O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o itabaianense Luciano Oliveira dos Santos, vulgo “Popó Bolsonaro”, a 14 anos de prisão por ele ter participado em Brasília da tentativa de golpe de Estado no dia 8 de janeiro de 2023.

Bolsonarista radical, o réu ganhou notoriedade nas redes sociais por sua atuação como ativista favorável à tomada do Poder pela força. A defesa do condenado deve recorrer contra a decisão do STF.
Segundo o acórdão do STF, o réu participou, no dia 8 de janeiro de 2023, das invasões à Praça dos Três Poderes, que resultaram na depredação dos prédios do Palácio do Planalto, do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional.
“Popó Bolsonaro” foi preso no dia 9 de janeiro de 2023 no acampamento montado em frente ao Quartel-General do Exército. Desde então, passou a responder por crimes relacionados aos atos considerados antidemocráticos.
Em maio de 2023, ele obteve liberdade provisória mediante o cumprimento de medidas cautelares impostas pela Justiça.
Com a condenação, surge agora a discussão sobre o regime inicial de cumprimento da pena. Luciano já permaneceu aproximadamente um ano preso, período que poderá ser abatido do total da condenação. A legislação prevê que ele deverá cumprir ao menos um terço da pena para pleitear progressão de regime, o que abre a possibilidade de início no regime fechado ou, dependendo da decisão judicial e de eventuais recursos, no regime semiaberto.
Itnet

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