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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco pediu à ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, seis meses para tornar públicos os dados sobre quem solicitou os pagamentos feitos com o dinheiro do orçamento secreto em 2021.

Pedro França / Agência Senado

A jornalista Malu Gaspar, de O Globo, lembra que a divulgação de quais parlamentares foram agraciados pelas emendas, para onde foi o dinheiro e quais os critérios para a distribuição foi uma das determinações da ministra em uma liminar do início de novembro. 

Depois da liminar da ministra, todos os pagamentos foram suspensos. Sem dar transparência ao “Orçamento secreto”, o Congresso Nacional permite que os repasses continuem empenhados, mas o dinheiro, ou seja, as emendas, não seja liberado.

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Milhões de reais destinados a municípios de Sergipe aguardam liberação. Da liberação de alguns desses milhões, dependem alianças políticas para 2022.

O presidente do Senado pede seis meses para cumprir uma determinação de ministra da Suprema Corte, e tem mais: sobre os pagamentos feitos em 2020 e 2021, “não há como saber” os nomes dos parlamentares – deputadões federais e senadores – beneficiados.

Chamam isso de transparência.