Cresce a dívida líquida do Flamengo.

Publicado nesta quinta-feira, 1, o demonstrativo financeiro do clube mostra aumento, em 2020, da dívida líquida do clube em R$ 171,5 milhões.

O débito total é considerado controlado, mas exige contenção de gastos.

No final de 2020, o Flamengo fechou o ano com dívida total de R$ 681 milhões. No ano anterior, a dívida era de R$ 509 milhões.

A dívida é pouco superior à receita de 2020: R$ 669 milhões.

Como a premiação pelo título do Brasileirão só foi entregue este ano, a direção do clube estima receita de R$ 756 milhões, ou seja, acima da dívida.

Com contratações, com a de Gabigol, o clube terá que pagar este ano R$ 170 milhões. Isso sem contar Pedro, que o clube comprou da Fiorentina, da Itália, por R$ 88 milhões.

De transferências, o Flamengo tem a receber este ano R$ 99 milhões.

Desse dinheiro a receber, não estão incluídas as vendas de Yúri Cesar, Natan e Lincoln, que, juntas, têm valor um pouco inferior ao que foi investido em Pedro.

Pelo orçamento, o Flamengo terá que vender no meio deste ano de R$ 60 milhões a R$ 70 milhões.

Por tudo isso, o clube não tem previsão de contratação de grandes jogadores, como a de Rafinha, que estava acertado, mas provocou desistência e está no Grêmio.

Se não prevê grandes contratações, a direção também não quer saber de desmonte do clube.