Em Sergipe, muita gente esquece a pergunta célebre de Garrincha: “já combinou com os russos?”
Sobre as eleições de 2022: que tal perguntar a políticos e setores da imprensa: já combinaram com o eleitorado?
Por exemplo: dos grandolas da oposição em 2018, ninguém tem chance em qualquer chapa majoritária.
Perderam espaço. TODOS das chapas majoritárias com alguma chance de vitória estão no mesmo lado, o do governo.
Isso, sem o governo comprar nenhum deles.
Tem gente que aparece todos os dias na imprensa entre os pretensos e procurados candidatos ao Senado. Disputará a eleição para deputado federal.
Agora, aparece quem diga que pretende disputar o Governo ou o Senado. Nem uma coisa nem outra!
Os “nomes” de 2018 não têm a menor chance em qualquer chapa majoritária que se forme para 2022.
Se não forem restabelecidas as possibilidades de coligação eleitoral, tem partido que, de 3, terá, no máximo, um deputado estadual, e boa parte não voltará para a Assembleia Legislativa.
Investigada deu golpes de R$ 300 mil
Uma operação conjunta entre o Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri), da Polícia Civil de Sergipe, e do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), da Polícia Civil da Bahia, resultou no cumprimento do mandado de prisão de Lorena Ketelin da Silva, 23 anos. Ela é investigada por captar contas bancárias para o uso em golpes praticados em um site de vendas. A prisão ocorreu na cidade baiana de Simões Filho e foi divulgada nesta terça-feira (11).
De acordo com a delegada Luana Guedes, a investigada cooptava pessoas para fornecerem suas contas bancárias para a prática do estelionato. “Ela tinha como responsabilidade captar contas laranja para o recebimento de quantias oriundas de golpes envolvendo a comercialização de veículos na internet. O prejuízo das vítimas foi superior a R$ 300 mil. A cada depósito, o valor era sacado imediatamente. As investigações continuam para descoberta de todos os indivíduos e individualização de suas condutas”, detalhou.
Departamento de Crimes contra o Patrimônio
Luana Guedes destacou também que o procedimento investigativo, conduzido pela Polícia Civil de Sergipe, prossegue para identificar a participação de outras pessoas no golpe. “As diligências continuam, pois sabemos que há outras pessoas e que Lorena era responsável apenas por captar essas contas de pessoas próximas. Aqueles que emprestaram as contas também podem ser indiciados, se percebermos que, de algum modo, eles contribuíram para o golpe. Ela foi ouvida e confessou a prática delitiva”, revelou.
A delegada Suirá Paim explicou que o golpe sempre deixa duas vítimas, tanto o vendedor, quanto o comprador do bem anunciado no site. “O golpe é antigo e vem ocorrendo desde anos anteriores, se intensificando bastante durante a pandemia. O estelionatário, por meio do site de vendas, verifica o anúncio verdadeiro, entra em contato com o vendedor e se mostra interessado na compra do bem. Ele solicita que o vendedor retire o anúncio e, a partir daí, cria um anúncio falso, colocando o bem abaixo do valor anunciado”, informou.
Suirá Paim mencionou ainda que, a partir do anúncio falso, o estelionatário consegue realizar um encontro entre ambas as vítimas para a concretização do golpe. “A partir de então, ele provoca o encontro entre comprador e vendedor, fazendo com que eles omitam informações importantes. Ocorre a transação e o dinheiro é depositado na conta de um terceiro. Somente a partir daí, é que as vítimas percebem que caíram num golpe”, narrou a delegada.
A delegada orientou que é preciso verificar questões importantes no tocante aos valores e à titularidade da conta para a qual será feito o pagamento. “Chamamos a atenção para que as pessoas redobrem os cuidados nas transações feitas pela internet. Se a transação é lícita, não existe razão para que sejam omitidas informações. É preciso prestar atenção na conta fornecida para o depósito do pagamento. A conta deve estar no nome do proprietário do bem, além de ser verificado se a conta é de fora do estado”, esclareceu.
Naufraga na Barra embarcação com 3 tripulantes
Marinha do Brasil/Divulgação
Um barco de pesca naufragou na noite desta segunda-feira, 10, no município de Barra dos Coqueiros.
