75 Pedrinhas 26,20%
74 Telha 27,20%
73 Ilha das Flores 28,90%
72 Cumbe 28,90%
71 São Francisco 29,50%
70 Nossa Senhora Aparecida 29,70%
69 Feira Nova 29,80%
68 Campo do Brito 30,20%
67 Amparo de São Francisco 30,20%
66 Propriá 30,60%
65 Itabaianinha 31,70%
64 Rosário do Catete 31,80%
63 Nossa Senhora da Glória 32,00%
62 General Maynard 32,00%
61 Siriri 32,10%
60 Ribeirópolis 32,10%
59 Barra dos Coqueiros 32,10%
58 Estância 32,30%
57 Umbaúba 32,40%
56 Nossa Senhora das Dores 32,40%
55 Cristinápolis 32,40%
54 Carira 32,40%
53 Boquim 32,40%
52 São Cristóvão 32,60%
51 Pedra Mole 32,70%
50 Moita Bonita 32,70%
49 Tobias Barreto 33,00%
48 Neópolis 33,20%
47 Capela 33,20%
46 Malhada dos Bois 33,30%
45 Cedro de São João 33,30%
44 Poço Redondo 33,40%
43 Maruim 33,60%
42 Itabaiana 33,70%
41 Aquidabã 33,80%
40 Carmópolis 34,00%
39 Aracaju 34,00%
38 Pirambu 34,10%
37 Nossa Senhora do Socorro 34,10%
36 Nossa Senhora de Lourdes 34,40%
35 Pacatuba 34,80%
34 Japoatã 35,00%
33 Porto da Folha 36,00%
32 Canhoba 36,20%
31 Frei Paulo 36,30%
30 Areia Branca 36,30%
29 Santo Amaro das Brotas 36,50%
28 São Domingos 36,90%
27 Riachuelo 36,90%
26 Itabi 36,90%
25 Tomar do Geru 37,30%
24 Santa Luzia do Itanhi 37,30%
23 Indiaroba 37,30%
22 Gararu 37,40%
21 Poço Verde 37,60%
20 Itaporanga d’Ajuda 37,70%
19 Malhador 37,80%
18 Simão Dias 37,90%
17 Laranjeiras 37,90%
16 Graccho Cardoso 38,00%
15 Monte Alegre de Sergipe 38,10%
14 Divina Pastora 38,40%
13 Muribeca 38,50%
12 Japaratuba 38,90%
11 Salgado 39,40%
10 Macambira 39,70%
9 Canindé de São Francisco 40,00%
8 Lagarto 40,10%
7 Arauá 40,50%
6 Riachão do Dantas 40,60%
5 Santana do São Francisco 41,30%
4 Brejo Grande 41,50%
3 Santa Rosa de Lima 41,90%
2 Pinhão 45,50%
1 São Miguel do Aleixo 53,10%
Isolamento nos municípios de Sergipe dia 8/9
O Globo discorre sobre permanência, ou não, de André

O jornal O Globo informa em matéria, nesta quarta-feira, 9, que é “incerta” a permanência do ex-deputado André Moura (PSC) na chefia da Casa Civil do governo do Rio de Janeiro:
Na Casa Civil, a permanência de André Moura, homem de confiança de Witzel, é incerta.
Para NE Notícias, André è homem de confiança do governador interino Cláudio Castro (PSC), que teria assegurado sua permanência no cargo num eventual impeachment do governador Wilson Witzel (PSC).
Eleições: ainda sem vice, PT sonha com advogado

No próximo dia 16, em convenção, o Partido dos Trabalhadores oficializará o nome do ex-deputado Márcio Macêdo como candidato a prefeito de Aracaju.
Até lá, continuará torcendo para que Henri Clay Andrade (Rede), ex-presidente estadual da OAB, aceite uma composição com o partido e seja candidato a vice de Márcio.
A Rede não tem direito a tempo de TV e fundo eleitoral.
Republicanos se abaixa

