Morreu no Rio de Janeiro o trombonista sergipano Zé da Velha, ícone do choro, aos 83 anos. Segundo o G1, a causa da morte foi uma infecção bacteriana.

O músico estava internado após sofrer uma queda na calçada de casa, que resultou em uma cirurgia na bacia.
Nascido em Aracaju em 4 de abril de 1942, Zé da Velha se chamava José Alberto Rodrigues Matos. Ele começou a tocar trombone na adolescência e, aos 15 anos, integrou o conjunto Velha Guarda, grupo que lhe deu o apelido artístico.
Ao longo da trajetória, tocou com nomes da música brasileira, incluindo Pixinguinha e Jacob do Bandolim.
Nos anos 1980, conheceu o trompetista Silvério Pontes e, anos depois, a dupla lançaria seis álbuns: “Só Gafieira” (1995), “Tudo Dança” (1998), “Ele & Eu” (2000), “Samba Instrumental” (2003), “Só Pixinguinha” (2006) e “Ouro e Prata” (2012).
O sucesso do trabalho rendeu aos dois o apelido de “Menor Big Band do Mundo”.
Nas redes sociais, Silvério Pontes homenageou o parceiro, destacando a amizade e o amor entre eles.
Zé da Velha teve três filhos —Denise, Deise e Eduardo— com Dona Lurdes, falecida há mais de uma década. O aracajuano foi sepultado neste sábado (27) no Cemitério de Inhaúma, na zona norte do Rio de Janeiro.

O comentário é de responsabilidade do autor da mensagem; não representa a opinião de NE Notícias.