O barco tinha 3 tripulantes.
Os tripulantes foram atendidos pelo Samu no terminal. O barco naufragou.
“Fura-filas” no Instituto de Criminalística de Sergipe: MPE arquiva denúncia
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Inicialmente, cabe esclarecer que todos os servidores do Instituto de Criminalística (IC) selecionados para vacinação contra o SARS-CoV-2 seguiram todos os trâmites administrativos e legais para tal, conforme tratativas junto à Secretaria Municipal da Saúde. Tudo foi tratado de forma legítima e transparente, junto aos órgãos competentes e de fiscalização, inclusive do Ministério Público Estadual, COGERP e SSP.
Após manifestação anônima perante a Ouvidoria do Ministério Público sobre a vacinação dos servidores do Instituto de Criminalística, a Direção se manifestou esclarecendo os fatos.
Destarte, no dia 06 de maio de 2021, a 2a PROMOTORIA DE JUSTIÇA DOS DIREITOS DO CIDADÃO DE ARACAJU do Ministério Público Estadual despachou que:
“Isto posto, considerando que nenhum ato ilegal foi praticado pelo Instituto de Criminalística no que respeita à vacinação dos seus servidores, estando suficientemente esclarecedoras as informações prestadas, inexiste justa causa para a continuidade da investigação e instauração de Notícia de Fato. Arquive-se.”
MPE
EXTRA! Globo não terá, pelo menos a exclusividade sobre o Paulistão
Reprodução
Para o Campeonato Paulista de 2022, a Federação Paulista de Futebol decidiu negociar por pacote de jogos, o que impedirá que uma só empresa transmita todos os jogos.
A Globo já fez proposta de renovação do contrato, atualmente de R$ 225 milhões para todas as mídias, abertas e fechadas, inclusive o pay-per-view.
A FSF está negociando com oito empresas.
Não se sabe o valor, mas a Globo ofereceu pela renovação proposta menor do que paga pela competição.
Preso acusado de abusar sexualmente de 6 crianças em Aracaju
Nessa segunda-feira (10), na zona Norte de Aracaju, equipes da Delegacia de Atendimento à Criança e Adolescente Vítima (Deacav), da Polícia Civil, cumpriram mandado de prisão preventiva contra um homem suspeito de abusar sexualmente de seis crianças na capital sergipana.
Segundo os delegados Ronaldo Marinho e Josefa Valéria, do Deacav/DAGV, o homem tinha contato próximo às vítimas e suas respectivas famílias, e se aproveitava de tal fato para se aproximar das crianças, inclusive com brincadeiras, para posteriormente abusa-las. Os crimes ocorriam no ambiente de trabalho do investigado e também em via pública.
De acordo com o delegado Ronaldo Marinho, no inquérito policial aberto na delegacia, o homem negou qualquer tipo de conduta com teor sexual, mas em termo interrogatório, após sua prisão, confessou os detalhes dos crimes. Ele já foi encaminhado ao sistema penitenciário e o juiz responsável pelo processo já foi comunicado da prisão. A Polícia Civil solicita à população que, em casos de crimes similares, denuncie via telefone 181, pois o sigilo é garantido.
“A participação da população para denunciar este tipo de crime é de extrema importância. Se a pessoa presenciar qualquer sinal de abuso ou de um relacionamento incompatível com a idade entre um adulto e uma criança e a pessoa sabe que não ele não é o pai ou um parente próximo, deve ligar para o Disque-Denúncia 181 ou para a Polícia Militar no 190. É fundamental a participação de todos no enfrentamento do abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, pois justamente agora no próximo dia 18 de maio, comemoramos o Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, destacou o delegado.
CPI da Covid na Alese
Jadílson Simões/Alese
A jornalista Rita Oliveira publica nesta terça-feira, 11, em sua coluna:
Já assinaram
Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Georgeo Passos (Cidadania) já tem sete assinaturas das oito necessárias para instalação da CPI da Covid em Sergipe. Já assinaram o requerimento os três parlamentares do Cidadania – Kitty Lima, Samuel Carvalho e o próprio Georgeo-, e os deputados Gilmar Carvalho (PSC), Iran Barbosa (PT) e Rodrigo Valadares (PTB), além de um outro que ainda não externou posição.
