Continua capenga vacinação contra a Covid-19 em Sergipe
Marcelle Cristinne/PMA
3.816.951 doses foram aplicadas no Brasil contra a Covid-19 no Brasil.
A segunda dose foi aplicada em 33.723 pessoas em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Distrito Federal.
De acordo com o consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL, eis o mapa da vacinação nos Estados (8/1):
AC: 10.402 (1,16%)
AL: 67.515 (2,01%)
AM: 127.606 (3,03%)
AP: 10.864 (1,26%)
BA: 291.676 (1,95%)
CE: 183.161 (1,99%)
DF: 1ª dose – 101.133 (3,31%); 2ª dose – 466 (0,02%)
ES: 81.063 (1,99%)
GO: 133.201 (1,87%)
MA: 87.760 (1,23%)
MG: 1ª dose – 304.314 (1,43%); 2ª dose – 24.695 (0,12%)
MS: 1ª dose –73.508 (2,62%); segunda dose – 3.105 (0,11%)
MT: 60.137 (1,71%)
PA: 78.506 (0,90%)
PB: 71.843 (1,78%)
PE: 1ª dose – 195.191 (2,03%); 2ª dose – 5.457 (0,06%)
PI: 47.063 (1,43%)
PR: 212.935 (1,85%)
RJ: 268.214 (1,54%)
RN: 65.778 (1,86%)
RO: 27.496 (1,53%)
RR: 14.874 (2,36%)
RS: 231.768 (2,03%)
SC: 89.162 (1,23%)
SE: 29.086 (1,25%)
SP: 905.116 (1,96%)
TO: 14.145 (0,89%)
Coronavírus mata senador
O senador José Maranhão (MDB-PB), de 87 anos, morreu nesta segunda-feira (8) em São Paulo em decorrência de complicações da covid-19. Nesta segunda, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), decretou luto oficial de 24 horas pela morte do senador paraibano.
Após votar no segundo turno das eleições municipais, o senador passou mal e foi levado ao hospital para fazer exames. No dia 3 de dezembro, ele foi transferido para o Hospital Nova Star, em São Paulo, com insuficiência respiratória provocada pela covid-19, quadro que evoluiu para uma pneumonia viral.
José Maranhão
José Maranhão era o senador mais velho da atual legislatura. Sua suplente, Nilda Gondim (MDB-PB), vai assumir a vaga de Maranhão no Senado. Desde janeiro, Nilda Gondim estava exercendo o cargo. O mandato da chapa vai até 2021.
Maranhão foi empresário e advogado formado pela Universidade Federal da Paraíba. Ele exerceu o mandato de deputado estadual por quatro vezes (1955-1969), foi deputado federal em três legislaturas (1983-1995), inclusive durante a Assembleia Nacional Constituinte. Atualmente, era presidente estadual do MDB.
Em 1994, Maranhão foi vice-governador da Paraíba durante a gestão de Antonio Mariz e assumiu o cargo quando Mariz morreu em 1995. Foi reeleito em 1998. Em 2000, José Maranhão se elegeu para seu primeiro mandato como senador. Em 2006 voltou a concorrer ao governo estadual, mas perdeu para Cássio Cunha Lima. Com a cassação de Cunha Lima, em 2009, Maranhão voltou a ocupar o cargo de governador da Paraíba. Em 2014 foi eleito senador pela segunda vez.
José Maranhão é o segundo senador a morrer de covid-19. Em outubro de 2020, Arolde de Oliveira morreu após cerca de um mês internado.
Mais um dia de queda em casos e mortes da Covid-19 em Sergipe
No Brasil, 9.550.301 pessoas foram ou estão infectadas com a Covid-19 desde o começo da pandemia. Nas últimas 24 horas, 28.061 infectados.
Morreram 232.248 pacientes. 687 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas. 19 dias seguidos com a média móvel de mortes acima de 1 mil.
7 Estados com alta nas mortes: AC, PA, RR, TO, BA, MA, PI.
Prefeitura de Aracaju fiscaliza escola particular no cumprimento de normas sanitárias – Fotos: Marcelle Cristinne/PMA
Situação nos Estados:
Subindo (7 Estados): AC, PA, RR, TO, BA, MA, PI
Em estabilidade (11 Estados e o Distrito Federal): PR, MG, SP, DF, GO, MT, AM, RO, AL, CE, PB, PE
Em queda (8 Estados): RS, SC, ES, RJ, MS, AP, RN e SE
Em Sergipe, 141.464 pessoas testaram positivo para a Covid-19
SES
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou nesta segunda-feira, 08, o boletim epidemiológico do coronavírus, com 841 casos e um óbito nesta segunda-feira. Sete mortes que estavam em investigação foram confirmadas.
Em Sergipe, 141.464 pessoas já testaram positivo para a Covid-19 e 2.834 morreram. Até o momento, 130.434 pacientes foram curados.
