Defesa Civil de Aracaju em alerta para chuvas

chuva guarda
Arquivo

A Defesa Civil de Aracaju mantém suas equipes em atenção às chuvas que atingem a capital, nesta quinta-feira, 26. O monitoramento está sendo feito e a equipe pode ser acionada, em situação de emergência, através do número telefônico 199.

O secretário da Defesa Social e da Cidadania, Luís Fernando Almeida, indica que as equipes estão nas ruas, para atendimento das demandas que possam surgir. “Nossas equipes estão de prontidão, de maneira que possamos atuar no menor tempo resposta possível diante de uma eventual necessidade”, ressalta.

Segundo o coordenador da Defesa Civil de Aracaju, major Sílvio Prado, nas últimas 6h foi registrado um acumulado de 5.2 milímetros. ” Temos uma previsão de chuvas de até 30mm para Aracaju. Estamos monitorando as áreas de risco e, caso alguma situação que possa provocar transtorno a população seja identificada, acionaremos os demais órgãos da Prefeitura de Aracaju”, afirma o coordenador.

Ainda segundo Prado, até o início da manhã, não houve registro de ocorrências através do número emergencial do órgão, assim como não foram identificados pontos com alagamentos que possam impedir o tráfego de veículos. “Ficaremos em alerta e manteremos o monitoramento durante todo o dia”, pontuou.

Diversos órgãos da Prefeitura de Aracaju atuam de maneira integrada para minimizar possíveis transtornos à população, como é o caso da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), Assistência Social e a Secretaria da Defesa Social e da Cidadania, através da Defesa Civil.

O serviço emergencial 199 funciona 24h, em todos os dias da semana.
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Desembargadora reduz para 30% o funcionamento da Almaviva

almaviva telemarketing
Marcelle Cristinne / Arquivo ASN

A desembargadora Rita de Cássia Pinheiro de Oliveira decidiu liminarmente no mandado de segurança MSCiv 0000063-47.2020.5.20.0000, impetrado pela ALMAVIVA DO BRASIL contra ato do juiz plantonista no autos da Ação Civil Pública nº 0000214-98.2020.5.20.0004.

Na liminar, a desembargadora decidiu deferir parcialmente a segurança para que a Almaviva reduza o quadro para 30% da quantidade de trabalhadores, com a adoção obrigatória das seguintes providências:

1. Orientação dos funcionários sobre os cuidados de higiene diários;
2. Triagem dos empregados, quando do ingresso às dependências da empresa, para aferição de temperatura, através de termômetro de testa infravermelho, ou não sendo possível imediatamente, através dos meios corriqueiros, medida a identificar febre ou estado febril, um dos primeiros sintomas do COVID-19, ou, ainda, identificação de eventuais sintomas gripais visíveis, a exemplo de tosse, espirros e coriza; a triagem deverá ser realizada por profissional de saúde (técnico de enfermagem ou enfermeiro), devidamente vestido com capote/janelo, bem como com luvas e máscara;
3. Manter distância entre os funcionários de, no mínimo, 2 metros entre cada estação de trabalho;
4. Utilizar, preferencialmente, postos de atendimento individuais, sem compartilhamentos nos demais turnos.
5. Disponibilizar, obrigatoriamente, fones e microfones individuais no atendimento;
6. Realizar a devida higienização das instalações e equipamentos a cada troca de turno;
7. Manter sabão e papel toalha nos lavatórios e dispenser de álcool em gel 70% distribuídos em toda a estrutura da empresa;
8. Disponibilizar copos descartáveis para utilização dos bebedouros pelos trabalhadores;
9. Reforçar limpeza e descontaminação de banheiros e locais utilizados para alimentação:
10. Afastar, temporariamente, gestantes, lactantes, pessoas com mais de 60 anos, pessoas com doenças crônicas ou que tem parentes com doenças crônicas na mesma casa.

Em caso de descumprimento, a desembargadora registra que “resta mantida o valor da multa arbitrada pelo Juízo por descumprimento a quo de cada uma dessas determinações.”

Leia a íntegra da decisão.

Renúncia: “o problema é convencer Bolsonaro”

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Luli Radfahrer / Reprodução

A colunista do jornal Valor Econômico, Maria Cristina Fernandes, em artigo publicado nesta quinta-feira (26), diz que uma das saídas para a crise política do país é a renúncia de Jair Bolsonaro.

