O Sport Club Internacional comunica que Alexander Medina não é mais técnico do time. Também deixam o clube os auxiliares Fernando Machado e Jadson Vieira; os preparadores físicos Alexis Olariaga e Richard González; e o analista de desempenho Mariano Levisman.
O Clube agradece e deseja sorte e sucesso na sequência de suas carreiras.
O auxiliar técnico Cauan de Almeida assume como interino a partir do treino de sábado.
Os 10 mais valiosos do Flamengo – valores de transferências
10º – Bruno Henrique, 31 anos – € 6 milhões
9º – Everton Ribeiro – € 6 milhões
8º – Willian Arão – € 7 milhões
7º – Pablo – € 7 milhões
6º – Andreas Pereira – € 7,5 milhões
5º – Matheuzinho, 21 anos– € 8 milhões
4º – João Gomes, 21 anos – € 9 milhões
3º – Pedro – € 10 milhões
2º – Arrascaeta – € 17 milhões
1º – Gabigol – € 26 milhões
Em 18 meses, hackers violaram sistemas de tribunais no Brasil a cada 41 dias
Em 18 meses — de novembro de 2020 até abril de 2022 —, os tribunais brasileiros foram vítimas de 13 ataques cibernéticos de hackers, paralisando os trabalhos e provocando transtornos para advogados e a população. Isso significa, em média, um ataque a cada 41 dias.
As invasões aos sistemas de dados e informações ocorreram em São Paulo, Distrito Federal, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, e tiveram como alvo as cortes federais, criminais e eleitorais, estaduais e do Trabalho; mas, principalmente, as cortes superiores, como o STF, STJ e o TSE.
Essa estatística expõe uma situação grave, uma vez que as bases de dados dos tribunais ficam à mercê dos invasores e os serviços prestados para advogados e aos cidadãos, inacessíveis por vários dias, atrasando e adiando julgamentos e o andamento de todos os procedimentos judiciais.
Por exemplo, os sistemas do Tribunal Regional Federal da 3ª Região ficaram fora do ar por mais de uma semana após sofrerem ataque hacker no último dia 30. Essa invasão ocorreu quando o TRF-3 iria cumprir o prazo constitucional da expedição de precatórios, o que o levou a adiar a data.
Os hackers paralisaram os sistemas do tribunal federal e atingiram as ferramentas utilizadas para elaboração de minutas, conferência de dados pelas partes e transmissão de ordens de pagamento de precatórios.
“A maioria das invasões é no ambiente de tecnologia dos tribunais. É muito preocupante essa situação”, alerta Fernando Tasso, juiz de Direito no Tribunal de Justiça de São Paulo que atuou como gestor de Tecnologia da Informação (TI) da corte no último biênio.
Segundo Alexandre Libonati de Abreu, juiz auxiliar da presidência do Conselho Nacional de Justiça, a frequência de ataques cibernéticos aos tribunais brasileiros não é elevada, mas assim mesmo ele admite que o problema preocupa.
“A média de um (ataque) a cada 41 dias não é alta se comparada a ataques sofridos por estabelecimentos bancários ou sítios de compra, por exemplo, mas, independentemente da frequência, qualquer ataque a um órgão do Judiciário pode gerar consequências gravíssimas, e deve servir de alerta para que o assunto ‘segurança cibernética’ seja visto com a mesma (ou até maior) seriedade com que se vê a segurança física de instalações”, disse o juiz. “Os tribunais lidavam, até bem pouco tempo, apenas com processos físicos. A transformação digital se iniciou há 20 anos, tendo se acelerado apenas nos últimos anos. A ameaça digital, portanto, é um fenômeno recente no Judiciário”.
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Os objetivos
A finalidade dos ataques na internet violando a segurança desses sistemas é danificar ou destruir a rede de informações dos tribunais, mas também há motivação financeira e de competição pessoal entre os grupos hackers.
“Há uma predileção, e a motivação nem sempre é financeira. Há a motivação de mostrar a vulnerabilidade, a fraqueza e a debilidade dos sistemas com as invasões aos órgãos públicos, como os tribunais, mas também em outros órgãos federais” explica Tasso.
