Relatório da reforma administrativa

O relator da reforma administrativa, deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-BA), apresentou substitutivo em que mantém a estabilidade de servidores públicos, admite o desligamento de servidores estáveis que ocupam cargos obsoletos, exclui a possibilidade de vínculo de experiência como etapa de concursos públicos e acaba com vantagens para detentores de mandatos eletivos e ocupantes de outros cargos. A proposta (PEC 32/20) deve ser votada entre os dias 14 e 16 de setembro na comissão especial.

O texto do relator também assegura a preservação de direitos de servidores admitidos antes da publicação da futura emenda constitucional. No caso de redução de jornada, com respectiva redução de salário, os servidores e empregados públicos admitidos até a data de publicação da emenda poderão optar pela jornada reduzida ou pela jornada máxima estabelecida para o cargo ou emprego.

Das 45 emendas apresentadas à proposta na comissão especial, o relator acolheu totalmente 7 e parcialmente 20. Arthur Oliveira Maia alerta que, se o texto original do Poder Executivo fosse aprovado, a administração pública brasileira recomeçaria do zero e os servidores atuais “teriam o mesmo destino dos dinossauros”. Segundo ele, “o resultado concreto seria a colocação de todos os atuais servidores em um regime em extinção, como se nenhuma contribuição mais pudessem dar para o futuro da administração pública”.

Estabilidade
O relator apoiou a manutenção da estabilidade de servidores públicos por entender que o instrumento defende os cidadãos. “O mecanismo inibe e atrapalha o mau uso dos recursos públicos, na medida em que evita manipulações e serve de obstáculo ao mau comportamento de gestores ainda impregnados da tradição patrimonialista”, argumentou. Na proposta original do Poder Executivo, apenas as carreiras típicas de Estado manteriam a estabilidade.

Arthur Oliveira Maia admitiu a hipótese de desligamento de servidores estáveis que ocupam cargos que se tornaram desnecessários ou obsoletos. Neste caso, o servidor receberá pagamento de indenização. No entanto, a hipótese não será aplicada a servidores que foram admitidos antes da publicação da emenda constitucional.

O relator ainda manteve texto da proposta original que anula a concessão de estabilidade no emprego ou de proteção contra a despedida para empregados de empresas públicas, sociedades de economia mista e das subsidiárias dessas empresas e sociedades por meio de negociação, coletiva ou individual, ou de ato normativo que não seja aplicável aos trabalhadores da iniciativa privada.

Avaliação de desempenho
O relator introduziu regras específicas para avaliação de desempenho de servidores. “A avaliação de desempenho não será mais utilizada com o propósito de desligar servidores, mas para incentivar a melhoria na prestação de serviços”, disse.

No substitutivo, a avaliação periódica será realizada de forma contínua e com a participação do avaliado. Ela terá o objetivo de aferir a contribuição do desempenho individual do servidor para o alcance dos resultados institucionais do seu órgão ou entidade e possibilitar a valorização e o reconhecimento dos servidores que tenham desempenho superior ao considerado satisfatório. O resultado poderá ser usado para fins de promoção ou progressão na carreira, de nomeação para cargos em comissão e de designação para funções de confiança.

Outra finalidade da avaliação é adotar medidas para elevar desempenho considerado insatisfatório. O substitutivo destaca que o procedimento observará os meios e as condições efetivamente disponibilizados ao servidor para desempenho de suas atribuições.

Ainda haverá a possibilidade de perda de cargo estável em decorrência de resultado insatisfatório em procedimento de avaliação de desempenho. As condições para perda do cargo ainda serão regulamentadas por lei.

Enquanto a lei não entrar em vigor, o processo administrativo voltado à perda do cargo somente será instaurado após três ciclos consecutivos ou cinco ciclos intercalados de avaliação de desempenho em que se obtenha resultado insatisfatório.