Justificativa
Gilmar Carvalho revelou, em sessão remota da Assembleia, que assinou o requerimento e apoia a CPI da Covid por ser sempre a favor de que a verdade precisa ser apurada em todas as esferas. “Quem não deve não teme”, afirmou, sugerindo a inclusão da investigação acerca dos chamados “fura fila”, divulgados pela imprensa sergipana.
Rita Oliveira
ATENÇÃO! Anvisa pede suspensão de vacina da Astrazeneca para grávidas
Vacina de Oxford/AstraZeneca – Tânia Rêgo/Agência Brasil
A Anvisa recomendou nesta segunda-feira (10/5) a suspensão imediata do uso da vacina Covid da AstraZeneca/Fiocruz em mulheres gestantes. A orientação está em Nota Técnica emitida pela Agência.
A orientação da Anvisa é que a indicação da bula da vacina AstraZeneca seja seguida pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). A orientação é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas Covid em uso no país.
O uso “off label” de vacinas, ou seja, em situações não previstas na bula, só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios da vacina para a paciente. A bula atual da vacina contra Covid da AstraZeneca não recomenda o uso da vacina sem orientação médica.
Respiradores e Hospital de Campanha na mira da CPI da Covid
André Moreira / PMA
Como NE Notícias informou, secretários de Saúde de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe deverão prestar depoimento na CPI da Covid, instalada no Senado Federal.
Os senadores querem esclarecimentos sobre recursos repassados ao Consórcio Nordeste em contratos para a compra de respiradores. Aliás, respiradores que nunca chegaram nem jamais chegarão.
Também como NE Notícias informou, senadores cobram esclarecimentos sobre o Hospital de Campanha de Aracaju.
Polícia Federal desarticula esquema criminoso bilionário de fraudes em vários lugares
A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (11/5) a Operação Black Flag, para apurar crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e de lavagem de dinheiro na ordem de R$ 2,5 bilhões. É investigada uma organização criminosa que montou uma complexa rede com pessoas físicas e jurídicas fictícias, responsável por movimentações financeiras fraudulentas.
No total, 220 policiais federais e 50 servidores da Receita Federal participaram da operação, com buscas e prisões nos estados de Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. São cumpridos 15 mandados de prisão e 70 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Primeira Vara Federal de Campinas.
A Operação Black Flag é um esforço em conjunto da Receita Federal, Polícia Federal e Ministério Público — Divulgação
Entre as medidas cumpridas, está o bloqueio de contas e investimentos no valor de R$ 261 milhões de reais, sequestro de bens imóveis e congelamento de transferências de bens móveis. Também foi determinado o afastamento de um policial federal do exercício do cargo.
A investigação iniciou-se há dois anos e contou com a atuação conjunta da Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal. As fraudes foram descobertas a partir de ações fiscais da Receita Federal, que detectou movimentações financeiras suspeitas.
Com a instauração do inquérito policial e o avanço das investigações, descobriu-se uma complexa rede de pessoas físicas e jurídicas fictícias que chegou a movimentar R$ 2,5 bilhões em operações financeiras. O objetivo dessas operações era propiciar aos integrantes da organização criminosa um alto padrão de vida, com a aquisição de veículos de luxo, imóveis, lanchas e patrocínio de esporte automobilístico.
Para proteger o patrimônio, foram criadas empresas que assumiram a propriedade dos bens e os blindaram de eventuais ações fiscais, cujos créditos já apurados pela Receita Federal ultrapassam R$ 150 milhões. A origem de recursos que iniciou um sistêmico processo de fraude é pública, já que a primeira empresa fictícia obteve um contrato com uma agência de fomento econômico estatal e outro com a Caixa Econômica Federal, no valor total de 73 milhões de reais na época do fato (2011), o que, em valores corrigidos, importa em aproximadamente 100 milhões de reais.
Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro, crimes contra a ordem tributária, estelionato, falsidade ideológica e material e organização criminosa.
Veja os municípios:
Fortaleza, CE Aquiraz, CE Brasilia, DF Paraty, RJ Guarujá, SP São Paulo, SP Campinas, SP Valinhos, SP Indaiatuba, SP Sumaré, SP