De acordo com a jornalista, o presidente “já não governa”. A postura do ex-capitão perante a pandemia do coronavírus tem gerado o caos no governo e a jornalista diz que caberia aos militares, “PhDs” em milícia, o papel de convencer o presidente a se retirar.

“Vem daí a solução que ganha corpo, até nos meios militares, de uma saída do presidente por renúncia. O problema é convencê-lo/ A troco de que entregaria um mandato conquistado nas urnas? O bem mais valioso que o presidente tem hoje é a liberdade dos filhos. Esta é a moeda em jogo”, diz a editorialista.

Veja na íntegra

Trovões em Aracaju

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Marcos Rodrigues / Arquivo ASN

Troveja fortemente em Aracaju na manhã desta quinta-feira, 26, em Aracaju.

A Prefeitura e o Centro de Meteorologia de Sergipe prevêem a possiblidade de chuvas intensas.

Hotéis começam a fechar

hotel fechado mar 2020

Alguns hotéis começam a fechar suas portas na Orla da Atalaia, em Aracaju.

Proprietários têm dificuldade de pagar a folha.

Se a economia continuar parando, Estado e Municïpios não vão aguentar.

Para que não haja dúvida: NE Notícias defende primeiro, e SEMPRE, a vida.

Líder de Bolsonaro acredita em adiamento das eleições

O líder do governo no Senado, Eduardo Gomes (MDB) acredita que as eleições serão adiadas por causa do novo coronavírus.

Em conversa com analistas da XP Investimentos, o senador avalia que o assunto poderá ser tratado em uma proposta de emenda à Constituição (PEC) sobre uma nova reforma política.

“Temos uma chance de adiamento ou de prorrogação, com coincidência de eleições [municipais, estaduais e nacionais], que pode abrigar uma reforma política mais contundente, tão desejada no país”, afirmou.

Veja a seguir:

IAPF alerta sobre uso de álcool gel falsificado

Um alerta à população. Álcool gel sem procedência e sem controle de qualidade, além de gerar uma falsa sensação de segurança contra o vírus, traz riscos de irritações na pele,alergias, queimaduras e intoxicações. Por isso, nessa fase de combate ao Coronavírus, o Instituto de Análises e Pesquisa Forenses (IAPF) faz o alerta sobre os perigos do álcool em gel falsificado.

O perito criminal Nailson Correia explicou que a mistura de substâncias encontradas na própria residência também pode gera riscos graves à saúde das pessoas. Ele detalhou algumas dessas substâncias que vêm sendo utilizadas de maneira perigosa e apenas criando uma falsa sensação de segurança.

alcool falsificado
Além de fornecer uma falsa sensação de proteção, substâncias como essa causam perigos à saúde humana – SSP / Divulgação

“Há pessoas fazendo o gel sem especificações corretas. Isso acaba, em vez de ajudar a combater o Coronavírus, prejudicando ainda mais. Tem pessoas que pegam o gel de cabelo e misturam com um pouco de álcool, ludibriando a população. Tem pessoas comentando que está mais fácil encontrar o álcool isopropílico, que é aquele que se usa muito até para limpeza de equipamentos eletrônicos, mas ele não é indicado, pois resseca muito a pele e não tem o mesmo efeito do álcool em gel”, mencionou o perito criminal.

Há ainda usos com potencial de risco ainda mais grave, como alerta o perito criminal. “O fato de de ir no posto de combustível, compra o álcool etanol, que tem um grau de pureza maior pra depois diluir e fazer álcool em casa, misturando com água, não vai ter o mesmo efeito. Pode causar queimadura na pele”, apontou Nailson Correia.

Nailson Correia concluiu reiterando que o uso do álcool em gel falsificado é danoso para à saúde. “A utilização desse álcool sem as especificações corretas em vez de ajudar a combater o vírus COVID-9 acaba prejudicando ainda mais. Se está em casa, a recomendação geral continua sendo lavar as mãos com sabão ou detergente. Tentar fazer o álcool em gel com essas espessantes que estão sendo utilizadas, não recomendados, não é o ideal”, frisou.

O álcool em gel verdadeiro deve ter registro na Anvisa. O consumidor deverá verificar também se no rótulo contém informações sobre o produto e os componentes presentes nele. Outra dica é observar se a consistência do material é a mesma que já se está habituado.

Polícia fecha o CREA em Sergipe

Após várias denuncias realizadas por este Sindicato sobre o CREA-SE não tomar nenhuma medida de proteção aos funcionários em relação ao coronavírus, a Policia Militar esteve nesta quarta-feira, 25, no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Sergipe – CREA-SE e ordenou o fechamento das atividades, sob pena de multa diária de 5 mil reais.

