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Em vários meios de comunicação (empresas), há o que chamam de “pejotização”.

Artistas, jornalistas, radialistas e outros, em vez de serem contratados com carteira assinada (CLT), “optam” por acordo envolvendo suas empresas pessoais, ou seja, pessoas jurídicas.

Para a Receita Federal, não passa de manobra para reduzirem alíquotas e sonegarem impostos, profissionais e empresas.

Em Sergipe, não é diferente do que ocorre em todo o País.

Arquivo

Na Globo, em vez de descontar 27,5% de seus rendimentos, como ocorre com pessoas físicas com salários maiores, os “pejotizados” pagam 15% sobre o total mais 10% sobre o que for maior (salários) de R$ 20 mil mensais.

Para a Receita Federal, a empresa e os artistas formam “organização criminosa”.

O âncora do Jornal Nacional, William Bonner, recebeu uma autuação milionária, assim como a Globo, e ambos estão recorrendo.

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Além dele, 20 outros profissionais também foram autuados. Assim como a Globo, recorreram à Justiça.

Em 2020, foram autuados 43 profissionais da emissora (empresa).

Também foram autuados profissionais da Record, CNN Brasil e GloboNews.

Em nota oficial, a Globo afirma que “todos os impostos são pagos regularmente e todas as formas de contratação, na emissora, são feitas legalmente”.