Fuga de detento em Sergipe

Detento do COMPAJAF. presídio localizado no bairro Santa Maria, em Aracaju, fugiu para local até agora ignorado.

É a primeira fuga depois de 3 anos e meio de gestão do secretário de Justiça, Cristiano Barreto.

A polícia está tentando prender o fugitivo.

Técnicos na rodovia Itaporanga/Itabaiana

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (Sedurbs), informa que uma equipe técnica do Departamento de Infraestrutura Rodoviária de Sergipe (DER) já está na rodovia que liga os municípios de Itabaiana e Itaporanga para resolver o problema do rompimento de uma tubulação na altura do povoado Ipanema que deixou a rodovia completamente interditada.O rompimento ocorreu nesta madrugada, devido as fortes chuvas das últimas horas no estado de Sergipe.

O DER esclarece que a rodovia está em obras, mas o trecho atingido já estava asfaltado. Segundo o Diretor-Presidente do DER, Carlos Alberto Araújo, técnicos do órgão já foram ao local para fazer o levantamento da situação O diretor-presidente esclareceu ainda que a empresa responsável pela obra, o consórcio Torre Patrol, está no local examinando o ocorrido para fazer a recuperação imediatamente. Enquanto isso não ocorre existe um desvio pela fazendo Escurial.

Para chegar à Aracaju, quem está nos povoados Ipanema e Mata do Ipanema vai acessar a fazenda Escurial, pegar a BR-101 e seguir para a capital.

De Aracaju para chegar aos povoados, é preciso ir pela BR-101, acessar a fazenda Escurial e ir para os povoados Ipanema e Mata do Ipanema. Quem tiver no assentamento 13 de Março vai ter que vir pelo povoado Pedrinhas, depois Cafuz, sair na BR-235 e vir para Aracaju e de volta fazer o movimento contrário.

Cinegrafista da Globo agredido

Em Minas Gerais, um cinegrafista de emissora afiliada da Globo sofreu agressão física.

Comerciante, que pronunciava palavras bolsonaristas, é suspeito de ter agredido o profissional de imprensa.

A polícia prendeu o comerciante. Foi levado à delegacia para prestar esclarecimentos.

Deso afirma que inundações não têm nada a ver com Poxim

A Companhia de Saneamento de Sergipe – DESO vem a público informar que não há risco de rompimento da estrutura da Barragem do Poxim.

Ela passa por constantes vistorias de auditores independentes que atestam sua integridade estrutural e que a mesma foi concebida para operar em períodos de chuvas e cheias,  como o atual, cumprindo com a sua principal função que é a acumulação de água,  mas também colaborando com o represamento de água de águas da chuva que poderiam agravar o quadro de alagamentos em pontos da região metropolitana de Aracaju.                                                                                                                                                                                         

No momento, a Barragem do Poxim está  com 99 % de sua capacidade e deverá  verter , como vem ocorrendo nos últimos anos. A água que sai quando a barragem verte não causa inundação.  As inundações acontecem quando o volume de chuvas é elevado somado ao momento que a maré está alta.                                                                                                                                                                                             

O diálogo entre a DESO, SEDURBS e as entidades de Defesa Civil do Estado e Municípios é constante,  e temos desses órgãos o reconhecimento de que sem a Barragem do Poxim, as cheias que afligem parte da população às margens do Rio Poxim  seriam mais recorrentes e de maior gravidade.

Largo da Aparecida: área alagada mais uma vez

O Largo da Aparecida volta a sofrer alagamento.

A Barragem do rio Poxim está com sua capacidade esgotada e começou a transbordar.

O primeiro registro de enchente no Lago da Aparecida, se estendendo pelo bairro Jabotiana, ocorreu em 1980.

Desta vez, a Defesa Civil do Município retirou 45 pessoas do Largo da Aparecida.

Registro e Licenciamento de Veículo Eletrônico sem sair de casa

Os motoristas sergipanos já podem imprimir por conta própria o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), por meio do site do Detran/SE. Os proprietários de veículos não precisam mais aguardar a entrega pelos Correios ou se dirigir a uma das unidades da autarquia, como recomenda o governo do Estado devido à pandemia do novo coronavírus.

O documento impresso em casa tem total validade jurídica para rodar com o veículo, assim como o CRLV Digital. A validação se dá por meio da leitura do QRCode inserido no documento.

Para obter a versão para impressão, o proprietário deve acessar o site www.detran.se.gov.br, clique em SERVIÇOS, em seguida em VEÍCULOS e então selecione em OUTROS SERVIÇOS a opção EMITIR VERSÃO IMPRESSA DO CRLV.

