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Senadores e um ex-parlamentar foram indiciados pela Polícia Federal por suposto envolvimento em um esquema de propina.

De acordo com as investigações, os políticos teriam recebido R$ 20 milhões de uma empresa farmacêutica em troca de favorecimentos no Congresso Nacional.
O caso, revelado pelo portal UOL, é um desdobramento da Operação Lava Jato iniciada em 2018.
A investigação está sob relatoria do ministro Edson Fachin no Supremo Tribunal Federal (STF). Caso a Procuradoria-Geral da República (PGR) ofereça denúncia e o Supremo a aceite, os políticos passarão de indiciados a denunciados.
A defesa do ex-parlamentar sem foro alega que ele colaborou efetivamente com a investigação.
Outra defesa classificada no caso qualificou as acusações como “ilações esdrúxulas”, enquanto um terceiro investigado optou por não se manifestar.
A empresa farmacêutica citada informou que finalizou apurações internas em 2020 e celebrou acordo de leniência em 2022, considerando o assunto encerrado.

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