O Observatório de Sergipe lança a segunda edição do boletim “Covid-19: territórios sergipanos”, com informações da evolução de novos casos, óbitos e internações por semana epidemiológica (S), nos territórios do planejamento do estado de Sergipe, atualizadas até 09 de setembro.
De maneira geral, a epidemia continua recuando em todos os territórios de Sergipe, superando-se o pico de casos, óbitos e internações, embora haja eventuais oscilações em alguns territórios e indicadores que não prejudicam essa tendência.

Outros destaques são:
Na última semana epidemiológica conclusa, S 36, de 30 de agosto a 05 de setembro, a metade (672) dos casos se deu no território da Grande Aracaju (Aracaju, Barra dos Coqueiros, Itaporanga D’ajuda, Laranjeiras, Maruim, Nossa Senhora do Socorro, Riachuelo, Santo Amaro das Brotas e São Cristóvão).
No entanto, quando se olha o número de novos casos por cem mil habitantes, foi o território do Médio Sertão (Aquidabã, Cumbe, Feira Nova, Graccho Cardoso e Itabi) que teve a maior incidência na referida semana, com 82 novos casos por cem mil habitantes, o que representou 56 caso em valores absolutos.
Por outro lado, o Leste Sergipano (Capela, Carmópolis, Divina Pastora, General Maynard, Japaratuba, Pirambu, Rosário do Catete, Santa Rosa de Lima e Siriri) foi a região de menor incidência relativa de novos casos na S 36, com 27 casos por cem mil habitantes, que representaram 30 casos em valores absolutos.
Tendências recentes
Numa análise de tendências recentes, comparando os números da última semana epidemiológica conclusa (S 36), de 30 de agosto a 05 de setembro, com a antepenúltima semana (S 34), de 16 a 22 de agosto, observou-se também queda no número de novos casos e óbitos em todos os territórios, com exceção do Médio Sertão, que apresentou estabilidade, e do Baixo São Francisco e Leste Sergipano, que registraram pequenas altas de mortes em valores absolutos. No entanto, observou-se que numa análise de mais curto prazo, as quedas entre a S 35 e 36 são mais tímidas e eventualmente oscilam.
Em relação às internações, em geral, todos os territórios apresentaram estabilidade ou queda no número médio de internações, nas UTI’s e enfermarias, a exceção do Leste Sergipano e do Baixo São Francisco que apresentaram estabilidade, respectivamente, para suas UTI’s e enfermarias.








