Na coluna de hoje, Marcos Aurélio analisa o cenário político de Sergipe e questiona a falta de unidade da Oposição para enfrentar o governador Fábio Mitidieri nas eleições de 2026.

QUEM VAI ENCARAR FÁBIO MITIDIERI? PARTE I
Essa é a pergunta que todos os sergipanos e sergipanas estão fazendo hoje, quando pensam na eleição de 2026 e pela incerteza da resposta, fica demonstrado a desorganização com que a Oposição vem agindo nos últimos anos em Sergipe. Nem mesmo a conquista da segunda maior força política do Estado, a prefeitura de Aracaju foi capaz de fortalecer o bloco. E qual a razão para esse resultado pífio? Alguns poderão apontar a força do atual governador, que vem realizando ações em todos os 75 municípios sergipanos.
Ocorre que o próprio prefeito de Itabaiana, Valmir tem declarado que a “vaidade destruiu a Oposição”. O pato só não admite que essa vaidade também está nele que, em 2022, não cedeu o lugar à sua vice, a atual prefeita Emília, e aqui não importa quem vetou ou deixou de vetar. A verdade é que, se Valmir não fosse vaidoso, na condição de liderança, era dele a obrigação de decidir. Mas nesse episódio ficou evidente que não houve confiança para transferir a força eleitoral para a sua candidata a vice. Aguardemos os próximos passos.
QUEM VAI ENCARAR FÁBIO MITIDIERI? PARTE II
Sobre a desorganização da Oposição, finalizamos 2025 com declarações de Valmir atacando Emília e começamos 2026, com Emília reagindo e atacando Valmir e menosprezando Ricardo Marques, a quem definitivamente excluiu do seu rol, não só de aliados, mas de amigos também.
Agora já surgiu outro nome, o do delegado André David, que tem sido citado pela prefeita como nome preferido para a disputa ao governo, pelo grupo. Resta saber quem e quando deliberará sobre o real nome que disputará a eleição, enfrentando Fábio Mitidieri.
SAÚDE MENTAL
Um grave problema que tem atingido milhões de pessoas em todo o planeta, e que é preciso uma atuação forte dos gestores, em todos os níveis, a partir de base, os municípios, nas Unidades Básicas de Saúde, disponibilizando profissionais habilitados para acolher essas pessoas, e uma ampla campanha de comunicação, alertando e mostrando quais os sintomas que disparam esse grave problema de saúde. Para piorar, muita gente que vive próximo às pessoas adoecidas, acreditam que não passa de frescuras ou coisas sem importância e isso faz com que as vítimas não procurem ajuda médica. Fica o alerta!
Este texto reflete exclusivamente a OPINIÃO DO AUTOR e não representa necessariamente a posição de NE NOTÍCIAS.
Por Marcos Aurélio

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