
O secretário da Casa Civil do Rio de Janeiro, André Moura, jamais indicou qualquer pessoa para ocupar cargos na direção nacional da Dataprev ou na Previc.
E nunca teve relação com Arthur Pinheiro Machado nem com Ricardo Siqueira Rodrigues.
E registre-se que, além disso, as demandas indicadas na delação não foram atendidas.
Portanto não há sentido algum, nem coerência, em pagamento de propina para resultado negativo da reivindicação dos delatores.

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