Políticos filiados ao PR (Republicanos) se reuniram nesta terça-feira, 8, em Aracaju, e decidiram (?) apoiar a reeleição do prefeito Edvaldo Nogueira (PDT).
Como informou NE Notícias, líderes do partido em Aracaju babaram meses por uma audiência com o prefeito, que não esqueceu o que ocorreu em 2018, quando o partido deixou o comando da SMTT e o Executivo Estadual para integrar o bloco de oposição.
Nesta quinta-feira, 10, em convenção, o Republicanos oficializará a decisão (?).
VEJA ÍNTEGRA: delator denuncia presidente da OAB
O ex-presidente da Fecomércio/RJ (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), Orlando Diniz, em delação premiada, denunciou o presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz.
Em documento de cinco páginas, Diniz diz que Santa Cruz lhe pediu dinheiro em espécie para sua campanha à reeleição para presidente da OAB do Rio de Janeiro em 2014.
Na delação, Diniz diz que a Fecomércio pagou a Santa Cruz por serviços não prestados porque o presidente da Ordem controlava um sindicato que fazia oposição à sua gestão.

Veja a denúncia:
“Aos 9 de junho de 2020, em reunião por meio de videoconferência, presentes o procurador regional da República José Augusto Vagos e a procuradora da República Renata Ribeiro Baptista, compareceu para prestar depoimento, em sede de colaboração premiada, ORLANDO SANTOS DINIZ, CPF n° 793.078.767- 20, doravante denominado COLABORADOR, devidamente assistido por suas advogadas Juliana Bierrenbach Bonetti, OAB/RJ 151.911, e Ana Heymann Arruti, OAB/RJ 223.877, o qual, indagado a respeito dos fatos narrados em seu ANEXO – Felipe Santa Cruz, declarou:
QUE renuncia, na presença de seu defensor, ao direito ao silêncio, reafirmando o compromisso legal de dizer a verdade, nos termos do §14 do art. 4º da Lei nº 12.850/2013;
QUE lidos os termos do seu anexo, confirma o seu teor;
QUE a primeira vez que o colaborador ouviu falar em Felipe Santa Cruz foi por intermédio de Cristiano Zanin, que sugeriu ao colaborador sua contratação;
QUE, na evolução do encontro que foi feito no escritório de Felipe Santa Cruz, Cristiano Zanin disse que a contratação seria não do escritório de Felipe, mas sim do escritório de sua esposa;
QUE o colaborador não se recorda o nome da esposa de Felipe Santa Cruz;
QUE o colaborador não se recorda se, de fato, a contratação chegou a ser efetuada;
QUE, se houve contratação, foi por meio da Fecomércio, com emissão de nota fiscal; QUE o colaborador não se recorda o ano, mas foi de setembro de 2012 para frente;
QUE não se recorda se, neste primeiro momento, Felipe Santa Cruz estava já à frente da OAB/RJ;
QUE, segundo Cristiano Zanin, essa contratação era importante para fazer lobby, atraindo Felipe Santa Cruz;
QUE, mais à frente, houve uma nova aproximação, já diretamente com o colaborador;
QUE, naquele momento, o colaborador estava com o projeto de ser candidato à presidência da CNC; QUE Felipe Santa Cruz já tinha o projeto de ser candidato à Presidência do Conselho Federal da OAB;
QUE, a esta altura, Felipe Santa Cruz já estava na Presidência da OAB/RJ e iria disputar a reeleição para, então, ser candidato à Presidência do Conselho Federal;
QUE o colaborador não se recorda do local da reunião;
QUE o colaborador não se recorda de ter ido ao escritório de Felipe Santa Cruz;
QUE, em outro encontro, Felipe Santa Cruz pediu recursos em espécie para o colaborador, tanto para a reeleição quanto para o projeto nacional que àquela época já havia sido deflagrado;
QUE, como naquele momento o colaborador estava com poucos recursos, ele e Felipe Santa Cruz acordaram de fazer um contrato com Anderson Prezia Franco, cujo objeto seria consultoria e assessoria jurídica para a contratada, a Fecomércio, referente ao recurso ordinário oriundo da Ação Trabalhista nº. 0010442-83.2014.5.01.0033 c/c Medida cautelar Inominada nº. 0010495- 64.2014.5.01.0033, movida por Aldo Campos de Moura Gonçalves e Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro, em trâmite perante a 33ª Vara do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho 1ª Região;
QUE o caso se referia à disputa das eleições da Fecomércio em 2014;
QUE esse processo já estava englobado pela contratação de Ana Basílio, Jose Roberto Sampaio, Eurico Teles, Jamilson Farias e Henrique Maués;
QUE estas contratações ultrapassavam R$ 8.000.000,00; QUE não havia, portanto, necessidade da contratação de Anderson Prezia;
QUE o objetivo era apenas promover uma transferência de recursos a Felipe Santa Cruz; QUE os honorários de Anderson Prezia foram, no valor bruto, R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais), com vencimento em 5 (cinco) dias após o julgamento no TRT que viesse a rejeitar o recurso ordinário, mantendo-se a sentença;
QUE o colaborador não se recorda se esse contrato foi firmado com data retroativa;
QUE o colaborador não conhecia Anderson Prezia antes;
QUE Anderson Prezia não prestou serviços efetivamente, uma vez que as causas já estavam cobertas por outros escritórios;
QUE, para essas eleições, como já relatado em anexo próprio, foram contratados também:
1) em 10/02/2014, o escritório Basílio, Di Marino e Faria, por R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) líquidos iniciais, R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) após a conclusão, com a posse da Diretoria, detalhado em anexo próprio;
2) o escritório José Roberto Sampaio Sociedade de Advogados, por R$ 1.652.000,00 (um milhão seiscentos e cinquenta e dois mil reais), por êxito na realização das eleições, detalhado em anexo próprio;