Cargos exclusivos
O substitutivo define as atividades de cargos exclusivos de Estado, que no texto original eram chamados de cargos típicos. Segundo a relatório, são funções finalísticas e diretamente afetas à segurança pública, à representação diplomática, à inteligência de Estado, à gestão governamental, à advocacia pública, à defensoria pública, à elaboração orçamentária, ao processo judicial e legislativo, à atuação institucional do Ministério Público, à manutenção da ordem tributária e financeira ou ao exercício de atividades de regulação, de fiscalização e de controle.

Estes cargos não poderão ter contratação por tempo determinado, nem terão redução da jornada de trabalho ou de remuneração. A legislação deverá estabelecer critérios e garantias especiais para a perda do cargo pelo servidor público estável investido em cargo exclusivo de Estado.

Também não atinge essas funções o dispositivo que permite firmar instrumentos de cooperação com órgãos e entidades, públicos e privados, para a execução de serviços públicos, inclusive com o compartilhamento de estrutura física e a utilização de recursos humanos de particulares, com ou sem contrapartida financeira.

Este dispositivo, mantido pelo relator para outras carreiras, é um dos itens da PEC mais criticados por deputados da oposição. Em uma audiência pública, representantes de policiais afirmaram que temiam a entrega de serviços de segurança para iniciativa privada.

Vantagens
O substitutivo acaba com uma série de vantagens para cargos e carreiras que não estavam contempladas inicialmente na proposta original do Poder Executivo. Segundo o texto, ficam vedadas:

  • férias superiores a 30 dias pelo período aquisitivo de um ano;
  • adicionais referentes a tempo de serviço, independentemente da denominação adotada;
  • aumento de remuneração ou de parcelas indenizatórias com efeitos retroativos;
  • licença-prêmio, licença-assiduidade ou outra licença decorrente de tempo de serviço, independentemente da denominação adotada, ressalvada, dentro dos limites da lei, licença para fins de capacitação;
  • aposentadoria compulsória como modalidade de punição;
  • adicional ou indenização por substituição, independentemente da denominação adotada, ressalvada a efetiva substituição de cargo em comissão e função de confiança;
  • parcelas indenizatórias sem previsão de requisitos e critérios de cálculo definidos em lei, exceto para os empregados de empresas estatais e para os servidores a serviço do governo brasileiro no exterior;
  • progressão ou promoção baseadas exclusivamente em tempo de serviço.

As novas regras vão ser aplicadas a detentores de mandatos eletivos, membros dos tribunais e conselhos de Contas, ocupantes de cargos e titulares de empregos ou de funções públicas da administração direta e indireta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, assim como aos dirigentes dos órgãos e das entidades integrantes da respectiva estrutura.

O relator explicou por que não incluiu membros do Judiciário ao acolher a chamada emenda antiprivilégio. “Ontem recebemos aqui parecer da Casa informando que a emenda era inconstitucional por abranger outros Poderes. Tomei a seguinte deliberação: mantive a presença de nós deputados. Não me sinto à vontade de fazer a reforma sem incluir os parlamentares. Mas em relação aos outros Poderes, remeto a decisão para o plenário da comissão”, disse.

Recursos eletrônicos
O substitutivo inclui na Constituição o uso de recursos eletrônicos no funcionamento do aparato estatal. “Trata-se de caminho sem volta, que precisa ser incentivado e disciplinado”, analisa Arthur Oliveira Maia. No texto, será obrigatória a utilização de plataforma eletrônica de serviços públicos, na forma da lei, que permita:

  • a automação de procedimentos executados pelos órgãos e entidades integrantes de sua estrutura;
  • o acesso dos cidadãos aos serviços que lhes sejam prestados e à avaliação da respectiva qualidade;
  • o reforço e o estímulo à transparência das informações sobre a gestão de recursos públicos.