Ao paralisar as ferramentas do sistema de informações, há casos em que os hackers pedem resgate para liberar as atividades normalmente. Geralmente o pagamento precisa ser feito em criptomoedas.
Para Omar Kaminski, especialista em Direito Informático e internet, “o que tem prevalecido no Brasil, na esfera pública, é a chamada segurança por obscuridade — em que se acredita que, sem transparência, sem publicidade e sem detalhamento há uma menor expectativa de prejuízos e danos. Temo que esse número (13 ataques em 18 meses) possa ser ainda maior, a depender da competência e interesse dos hackers envolvidos”.
Especialistas em TI também afirmam que os hackers visam, entre outras coisas, ao dinheiro que circula nesses locais, originados de taxas judiciárias. São mais de dez taxas, que vão desde aquelas para petições, apelações, recursos e agravos de instrumento até as de inventários, divórcios e ações penais, entre outras.
Mas essas violações também visam a capturar dados sigilosos de identidade das pessoas dentro dos processos. De posse desse material, partem para sua venda no submundo do crime ou para extorsão do titular desses dados.
Venda de dados
No submundo do ativismo digital, esses dados de pessoas são extremamente valorizados e vendidos na deep web, que é uma parte da internet que não está indexada pelos mecanismos de busca, ficando fora do alcance do grande público.
É na deep web que fica guardado todo tipo de informação que requer senhas, logins, tokens e usa criptografia para ser acessada. Por exemplo, os sistemas de administração de sites e redes sociais, assim como informações bancárias de um correntista, e-mails pessoais e funcionais, mas, principalmente, os sistemas de administração de instituições estão na deep web.
Além disso, os dados sequestrados também podem ser vendidos na dark web, uma camada ainda mais profunda da internet, que contém um mundo de informações e conteúdo que não fica disponível para usuários comuns. Atividades ilícitas prosperam dentro da dark web.
De acordo com o advogado Alexandre Atheniense, especialista em Direito Digital e Tecnologia da Informação e sócio fundador da Alexandre Atheniense Advogados, o sequestro de dados pessoais dentro de uma corte tem como objetivo ganhos financeiros. “Isso hoje vale muito dinheiro na deep web“, observa.
Além dos sistemas de informação e paralisação dos processos judiciais eletrônicos e acesso ao banco de dados dos tribunais, as ações hackerstambém podem afetar a emissão de mensagens por e-mail e até mesmo o sistema telefônico. Foi o que aconteceu em março na Justiça Federal de Pernambuco, um ataque que deixou o site e os sistemas da seção judiciária totalmente fora do ar por alguns dias. O que levou à suspensão de prazos processuais e atendimentos virtuais.
Ego em alta
Diversão e competição também estão entre os objetivos das invasões hackers. Os criminosos, dentro de suas bolhas de ações, ganham destaque e prestígio quando conseguem entrar nos sistemas de informações dos grande e importantes cortes judiciais.
“Informação é poder. Essa onda de invasão é uma tentativa de obter poder. Mas também serve para desmoralizar o tribunal que não possui segurança compatível com a atividade que exerce. É uma glória para o hacker em sua tribo dizer que conseguiu tornar indisponível o sistema de um determinado tribunal por alguns dias”, destaca Atheniense.
São muitas as categorias de invasores em operação no Brasil. “Já acompanhei mais o hacktivismo, hoje em dia acho que se profissionalizaram, ou os que faziam isso há dez anos já devem ter procurado outra ocupação ou se aperfeiçoaram. É um submundo difícil de acompanhar, há desde os novatos, script kiddies (hacker novato), worms (pupa, verme, hacker ainda embrionário), até os que se julgam poderosos o suficiente para causar uma guerra”, explica Omar Kaminski. Mas todos conseguem provocar problemas nos sistemas invadidos.
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LGPD
E os ataques devem se intensificar e se tornam cada vez mais preocupantes. Por isso, todos defendem a correta aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o investimento em segurança e governança.