A impressão deverá ser em papel sulfite branco e formato A4, com tinta preta, em página única.

CRLV Digital

Além da versão imprimível, o CRLV-e também está disponível na forma digital, dentro do aplicativo gratuito Carteira Digital de Trânsito. A versão virtual dispensa o porte de documento em papel. Ela possui a mesma validade jurídica do papel-moeda.

Brasil é o 4º com maior mortalidade por Covid-19

A Suécia é o País com maior mortalidade por Covid-19 no mundo.

A informação é do projeto Our World in data.

O projeto traça a lista de países com maior taxa de mortalidade por semana.

Abaixo dos suecos, vem o Reino Unido (5,57 por 1 milhão), Estados Unidos (4,11) e Brasil (3,74).

Reprovação a Bolsonaro bate recorde

Nova pesquisa encomendada pela XP Investimentos ao Ipespe mostra que a reprovação ao governo do Presidente Jair Bolsonaro bate recorde.

Para 50% dos entrevistados, a administração é ruim ou péssima.

A aprovação (boa ou ótima) é de 25%.

Disseram que a administração é regular 23% dos entrevistados.

Responsabilidade pela crise econômica

Culpa de Lula: 25%

Culpa de Bolsonaro: 23%

Culpa de Dilma Rousseff: 12%

Culpa de Michel Temer: 9%

Culpa de fatores externos: 14%

O Ipespe fez 1.000 entrevistas telefônicas com operadores entre os dias 16 e 18 de maio. A margem de erro é de 3,2 pontos

Feriado antecipado em Sergipe

Os deputados aprovaram por unanimidade, em regime de urgência, na sessão remota desta quarta-feira, 20, o Projeto de Lei Ordinária nº 112/2020, que antecipa o feriado do dia 8 de julho (Emancipação Política de Sergipe), para a próxima sexta-feira, 22.

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Júnior Ventura / Rede Alese

O PL é de autoria do Poder Executivo com o objetivo de diminuir o fluxo de pessoas nas ruas, aumentando o isolamento social em virtude do crescimento dos casos de covid-19 em Sergipe e consequentemente o impacto na taxa de ocupação de leitos.

43 dos 75 municípios sergipanos registram índices de isolamento muito baixo (inferior a 50%) ou baixo (entre 50% e 59%).

Com a alteração, o ponto facultativo de sexta-feira (para servidores públicos estaduais), conforme Decreto Estadual, excepcionalmente, será transferido para a terça-feira, 26 e com isso, o Governo do Estado cria um feriadão, pois as segundas-feiras já estão com a determinação de ponto facultativo. O expediente segue normal na quarta-feira, 27.

Campanha Fica em Casa

No texto do Projeto de Lei Ordinária, o governo de Sergipe justifica que a antecipação do feriado da Emancipação Política de Sergipe, comemorado anualmente em 8 de julho, para o dia 22 de maio (por força do art. 269 da Constituição Estadual), será em razão da grave crise sanitária provocada pela pandemia da covid-19.

O projeto determina aos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual, envolvidos direta ou indiretamente, no combate à Covid-19, que reforcem a campanha “Fica em Casa”, conscientizando sobre a importância do isolamento social.

Mantida prisão preventiva de desembargadora

​​​​Por unanimidade, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a prisão preventiva de uma desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) investigada na Operação Faroeste.

A operação apura a atuação de organização criminosa composta por advogados e servidores do TJBA que fariam a intermediação na venda de decisões judiciais por desembargadores e juízes. Segundo os autos, agricultores do oeste baiano envolvidos em conflitos fundiários eram forçados pela organização a fechar acordos desvantajosos, sob pena de perderem suas terras. Os investigados também usariam empresas e “laranjas” para dissimular os ganhos obtidos com a atividade criminosa.

No último dia 6, o STJ recebeu a denúncia contra a desembargadora e outros acusados pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. O tribunal também ratificou o afastamento dos magistrados denunciados do exercício de seus cargos, pelo prazo de um ano, contado de fevereiro. 

Crimes cont​​inuaram

No agravo regimental apresentado à Corte Especial, a defesa da desembargadora alegou excesso de prazo na prisão preventiva e ausência de necessidade da medida. Pediu a substituição da prisão por medida cautelar alternativa, argumentando que a concessão da liberdade não traria perigo à ordem pública, à aplicação da lei penal ou à instrução processual.