Todos os servidores foram dispensados imediatamente. Segundo informações obtidas pelo Sindiscose, o Presidente do Conselho, Arício Rezende, disse que iria reclamar com o governador do Estado Belivaldo Chagas. 

Mesmo com o decreto do governo estadual e solicitações realizadas ainda na semana passada pela sindicato em  ofício ao CREA-SE, o mesmo simplesmente ignorou e colocou o Conselho para trabalhar normalmente.

Este é o mesmo Conselho que no final de 2019 não pagou o 13º salário e também no ano passado abriu Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para demitir dirigente sindical.

Por tratar com total descaso em relação à atual crise sanitária, o Sindicato fez denuncia junto à Policia sob o protocolo 2319206 e manifestação: M2319206 .  Também denunciamos o Conselho junto ao Ministério Público do Trabalho, MPT20, sob o protocolo nº 2.20.000.000149/2020-47, Também o Sindiscose denunciou a situação junto ao Ministério Público Federal sob o número: 20200023581.

Campeonatos Carioca e Mineiro paralisados até fim de abril

As Federações de Futebol de Minas Gerais e do Rio de Janeiro postergaram o retorno dos seus principais estaduais. Com o cenário nacional sobre o coronavírus, as entidades comunicaram nesta quarta-feira (25) que a previsão de retorno dos jogos será em 30 de abril. 

As competições cariosas tinham sido suspensas temporariamente por 15 dias, mas a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) resolveu ampliar a pausa até o fim do próximo mês. A Federação Mineira de Futebol (FMF) adiou para a mesma data as competições no estado. O estado mineiro decretou Calamidade Pública e motivou a entidade a fazer a alterar novamente a data de retorno. 

Na última terça (24), a Ferj já havia anunciado o cancelamento de algumas competições das categorias de base, além de outros torneios.

Vigilância Sanitária apreende álcool em gel com irregularidades

Após receber denúncia de venda de álcool em gel com irregularidades, a Vigilância Sanitária da Secretaria da Saúde da Prefeitura de Aracaju, que mantém equipes fiscalizando esse tipo de comércio na capital, realizou diligência na drogaria denunciada, nesta quarta-feira, 25, e apreendeu os produtos após notificar o estabelecimento, localizado no bairro São Conrado.

“Nossa recomendação é que sejam conferidas as informações no rótulo, como a especificação da finalidade do produto. Recebemos uma denúncia através do canal de atendimento 156, informando que uma drogaria estava vendendo álcool em gel com irregularidades. Fomos até o estabelecimento e identificamos que a informação era verdadeira, então logo apreendemos o material e notificamos o estabelecimento”, explica a coordenadora da Vigilância Sanitária e Ambiental do Município, Denilda Caldas.

O álcool 70%, classificado como gel antisséptico para as mãos, o produto é legalmente comercializado em drogarias, farmácias e no comércio varejista. Para quem for comprar, a Vigilância alerta para a importância de conferir no rótulo informações como a finalidade do produto e o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), conforme RDC Nº 46/02.

No rótulo do álcool deve constar nome do fabricante, composição, validade, lote, data de fabricação, informação de risco à saúde e segurança do consumidor e nome do responsável técnico.

A Vigilância orienta, ainda, que os consumidores não comprem álcool para acender churrasqueira ou outro tipo de álcool com a intenção de prevenção ao coronavírus.

 “O álcool em gel 70% é o que está indicado como antisséptico para higienização das mãos. No entanto, para ter a indicação do uso antisséptico, além da capacidade germicida, o produto não pode causar irritação à pele ou à mucosa. Não podemos permitir a venda do produto quando não há garantia de qualidade, sem identificação, fracionados por empresa ou pessoas não autorizadas, sem segurança e sem prazo de validade, como encontramos na apreensão”, alerta o farmacêutico da Vigilância Sanitária, Lucas Nogueira Lyrio.

Ele destacou, também, que, além de comprometer a qualidade, o armazenamento e a manipulação irregular do álcool podem trazer risco de incêndio, por se tratar de um produto altamente inflamável. “Por isso sempre alertamos que, antes de adquirir o produto, o consumidor precisa conferir todas as informações e só comprar nos estabelecimentos autorizados. Pois produtos irregulares, além de oferecer os riscos citados, trazem a falsa sensação de proteção”, afirmou o farmacêutico da Vigilância