Lívia Bíscaro Carvalho, advogada coordenadora da área cível no Diamantino Advogados Associados, afirma que a questão traz à tona “a fragilidade do ponto de vista da proteção de dados, uma vez que os processos guardam desde informações pessoais das partes até documentos sigilosos e, inclusive, menção a contas bancárias que são vinculadas aos autos”.
“Visando ao restabelecimento da segurança foram necessárias medidas que suspenderam o atendimento e também os prazos, com reflexo inegável de atraso nos trâmites processuais; julgamentos terão de ser remarcados e haverá sobrecarga quando da retomada dos trabalhos”, destaca a advogada.
Beatriz Haikal, sócia de privacidade, proteção de dados e regulatório de novas tecnologias no BBL Advogados, também lamenta que ataques hackerstenham se tornado cada vez mais frequentes — e, em muitos casos, sua ocorrência está além do controle dos órgãos públicos e empresas.
“Embora nem tudo esteja sob a esfera de controle, algumas ações são fundamentais para mitigar e até evitar a ocorrência de danos. Nesse sentido, a LGPD estabelece princípios importantes a serem seguidos, como os da segurança e da prevenção”, comenta a advogada.
Na noite de uma sexta-feira, dia 1º de outubro de 2021, por exemplo, a infraestrutura tecnológica do TRT da 4ª Região, em Porto Alegre, registrou atividades maliciosas e suspeitas no sistema de informação e dados. O ataque cibernético havia ocorrido por volta do meio-dia do dia anterior. A ação pirata fez com que os serviços prestados fossem suspensos até que a equipe de TI solucionasse a situação e evitasse a extensão do ataque para outras estruturas do tribunal.
A criação de uma cultura de privacidade e proteção de dados, além da realização de treinamentos que preparem os colaboradores para lidar com os incidentes e afastar a vulnerabilidade digital, é defendida pela advogada Beatriz Haikal. Ela entende também que o processo de implementação de um sistema de segurança e de resposta a incidentes é uma tarefa permanente, que deve ser constantemente atualizada. “Mas, sem dúvida, as iniciativas de governança contribuem para a detecção mais eficaz e para uma resposta mais satisfatória, buscando afastar danos reputacionais e preservando os titulares de dados pessoais”, complementa.
O trabalho desenvolvido por parte de servidores nos tribunais também pode ser classificado como ponto facilitador para a atividade hacker nos sistemas de informação e dados dos tribunais. “As pessoas trabalham de maneira muito informal no que tange à operação dos sistemas. O fator humano é um problema. Os tribunais não se adequaram com naturalidade em termos de governança digital. São muito ingênuos na segurança de informação”, critica Atheniense, que pede maiores investimentos em sistemas e capacitação das pessoas.
Da mesma forma enxerga o problema Omar Kaminski. “Os desafios não param, e cada vez serão mais sofisticados. Há também de se investir em segurança corporativa e capacitação dos funcionários para que tratem e cuidem dos dados dos jurisdicionados com o máximo de atenção e cuidado. Ao menos até que a inteligência artificial assuma o trâmite”.
Uma das modalidades de invasão é chamada de ransomware, que é um software que entra no sistema e pode bloquear os computadores. O hacker, então, exige pagamento de resgate para desbloqueá-lo. “Essa invasão, geralmente, acontece onde os softwares são desatualizados”, alerta Renato Ópice Blum, chairman e sócio-fundador do Opice Blum, Bruno e Vainzof Advogados, especialista em Direito Digital.
Avião da Azul arremete duas vezes antes de pousar
Um avião da Azul que decolou do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, arremeteu na manhã de hoje (15) duas vezes antes de pousar no Aeroporto do Rio de Janeiro Santos Dumont. Previsto aterragem às 7h20, a aeronave pousou às 7h54. Não houve feridos.