Ao manter a decisão que decretou a prisão preventiva, o relator, ministro Og Fernandes, registrou que as atividades ilícitas investigadas continuaram mesmo após a deflagração da Operação Faroeste.

Ele ressaltou que, após o início das investigações – que resultaram no afastamento e na prisão preventiva de desembargadores e juízes do TJBA –, foi apreendido o montante de R$ 250 mil, entregue como propina em 17 de março, o que ocasionou a prisão temporária – posteriormente convertida em preventiva – de outros envolvidos no esquema.

“Chama a atenção o fato de as atividades ilícitas da organização criminosa não terem se interrompido mesmo em plena pandemia de coronavírus (Covid-19), que agora embasa os pedidos de liberdade dos membros do grupo”, afirmou o relator.

Cautel​​ares

Segundo o ministro, não é cabível a adoção de medidas cautelares alternativas, pois estão presentes os requisitos exigidos para a prisão preventiva.

“Importante registrar que a instrução nem sequer se iniciou, e que apenas o recebimento da denúncia não faz com que a prisão preventiva se torne inútil ou desnecessária. Em princípio, somente se poderá considerar como garantida a instrução criminal com o seu término, quando não mais existir risco real de ocultação ou destruição de provas, após a oitiva das testemunhas”, destacou.

O relator também refutou o argumento da defesa quanto ao excesso de prazo da prisão cautelar da desembargadora. Segundo Og Fernandes, os prazos fixados na legislação para a prática de atos processuais consistem em parâmetros, “não se podendo deduzir o excesso apenas em função da soma aritmética deles”. 

Tramitaçã​​​o rápida​

O ministro lembrou a complexidade da investigação, que envolve grande número de investigados e o concurso de diversos crimes, além de um enorme material probatório ainda a ser periciado. 

Og Fernandes observou que o trâmite processual tem sido rápido, lembrando que a Operação Faroeste foi deflagrada em 19 de novembro do ano passado e já em 10 de dezembro havia denúncia oferecida.

“O oferecimento de denúncias de forma fatiada foi bem justificado pelo Ministério Público Federal, com a divisão por tipos de crimes cometidos (sendo a primeira por lavagem de dinheiro e organização criminosa, e as seguintes por atos diversos de corrupção), em virtude da existência de núcleos especializados de atuação dentro da organização criminosa. Não se justifica, assim, a alegação de excesso de prazo da prisão provisória”, observou.

Ordem públi​​ca

Og Fernandes disse que a decretação da prisão preventiva da denunciada se baseou na necessidade de garantia da ordem pública. 

Segundo ele, os fatos apurados até o momento indicam que a desembargadora exerce papel de destaque dentro do esquema de venda de decisões judiciais, lavagem de dinheiro e organização criminosa, e poderia continuar praticando tais atividades ilícitas se não estivesse presa. 

“Ao contrário do quanto alegado pela requerente, não houve modificação da conjuntura fático-jurídica e probatória apta a gerar qualquer alteração na decisão anteriormente proferida”, afirmou.

Covid-​​19

Sobre a alegação trazida posteriormente pela defesa, de que a desembargadora se enquadraria em grupo de risco da pandemia do novo coronavírus, o ministro destacou que estão sendo observados todos os requisitos previstos na Resolução 62/2020 do Conselho Nacional de Justiça no que tange à adoção de medidas sanitárias preventivas pelo sistema prisional do Distrito Federal, onde ela se encontra.

Og Fernandes afirmou ainda que a desembargadora está recolhida em sala de estado maior, em uma cela individual, com a presença de equipe de saúde no complexo prisional, pronta para atendimento de eventuais necessidades.

“As doenças alegadas – hipertensão e diabetes – são patologias comuns a grande parte da população brasileira, e controláveis por meio de remédios ou de mudança de hábitos, bem como uma alimentação adequada. Como visto nas informações prestadas pelo sistema de custódia, os detentos já estão tendo acesso às medicações específicas que lhes foram recomendadas, bem como à dieta adequada por conta da diabetes”, esclareceu.

O ministro ressaltou que tem acompanhado diariamente notícias sobre a saúde dos acusados presos preventivamente e, com o auxílio de informações da Vara de Execuções Penais, verificou que a evolução do número de casos de pessoas contaminadas pelo coronavírus no sistema prisional do DF não se deve a negligência, e sim ao fato de terem sido feitos, até 12 de maio, 2.608 testes – o que corresponde a 94% de todos os testes realizados nos presídios do Brasil.