3) o escritório Eurico Teles Advocacia Empresarial, representado por Eurico Teles, com honorários iniciais de R$ 230.000,00 (duzentos e trinta mil reais) e honorários de êxito de R$ 1.400.000,00 (um milhão e quatrocentos mil reais) , detalhado em anexo próprio; em 17/07/2015, o escritório Eurico Teles Advocacia Empresarial e o escritório Farias Advogados Associados , este representado por Jamilson Santos de Farias, no valor de R$ 752.000,00 (setecentos e cinquenta e dois mil reais) , detalhado em anexo próprio;
QUE, além disso, o advogado Eurico Teles indicou a contratação do escritório Maués Advogados Associados, também para o processo eleitoral da Fecomércio em 2014, por intermédio do advogado Henrique Cláudio Maués;
QUE, para o referido escritório, foram pagos honorários de cerca de R$ 1.180.000,00 (um milhão cento e oitenta mil reais), contrato este já descrito em anexo próprio;
QUE isso significa, então, que o colaborador já havia firmado contratos de robustas cifras de mais de R$ 8.000.000,00 (oito milhões de reais) com o mesmo objeto do contrato firmado com o escritório de Anderson Prezia Franco, em 5.5.2014, o que o torna evidentemente desnecessário;
QUE esse contrato foi firmado com o único objetivo de repassar recursos para as campanhas interna de Felipe Santa Cruz na OAB, no valor de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais);
QUE se tratou de transferência de recursos para campanhas e foi um primeiro movimento, uma espécie de “gesto de boa vontade”;
QUE, o colaborador, então, entendeu que Anderson Prezia Franco era o “homem da mala” de Felipe Santa Cruz e apenas face ao pedido direto de Felipe Santa Cruz ao colaborador é que o contrato foi assinado;
QUE, posteriormente, o colaborador soube por outras duas fontes que havia um novo grupo à frente do Sindicato dos Empregados do Comercio do Município do Rio de Janeiro;
QUE, àquela altura, o colaborador tinha visto uma matéria no Fantástico sobre os desmandos da família Mata Roma, que por muitos anos comandou o referido sindicato;
QUE, segundo o diretor da Fecomércio Napoleão Veloso, Presidente do Sindicato de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro, predominantemente formado por supermercados, e também segundo o advogado Carlos Américo Pinho, que prestava serviços para Napoleão Veloso, este novo grupo que assumiu o sindicato de empresas era liderado por Felipe Santa Cruz;
QUE Felipe Santa Cruz havia orquestrado a derrubada da família Mata Roma e estava “mandando” no sindicato por intermédio de interpostas pessoas;
QUE Napoleão Veloso reclamava muito da postura de enfrentamento deste grupo com os supermercados representados pelo sindicato por ele;
QUE o colaborador, então, encontrou-se com Anderson Prezia e comentou sobre a reclamação de Napoleão Veloso;
QUE Anderson Prezia disse que Felipe Santa Cruz era o advogado do Sindicato e que iria falar com ele;
QUE, posteriormente, o colaborador falou com o próprio Felipe Santa Cruz, que lhe disse que, se precisasse de alguma coisa neste sindicato, poderia falar também com Anderson Prezia;
QUE, em um encontro no restaurante Antiquarius, no Leblon, Felipe Santa Cruz apresentou ao colaborador uma proposta de um “plano assistencial funerário” para funcionários de empresas;
QUE, segundo Felipe Santa Cruz, a contratação desse plano iria proporcionar repasses para ele e poderia gerar repasses também para o colaborador;
QUE, sendo assim, Felipe Santa Cruz pediu que o colaborador recebesse Anderson Prezia para tratar do assunto;
QUE o colaborador recebeu Anderson Prezia na mesma época em que, por coincidência, Sérgio Cabral pediu ao colaborador para receber um de seus filhos, que trabalhava com o mesmo produto;
QUE o colaborador decidiu que não iria trabalhar com o produto e, portanto, não fechou com nenhum dos dois;
QUE o colaborador ressalta que não foram ambos que ofereceram repasses a ele;
QUE a proposta de repasses veio apenas de Felipe Santa Cruz;
QUE o colaborador passou o assunto para Marcelo Novaes, inclusive para que ele fizesse reuniões sobre o tema, mas o assunto não progrediu;
QUE o colaborador soube também por Napoleão Veloso que o contrato de Felipe Santa Cruz com o Sindicato de Empregados era de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) mensais;
QUE o colaborador não teve como confirmar esta informação à época;
QUE Felipe Santa Cruz não tocou mais no assunto de apoio financeiro com o colaborador;
QUE, à época, era comentário que a campanha de Felipe Santa Cruz estava sendo custeada por Ana Basílio e Eurico Teles;
QUE o colaborador não confirmou a veracidade dessa informação, mas também não a estranhou, por serem todos do mesmo grupo;
QUE Ana Basílio não chegou a indicar formalmente ao colaborador o escritório de Felipe Santa Cruz;
QUE, se Felipe Santa Cruz viesse ao colaborador pedir recursos novamente, ele lhe diria que já estava ajudando com os honorários que tinha pago a Ana Basílio e Eurico Teles;
QUE, em outro encontro, Felipe Santa Cruz disse ao colaborador que o projeto dele também era político-partidário e que iria concorrer ao Governo do Estado;
QUE, ainda com Felipe Santa Cruz, o colaborador tratou de pedidos feitos por Edmilson Ladeira, Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Itaperuna;
QUE tais pedidos diziam respeito a algo relacionado à Seccional da OAB naquele região;
QUE fato é que Edmilson Ladeira voltou ao colaborador para agradecer e dizer que era uma situação muito importante financeiramente;
QUE, como o colaborador não confiava em Edmilson, naquela altura não quis se envolver.”
Lava-Toga: Desvio de mais de R$ 150 milhões
Policiais federais e integrantes do Ministério Público Federal (MPF) cumprem hoje (9) 50 mandados de busca e apreensão contra acusados de desvios de R$ 355 milhões na Federação do Comércio do Rio (Fecomércio/RJ) e nas seções fluminenses do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço de Aprendizagem Comercial (Senac). Os alvos são pessoas, escritórios de empresas e de advocacia.