“A Azul informa que o voo AD2797 (Campinas- Santos Dumont) arremeteu duas vezes ao tentar pousar no aeroporto de destino, em procedimento padrão e previsto na aviação. Após nova aproximação, a aeronave pousou em segurança e o desembarque dos clientes normalmente. A Azul lamenta eventuais aborrecimentos causados e destaca que ações como essa são necessárias para garantir a segurança de suas operações”, diz o comunicado da empresa.
Sistema S em troca de apoio político
O presidente da FECOMÉRCIO, deputado federal Laércio Oliveira, pré-candidato ao Senado, usa a estrutura do sistema S (SESC-SENAC) em benefício dos seus projetos políticos, indicando apadrinhados e lideranças políticas para cargos técnicos.
Fábio São José/Fecomércio Sergipe
Recentemente, o deputado Laércio Oliveira perdeu o empresário e presidente da Associação Comercial de Sergipe, Marco Pinheiro, que se filiou ao PL de Valmir de Francisquinho para ser candidato a deputado estadual. Agora, o presidente da FECOMÉRCIO amarga mais uma perda, a da ex-candidata a prefeita de São Cristóvão, Gedalva Umbaúba.
Gedalva, até pouco tempo atrás, era a gerente do SESC Centro, uma das unidades controladas por Laércio Oliveira. A mesma Gedalva resolveu se filiar ao União Brasil, e não ao PP presidido pelo sócio de Laércio, Fernando Carvalho.
Loja do Botafogo
Visando o processo de internacionalização da marca, A LOJA DO BOTAFOGO, em parceria com a FutFanatics, iniciou a venda de produtos oficiais para fora do Brasil. A partir de agora, os alvinegros de oito países já podem garantir camisas e muito mais: Austrália, Canada, China, Grã Bretanha, Hong Kong, Japão, Nova Zelândia e Estado Unidos.
A decisão de iniciar o processo de internacionalização da marca Botafogo através do e-commerce se deu por análise da base de atendimento da FutFanatics, parceira na logística do Clube, e o seu histórico de venda. O processo de compra será o já praticado no site, onde o torcedor vai indicar o endereço e receberá as opções de frete. O prazo de entrega será de 4 a 6 dias úteis, de acordo com o lugar de entrega.
“O papel da loja é fundamental no processo de fortalecimento da marca e este é o primeiro passo na busca pela internacionalização, que será intensificada nos próximos meses. Esperamos ver nossos produtos oficiais espalhados pelo mundo” afirmou o diretor de negócios Lênin Franco.
“É um prazer para nós estar ao lado do Clube neste momento tão importante de sua história, esperamos continuar atendendo a torcida alvinegra da melhor maneira possível agora dentro e fora do nosso país” finalizou André Garcia, Sócio-Diretor da FutFanatics.
Conheça os segredos do bacalhau, prato típico da Semana Santa
Naturais das águas geladas do norte europeu, eles têm séculos de tradição na culinária portuguesa. Com a chamada técnica de salga, que permite a conservação da carne durante longos períodos após a pesca, o bacalhau tornou-se fonte perfeita para alimentar marinheiros, exploradores e colonizadores do velho continente, durante expedições.
Trazido ao Brasil, logo tornou-se iguaria de aristocratas. Combinado à tradição cristã de não consumir carne vermelha durante a Semana Santa, o bacalhau conquistou espaço na mesa dos brasileiros e não pode faltar à mesa durante o almoço da Sexta-Feira Santa.
O bacalhau, no entanto, não é apenas um peixe. É um tipo de preparo específico que pode ser feito com várias espécies da família Gadidae. O mais caro e apreciado é o Gadus morhua – geralmente servido em postas altas e conhecido popularmente como bacalhau do Porto. O quilo do Gadus morhua custa, em média, R$ 150.
A variedade mais consumida no Brasil é o Saithe, de origem norueguesa. Com fibras mais firmes do que o bacalhau do Porto, o Saithe é indicado para o preparo de bolinhos, refogados, sopas e assados, mas também pode ser comprado em lascas ou postas de lombo. O quilo do Saithe custa, em média, R$ 130.
