, em entrevista ao radialista Narcizo Machado no Jornal da Fan, nesta terça-feira (11); assista mais abaixo.

Renuncio se provarem relação com os R$ 240 mil", desafia o delegado André David
Ítalo Amorim|Assessoria

Durante a conversa, o pré-candidato lançou um desafio: garante que renuncia à candidatura caso fique provada qualquer ligação sua ou de seus familiares com o dinheiro.

Nas últimas semanas, boatos sugeriam que os R$ 240 mil apreendidos estariam ligados a uma empresa da cunhada de André David e seriam destinados ao financiamento ilegal da campanha por meio de caixa 2.

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O delegado desmentiu categoricamente a versão, classificando a acusação como uma tentativa irresponsável de “assassinato de reputação”.

Na entrevista, André David cobrou a identificação dos reais envolvidos na entrega do dinheiro e rejeitou qualquer associação de seu nome com o veículo ou com a empresa citada nas especulações.

“Eu sou o mais interessado em saber quem foi o dono, no masculino, dessa empresa que entregou esse dinheiro. Porque eu garanto uma coisa a você, Narcizo, nenhum veículo pertence a nenhuma empresa da minha cunhada e esse dinheiro não vinha para André David. Se provarem, não é narrativa não, provarem, que pertencia a minha cunhada, e que vinha para mim, eu renuncio à minha candidatura”, afirmou.

André David

Indignação com práticas eleitorais

Ao comentar os boatos sobre caixa 2, André David manifestou indignação com os métodos utilizados no período eleitoral para tentar desestabilizar sua pré-candidatura.

“A gente fica revoltado, fica triste. Mas, infelizmente, é uma prática comezinha não só em Sergipe, mas no Brasil, isso de você destruir reputações, você usar instituições para forçar alianças, destruir reputações, influenciar no resultado eleitoral. Isso é lamentável. Esse tipo de narrativa tem que ser muito responsável”, pontuou.

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Com 18 anos de carreira na Polícia Civil, com passagens pelo Centro de Operações Policiais Especiais (COPE) e pelo Departamento de Narcóticos (DENARC), o delegado afirmou que sua vida pessoal e financeira permanece aberta a qualquer auditoria dos órgãos de controle.

“Eu tenho 18 anos de polícia, eu moro no mesmo apartamento de aluguel há 10 anos. Passei pelo COPE, pelo DENARC, passei pela Prefeitura, continuo morando de aluguel no mesmo apartamento. Não tenho patrimônio, não tenho fazenda, não tenho roça, não tenho imóveis, não tenho semoventes… nada. Estou à disposição, se for ouvido pelo Ministério Público, pela Polícia Federal a qualquer momento, pode me chamar, levo meu celular. Mostro minha movimentação financeira”, finalizou.

André David

Veja a entrevista na íntegra:

Jornal da Fan

(*) Com informações de assessoria do candidato

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