Polícia Federal
Logo depois de ter lido o parecer, o relator anunciou que tinha cometido um erro e iria retirar do texto dispositivo que concede foro privilegiado ao diretor-geral da Polícia Federal e centraliza as indicações para inquéritos policiais no órgão. “Eu até estranhei quando li. Isto está errado e já mandei minha assessoria excluir isto do texto. Aqui foi uma falha de comunicação”, explicou.

Segundo Arthur Oliveira Maia, um grupo de delegados havia denunciado a interferência indevida na Polícia Federal e pediu que a relação com outras instituições fosse feita por meio do diretor-geral. No entanto, o dispositivo recebeu várias críticas de deputados da oposição. “Muito estranho. O tema não foi discutido nas audiências públicas e não trata da reforma administrativa”, reclamou o deputado Alencar Santana Braga (PT-SP).

Estimativa de impacto
No relatório, Arthur Oliveira Maia afirma que a proposição não cria despesas ou gera receitas que possam ser “quantificadas objetiva e imediatamente”. “Produz alterações em regimes jurídicos cujo impacto financeiro e orçamentário não se revela passível de dimensionamento”, ponderou. O argumento é que os efeitos concretos só serão produzidos depois da regulamentação dos dispositivos modificados pela proposta.

A ausência de uma estimativa de impacto gerou polêmica nas audiências públicas da comissão. Deputados da oposição chegaram a defender que a tramitação da PEC fosse interrompida até que o governo informasse ao Tribunal de Contas da União (TCU) projeções mais precisas de redução de gastos públicos com a reforma administrativa. O Ministério da Economia apresentou à imprensa estimativas que variam de R$ 300 bilhões a R$ 816 bilhões de economia com gastos obrigatórios no longo prazo.

Regulamentação
O substitutivo propõe a criação de quatro novas leis para regulamentar a administração pública:

  • normas gerais sobre concurso público, políticas remuneratória, de benefícios e de desenvolvimento de pessoas, progressão e promoção funcionais, gestão de desempenho e jornada de trabalho;
  • normas gerais destinadas a disciplinar a ocupação de cargos em comissão;
    normas gerais sobre contratação por tempo determinado em regime de direito administrativo, que definirão, entre outros aspectos, formas de seleção pública, direitos, deveres, vedações e duração máxima do contrato;
  • condições para perda de cargo por desempenho insatisfatório de servidor estável ou em decorrência do reconhecimento de que o cargo se tornou desnecessário

Coronavírus mata um dos fundadores da Ambev

A Covid-19 matou José Heitor Cardoso.

Foi um dos fundadores da Ambev.

Era presidente do Conselho de Administração da Fundação Zerrenner (FAHZ), cogestora da Ambev e detentora 10,23% do capital total da companhia.

Neto e filho de pais italianos, Gracioso nasceu em 20 de novembro de 1931, em São Paulo.

Formado em Administração de Empresas na Fundação Getúlio Vargas (FGV), completou sua formação com um bacharelato em Direito, pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, e um curso de Propaganda e Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM – São Paulo), onde também foi conselheiro.

Movimentos se reúnem para organizar atos do 7/9

Na noite desta quarta-feira, 1º, aconteceu no Auditório da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), no Centro de Aracaju, uma reunião com a presença de vários movimentos sociais de direita visando a organização dos atos em Sergipe do próximo dia 7 de Setembro. A expectativa é de que um grande encontro na Orla e a realização de uma carreata pelas ruas da capital. 

Segundo Lícia Melo, do Movimento Avança Brasil e uma das organizadoras do ato, a expectativa é reunir centenas de manifestantes, que irão expor a sua insatisfação com a instabilidade política no País. “A mudança só acontece com pessoas trabalhando junto com o mesmo ideal. Somos cidadãos que querem deixar um futuro para os seus filhos”, afirmou.

A concentração será em frente aos arcos da Orla, a partir das 14h. Será feito um “pitstop” para a venda de bandeiras e camisas. De lá, sairá uma carreata em um trajeto simples, de 8 km, com seis trios elétricos, que irão até o Calçadão da Praia Formosa, no Bairro 13 de Julho. O evento será encerrado com o hasteamento da bandeira, toque do hino nacional e uma oração. Também será feita a coleta de alimentos para doação à instituições de caridade. 