A Operação E$quema é um desdobramento da Operação Lava Jato e começaram a partir da Operação Jabuti, de 2018, e também usa informações de delação premiada do ex-presidente da Fecomércio/RJ Orlando Diniz.

De acordo com o MPF, dos R$ 355 milhões gastos a pretexto de serviços advocatícios supostamente prestados à entidade, entre 2012 e 2018, ao menos R$ 151 milhões foram desviados em esquema que envolveria Diniz, Marcelo Almeida, Roberto Teixeira, Cristiano Zanin, Fernando Hargreaves, Vladimir Spíndola, Ana Tereza Basílio, José Roberto Sampaio, Eduardo Martins, Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo. Os 11 foram denunciados por organização criminosa.
Ainda segundo o MPF, o esquema envolvia o uso de contratos falsos com escritórios dos acusados ou de terceiros por eles indicados, em que serviços advocatícios declarados não eram prestados, mas remunerados por elevados honorários por essas entidades representativas do comércio fluminense. As investigações mostraram que as instituições destinaram mais de 50% de seu orçamento anual a contratos com escritórios de advocacia.
Como os contratos eram feitos com a Fecomércio/RJ, entidade privada, o seu conteúdo e os seus pagamentos não eram auditados pelos conselhos fiscais do Sesc e do Senac Nacional, pelo Tribunal de Contas da União (TCU) ou pela Controladoria-Geral da União (CGU), de acordo com o MPF.
Os recursos do Sesc e Senac, no entanto, têm origem pública, que são repassados pela Receita Federal a partir de contribuições sobre folhas de pagamento de empresas comerciais para os Serviços investirem na capacitação e bem-estar de comerciários.
CONFIRA LISTA COMPLETA DE DENUNCIADOS