As oito mortes foram: uma mulher, 77 anos, de Propriá, sem comorbidade; uma mulher, 67 anos, Simão Dias, com diabetes e hipertensão; um homem, 71 anos, de Nossa Senhora do Socorro, com doença cardiovascular e diabetes; uma mulher, 86 anos, de Aracaju, com cardiopatia, diabetes e doença renal crônica; um homem, 84 anos, Lagarto, cardiopatia; uma mulher, 62 anos, de Neópolis, sem comorbidade; um homem, 84 anos, de Aracaju, com hipertensão e Alzheimer; um homem, 43 anos, de Aracaju, com hipertensão e obesidade.
Foram realizados 294.950 exames e 153.486 foram negativados. Estão internados 313 pacientes, sendo que no serviço público são 81 em leitos e UTI (adulto), zero na UTI neonatal/ pediatria e 89 em leitos clínicos (enfermaria), totalizando 170. Já nos leitos do serviço privado estão internados 54 pessoas na UTI adulta, dois na UTI neonatal/ pediatria e 87 em leitos clínicos, totalizando 143. São investigados mais seis óbitos. Ainda aguardam resultados 2.352 exames coletados.
Bolsonaro diz que vai voltar o Auxílio Emergencial
Marcello Casal Jr / Agência Brasil
No Brasil Urgente, apresentado por José Luiz Datena, na Band, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta segunda-feira, 8, que o governo vai voltar a pagar Auxílio Emergencial.
Provavelmente, mensalmente vai ser paga a quantia de R$ 200.
Embora não tenha dito no programa, o Auxílio Emergencial pode ter novo nome: Bônus de Inclusão Produtiva.
DECISÃO: Governo federal tem prazo para informar prioritários
O governo federal tem cinco dias para, com base em critérios técnico-científicos, divulgar qual será a ordem de preferência entre os grupos prioritários para vacinação. Deve também especificar com clareza, dentro dos respectivos grupos, a ordem de precedência dos subgrupos nas distintas fases de imunização contra a Covid-19.
A ordem foi dada pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, que nesta segunda-feira (8/2) concedeu parcialmente a liminar pleiteada em arguição de descumprimento de preceito fundamental ajuizada pelo Rede Sustentabilidade. A liminar passará por referendo do Plenário da corte.
Sergio Silva / PMA
Lewandowski decidiu com base na 2ª atualização do Plano Nacional de Vacinação, enviada ao Supremo pelo Ministério da Saúde, em cumprimento a ordem judicial. Nela, estabeleceu-se que a população que será imunizada prioritariamente, sem, no entanto, detalhar adequadamente, dentro daquele universo de cerca de 77 milhões de pessoas, qual a ordem de cada grupo de pessoas.
Essa lacuna, segundo o ministro, deve levar o Judiciário a ser cada vez mais acionado, com risco de decisões judiciais conflitantes em diversos estados. O perigo da omissão sobre a discriminação categorizada dos primeiros brasileiros a serem vacinados está, também, no fato de que o Brasil ainda não tem quantidade suficiente de vacinas sequer para atender a essas 77 milhões de pessoas.
“Ao que parece, faltaram parâmetros aptos a guiar os agentes públicos na difícil tarefa decisória diante da enorme demanda e da escassez de imunizantes, os quais estarão diante de escolhas trágicas a respeito de quais subgrupos de prioritários serão vacinados antes dos outros”, afirmou.
Desta forma, ordenou que o governo refine a ordem de vacinação dos grupos prioritários, cm base nos princípios da publicidade e da eficiência, no direito à informação na obrigação da União de planejar e promover a defesa permanente contra as calamidades públicas e no dever incontornável cometido ao Estado de assegurar a inviolabilidade do direito à vida.
A ordem foi dada pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, que nesta segunda-feira (8/2) concedeu parcialmente a liminar pleiteada em arguição de descumprimento de preceito fundamental ajuizada pelo Rede Sustentabilidade. A liminar passará por referendo do Plenário da corte.
Lewandowski decidiu com base na 2ª atualização do Plano Nacional de Vacinação, enviada ao Supremo pelo Ministério da Saúde, em cumprimento a ordem judicial. Nela, estabeleceu-se que a população que será imunizada prioritariamente, sem, no entanto, detalhar adequadamente, dentro daquele universo de cerca de 77 milhões de pessoas, qual a ordem de cada grupo de pessoas.
Essa lacuna, segundo o ministro, deve levar o Judiciário a ser cada vez mais acionado, com risco de decisões judiciais conflitantes em diversos estados. O perigo da omissão sobre a discriminação categorizada dos primeiros brasileiros a serem vacinados está, também, no fato de que o Brasil ainda não tem quantidade suficiente de vacinas sequer para atender a essas 77 milhões de pessoas.
“Ao que parece, faltaram parâmetros aptos a guiar os agentes públicos na difícil tarefa decisória diante da enorme demanda e da escassez de imunizantes, os quais estarão diante de escolhas trágicas a respeito de quais subgrupos de prioritários serão vacinados antes dos outros”, afirmou.