O empresário Marco Pinheiro, do Movimento Empreendedores Verde-Amarelos, diz que este será o maior ato já realizado em Sergipe. “Não estamos aqui para definir luta entre direita e esquerda – estamos aqui para falar de Brasil, de família, em discutir a melhoria econômica e, principalmente, para protestarmos diante do momento que estamos vivendo”, assegurou.

Para Djenal Queiroz Neto, Aliança Ruralista, o ato do Dia 7 tem conquistado ainda mais adesão. “É um movimento que cresceu bastante, com vários colegas nossos que participam de maneira ativa. Estamos somando com toda a sociedade para o bem do Brasil e também o bem de Sergipe. Estamos todos prontos para a luta”, garantiu.

Senado enterra redução de direitos trabalhistas

O Plenário do Senado rejeitou, nesta quarta-feira (1º), a Medida Provisória (MP) 1.045/2021, que originalmente criou novo programa de redução ou suspensão de salários e jornada de trabalho durante a pandemia de covid-19, mas sofreu tantos acréscimos na Câmara dos Deputados que foi chamada de “minirreforma trabalhista” por senadores. Foram 47 votos contrários, 27 votos favoráveis e 1 abstenção. A MP 1.045/2021 será arquivada.

carteira trabalho
Divulgação

O texto original da MP, editado pelo presidente da República, no final de abril, instituiu o novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, em moldes parecidos aos do ano passado. 

A iniciativa trouxe medidas trabalhistas para o enfrentamento da emergência em saúde pública provocada pelo coronavírus, no intuito de garantir a continuidade das atividades empresariais, com permissão de redução de salários e suspensão de contratos de trabalho. A MP 1.045/2021 foi publicada no Diário Oficial da União em 28 de abril.

O programa instituiu o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, pago pela União nas hipóteses de suspensão ou redução da jornada de trabalho, independentemente do cumprimento de período aquisitivo, do tempo de vínculo empregatício ou do número de salários recebidos. A MP estabeleceu, também, a possibilidade de redução da jornada de trabalho e do salário dos empregados e suspensão temporária dos contratos de trabalho, juntamente com o pagamento do benefício, por até 120 dias. Todas as ações tomadas durante a vigência da MP até agora continuarão válidas.

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Na Câmara dos Deputados, a MP foi aprovada na forma do PLV 17/2021, apresentado pelo deputado Christino Aureo (PP-RJ), que acatou várias emendas e incluiu outros temas no texto.

Com as modificações na Câmara, o PLV passou a instituir três novos programas de geração de emprego e qualificação profissional: o Programa Primeira Oportunidade e Reinserção no Emprego (Priore), o Regime Especial de Trabalho Incentivado, Qualificação e Inclusão Produtiva (Requip) e o Programa Nacional de Prestação de Serviço Social Voluntário; além de alterar a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), o Código de Processo Civil e uma série de outras leis.

Novos Programas

Em seu voto, o relator no Senado, senador Confúcio Moura (MDB-RR), retirou todas as alterações na CLT e manteve a criação dos três novos programas de geração de emprego, mas a maioria dos senadores preferiu rejeitar a matéria como um todo, temendo que a MP voltasse para a Câmara e os deputados federais reintroduzissem os chamados “jabutis”. Com isso, também caíram as mudanças propostas pelos deputados em relação à jornada de trabalho de mineiros e em relação ao direito à gratuidade na Justiça trabalhista.

Vários senadores sugeriram que o governo agora envie ao Congresso projetos de lei tradicionais para a criação desses novos programas.