Lava-Toga: veja lista completa de denunciados
O advogado Eduardo Martins, filho do presidente do Superior Tribunal de Justiça, Humberto Martins, está entre os 25 denunciados de participação no Esquema S, da Fecomércio-RJ.
estão também na lista: Flávio Zveiter, filho do ex-presidente do TJRJ Luiz Zveiter, Ana Tereza Basilio, mulher do desembargador André Fontes, ex-presidente do TRF-2, e Tiago Cedraz, filho do ministro Aroldo Cedraz.
Além deles, também o ex-presidente do STJ César Asfor Rocha e o filho Caio.

Confira a lista completa: Orlando Diniz, Roberto Teixeira, Cristiano Zanin, Fernando Hargreaves, Marcelo Salles, Vladimir Spíndola, Edgar Leite, Marcelo Henrique de Oliveira, Leonardo Henrique Oliveira, Cristiano Rondon, Ana Tereza Basilio, José Roberto Sampaio, Eurico Teles, Flavio Zveiter, Eduardo Martins, Daniel Rossiter, Hermann de Almeida, Jamilson de Farias, Antonio Coelho, Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo, Tiago Cedraz, João Cândido Ferreira Leão, Cesar Asfor Rocha, Caio Rocha e Marcelo Nobre.

Lava-Jato na casa de Wassef

A Lava-Jato cumpre nesta manhã mandados de busca e apreensão no escritório de Frederick Wassef, que protegeu Fabrício Queiroz, em Atibaia, no interior de São Paulo.
O advogado é investigado por participação no Esquema S.
A investigação apurou propina que teria sido repassada pela Fecomércio.
Como NE Notícias informou, mandados são cumpridos em escritórios de advocacia.
URGENTE: Lava-Jato no escritório do advogado de Lula

A Lava-Jato realiza mais uma operação na manhã desta quarta-feira, 9.
Os alvos escritórios de advocacia, entre eles o escritório Teixeira, Martins Advogados, que pertence ao compadre de Lula, Roberto Teixeira, e a seu genro, Cristiano Zanin Martins.
Os mandados do juiz Marcelo Bretas atingem também os advogados da mulher de Sérgio Cabral, mulher de Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo, de Tiago Cedraz e de Cesar Asfor Rocha.
Covid-Itabaiana: uma das menores taxas de letalidade
Mais uma semana e os números seguem irrefutáveis: Itabaiana segue em queda em relação ao surgimento de novos casos de coronavírus, além de outros dados que apontam para uma evolução gradual, porém firme, para que o município siga como um dos que melhor têm lidado com o esse período pandêmico mundial.
Os dados do Boletim Epidemiológico da transmissão do Coronavírus correspondentes à 36ª semana epidemiológica mostram que Itabaiana reduziu em 24,6% em relação à semana anterior (35ª). Os dados foram coletados e divulgados nesta terça-feira, 08, pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS).
De acordo com o boletim, organizado por Ronaldo Santos, um dos professores da UFS que compõe a equipe técnica da publicação, no dia 07 de setembro a média móvel foi de 12,9 casos por dia. “Quando comparada à média móvel de 15 dias atrás, observa-se uma redução de 51% no valor. Desse modo, Itabaiana permanece em queda do número de notificações”, descreve o boletim.
Além de ser primeiro município sergipano a sair do pico e do platô da pandemia, Itabaiana também tem, proporcionalmente, o maior número de recuperados do Estado em relação aos casos confirmados: dos 4.429 casos notificados, 4.251 estão curados, número que corresponde a 96% de cura. “Esse número pode ser reflexo do alto número de testagem realizado no município”, expõe o boletim.
Os dados mostram, também, que Itabaiana está em redução desde a 30ª semana e que a taxa de letalidade é uma das menores do Estado. Em Itabaiana, esse número é de 1,9%, enquanto que em Sergipe é de 2,6%.
É importante ressaltar que, apesar do decréscimo no número de novos casos, as recomendações sanitárias ainda devem ser seguidas para que se evite uma segunda onda de crescimento de casos.
