
A Polícia Federal vinculou a primeira-dama do País, Michelle Bolsonaro, e um assessor do Palácio do Planalto que seria integrante do chamado gabinete do ódio a contas inaudênticas usadas para disseminar mensagens.
De acordo com as investigações, o presidente Bolsonaro, em campanha eleitoral, usou mensagens inaudênticas para angariar simpatia popular.
Na lista de supostos envolvidos, Michelle aparece como “esposa de Jair Messias Bolsonaro”.

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