Outro tipo de bacalhau comum nos mercados brasileiros é o Ling, uma variedade de peixe de grande estrutura óssea, de corpo longo e estreito, que geralmente é vendido apenas desfiado. O Ling pode medir até 2 metros de comprimento e pesar 40 quilos. Durante a época de reprodução, um único peixe pode colocar até 60 milhões de ovas. O quilo do Ling pode sofrer variações de acordo com as partes oferecidas. As partes mais finas e mais duras, que ficam perto das nadadeiras, geralmente são mais baratas e podem custar entre R$ 70 e R$ 90.
De acordo com as regras do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a espécie de peixe da qual é feita o bacalhau deve ser descrita no rótulo do produto.
Segundo a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (Taco), feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma porção de bacalhau salgado contém 136 calorias e 29 gramas de proteína, com zero de colesterol. O bacalhau é considerado um peixe de baixo teor de gorduras totais.
Morreu ao reagir a policiais
Uma ação conjunta entre a Delegacia Regional de Lagarto e o 7° Batalhão de Polícia Militar (7° BPM) resultou na localização de Carlos Jonathan Pinheiro Araújo, conhecido como “Gago”. Ele estava sendo investigado por tentativa de homicídio e estava foragido da Justiça. A ação policial, que ocorreu nesta quinta-feira (14), também resultou na apreensão de dezenas de pedras de crack.
De acordo com o delegado Paulo Cristiano, o investigado foi encontrado em uma residência no bairro Matinha. Ele estava em posse de um simulacro de arma de fogo. O homem já tinha fugido de uma abordagem policial atirando contra policiais militares.
Além disso, segundo o major Matheus, quando adolescente, o investigado já respondeu também por ato infracional semelhante ao crime de homicídio.
Segunda ação policial
Ainda durante a operação, os policiais receberam a informação de que, instantes antes, uma motocicleta teria sido roubada e o autor do crime teria sido um indivíduo da cidade de Simão Dias. A informação indicava que ele estaria em uma vila de Lagarto.
Os policiais foram ao endereço e o localizaram em uma rua próxima. O suspeito ainda tentou fugir, mas foi alcançado. Ao ser dada voz de prisão, ele reagiu à abordagem policial e acabou vindo a óbito em confronto.
Ele foi identificado como José Mateus Santos de Santana. Ele possuía uma vasta ficha criminal e era suspeito de ter roubado várias motocicletas na região.
Durante a operação foi apreendida uma arma de fogo, um simulacro de pistola e uma motocicleta com restrição de roubo.
Presa em Alagoas investigada por tentativa de homicídio em SE
Em ação conjunta entre a Delegacia de São Francisco e as polícias Civil e Militar de Alagoas, foi dado cumprimento ao mandado de prisão de uma mulher investigada por tentativa de homicídio. A ação policial ocorreu nesta quinta-feira (14).
De acordo com o delegado Albene Júnior, o crime ocorreu em 2014 em São Francisco e a investigada estava residindo na cidade de Marechal Deodoro, estado de Alagoas, Ela estava foragida há mais de sete anos.
A investigada será apresentada ao Poder Judiciário local para adoção das demais medidas legais cabíveis ao caso.
Supermercados fechados!
O Comércio estará de portas fechadas nesta sexta-feira, 15.
NE Notícias publica decisão judicial (documento abaixo) sobre o fechamento do comércio.
Um comerciante recebeu a seguinte informação:
Mandado endereçado à FEDERACAO DO COMERCIO DE BENS, SERVICOS E TURISMO DO ESTADO DE SERGIPE, referente ao processo nº. 0000303.41.2022.5.20.0008.
DECISÃO:
Sendo assim, reputo presente, in casu, a fumaça do bom direito e o perigo da demora, pelo que DEFIRO o pedido liminar para PROIBIR a abertura e funcionamento dos estabelecimentos em SUPERMERCADOS substituídos pela ré em todo Estado de Sergipe, no feriado do dia 15 de abril de 2022 (SEXTA FEIRA DA PAIXÃO), sob pena de multa de R$ 500.000,00 a cada estabelecimento comercial aberto e em funcionamento das empresas requeridas.