Desta forma, ordenou que o governo refine a ordem de vacinação dos grupos prioritários, cm base nos princípios da publicidade e da eficiência, no direito à informação na obrigação da União de planejar e promover a defesa permanente contra as calamidades públicas e no dever incontornável cometido ao Estado de assegurar a inviolabilidade do direito à vida.
A Secretaria Municipal da Saúde de Aracaju informa que até às 18h desta segunda-feira, 8, foram imunizadas 11.039 pessoas contra a covid-19.
A SMS informa também que foram registrados 357 novos casos de covid-19 na capital e três óbitos. Sendo uma mulher com 86 anos, doença cardíaca crônica, diabetes e doença renal crônica (óbito dia 5); e dois homens: 84 anos, hipertensão e Alzheimer (óbito dia 8), 43 anos, hipertensão e obesidade (óbito dia 7).
Dos novos casos confirmados, 199 são mulheres, com idade entre um e 83 anos; e 157 homens com idade entre três e 85 anos.
Erasmo Salomão / MS
Com isso, sobe para 71.147 o número de pessoas diagnosticadas com covid-19 em Aracaju. Dessas, 161 estão internadas em hospitais; 3.048 estão em isolamento domiciliar; 66.912, que estavam infectadas já estão recuperadas; e 1.026 vieram a óbito.
Há 16 pacientes suspeitos internados, que aguardam resultados do exame.
Foram descartados 64.394 casos do total de 135.557 testes.
A Secretaria Municipal da Saúde reforça que, apesar da campanha de imunização ter iniciado, os cuidados devem continuar sendo seguidos, incluindo o uso de máscara, manter o distanciamento social, bem como do hábito de lavar as mãos e do uso de álcool gel.
Aracaju, uma das 6 com cesta básica em queda
O preço da cesta básica aumentou em janeiro em 13 das 17 capitais brasileiras que são analisadas na Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
A maior alta foi registrada em Florianópolis (5,82%), seguida por Belo Horizonte (4,17%) e Vitória (4,05%). Por outro lado, ela apresentou queda em quatro capitais nordestinas: Natal (-0,94%), João Pessoa (-0,70%), Aracaju (-0,51%) e Fortaleza (-0,37%).
Tânia Rêgo / Agência Brasil
A capital que teve a cesta básica mais cara do país, no mês de janeiro, foi São Paulo. O custo médio dos produtos que compõem a cesta básica, na capital paulista, foi estimado em R$ 654,15, alta de 3,59% na comparação com dezembro do ano passado. Em 12 meses, o valor do conjunto de alimentos subiu 26,40% em São Paulo.
Com base no preço da cesta básica de São Paulo, a mais cara observada pela pesquisa, o Dieese estimou que o salário mínimo necessário para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 5.495,52, o que corresponde a 5 vezes o valor do salário mínimo já reajustado, de R$ 1.100, 00.
Em 11 das 17 capitais analisadas pela pesquisa, a cesta básica custa mais da metade do salário mínimo atual. As exceções são Belém, Salvador, Recife, João Pessoa, Natal e Aracaju.
Inep anula questão de matemática do Enem digital
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anulou uma questão de matemática do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 Digital. Trata-se da questão 140 no caso do Caderno 5 (Amarelo); questão 148 no Caderno 6 (Cinza); questão 157 no Caderno 7 (Azul); e questão 165 no Caderno 8 (Rosa).
Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Em nota, o instituto explicou que identificou que a questão já havia aparecido em uma edição anterior do Enem, na prova aplicada para Pessoas Privadas de Liberdade (Enem PPL). O Inep também afirmou que a anulação não muda o cálculo de estimativa de nota obtida pelo candidato.
“O cálculo estatístico da nota do Enem, de acordo com a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), considera a combinação da coerência do padrão de resposta com o pressuposto da cumulatividade, além das características (parâmetros de complexidade) de cada item. Por isso, a anulação de uma questão, ou mesmo a aplicação de provas com itens diferentes, não compromete o processo de estimação da nota dos participantes”.
As provas do Enem digital foram aplicadas nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. O resultado final, tanto da versão impressa quanto da digital e da reaplicação, será divulgado no dia 29 de março. Os candidatos podem usar as notas para concorrer a vagas no ensino superior, por meio de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições privadas, e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
URGENTE: O senador de Sergipe que mais gastou em 2020
Pedro França / Agência Senado
Congresso em Foco publica levantamento dos gastos públicos dos parlamentares federais de todo o Brasil em 2020.
No levantamento, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) aparece entre os 10 que mais gastaram recursos públicos em 2020.
Ele também figura entre os 5 que mais gastaram o cotão: R$ 279,2 mil.
De acordo com Congresso em Foco, o senador Rogério Carvalho gastou em 2020 R$ 132 mil.