Manifestações do dia 7/9: PSB orienta militantes

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PSB / Divulgação

O povo brasileiro está farto do governo Bolsonaro, que piorou nossa qualidade de vida sob quaisquer critérios que se possa aferir ou imaginar. Além disso, os rompantes autoritários recorrentes do bolsonarismo deixam claro que a democracia corre perigo, evidência que tem mobilizado a imensa maioria da população em defesa das garantias e liberdades democráticas.

A convocação pelo presidente da República de manifestações no dia 07 de setembro, em apoio a suas causas – que contarão com bandeiras flagrantemente antidemocráticas, que incluem a intimidação dos Poderes Judiciário e Legislativo – produziu, nessas condições, uma viva indignação popular.

Neste cenário, há que se considerar, portanto, que as manifestações contrárias ao presidente e seu governo são legítimas e fundamentadas, especialmente no que se refere a demonstrar que as forças políticas e sociais que o querem fora do poder são amplamente majoritárias, em meio à população brasileira.

Cabe, no entanto, uma ponderação sobre a OPORTUNIDADE que deve ser feita com inteligência política e a partir de uma leitura tática. O fato inegável é que o bolsonarismo deseja o confronto, se move por ele e almeja a ocorrência de incidentes nas manifestações de 07 de setembro – pelo simples fato de que virulência fascista depende da invenção e rotulação de inimigos para se propagar.

Deste modo, a fim de evitar que o Dia da Independência – marco de celebração de nossa união enquanto povo – se converta em pretexto para que a extrema-direita promova a confrontação e pratique possíveis atos de violência, o Partido Socialista Brasileiro – PSB ORIENTA sua militância a não participar de atos de protestos neste 7 de setembro.

Reiteramos que nossa posição não questiona a legitimidade das manifestações convocadas pelo campo democrático, que compreende instituições partidárias, movimentos sociais, centrais sindicais e entidades congêneres principalmente o Grito dos Excluídos.

Por outro lado, nossa longa história de serviços prestados à democracia brasileira e nossa responsabilidade enquanto instituição político-partidária nos obriga a afirmar nosso ponto de vista, em momento de tamanha gravidade da vida política nacional.

Salientamos, por fim, que o PSB considera essencial e estará pronto a mobilizar sua militância, simpatizantes e rede de interlocutores em benefício de ato de repúdio ao governo Bolsonaro em outra oportunidade. Sugerimos, inclusive, a realização de uma grande manifestação de todas as forças políticas democráticas, juntamente com as organizações da sociedade civil que se opõem a pretensões ditatoriais do presidente Jair Bolsonaro, no dia 19 de setembro que poderia ser denominada de Primavera Democrática, Ditadura Nunca.

Responderíamos, assim, com um ato de não violência ativa de caráter massivo democrático, aos que atentam contra a democracia a tão duras penas conquistada.

Ator intubado com infecção nos pulmões

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Renato Rocha Miranda/TV Globo

O ator Sérgio Mambert está intubado desde o último sábado, em São Paulo, com infecção nos pulmões.

Tem 89 anos de idade.

Seu quadro de saúde “inspira cuidados”.

É sua terceira internação este ano.

Problemas: disfunção renal e pneumonia.

4 Estados sem óbitos por Covid-19 em 24h

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Sergipe registra oficialmente 3 óbitos (todos estavam em investigação) e 15 novos infectados. Desde o início da pandemia, 277.470 pessoas moradoras em Sergipe tiveram ou têm o vírus. Já são 5.995 pacientes mortos pela doença.

No País, 581.228 óbitos e 20.803.672 casos de coronavírus.

Nas últimas 24 horas, quatro Estados não registraram óbitos por Covid-19: AC, AM, AP e RO.

No Brasil, foram registradas 703 mortes no último dia (1).

25.805 novos infectados.

MÉDIA DE MORTES NOS ÚLTIMOS SETE DIAS:

  • Quinta (26): 696
  • Sexta (27): 677
  • Sábado (28): 687
  • Domingo (29): 679
  • Segunda (30): 671
  • Terça (31): 671
  • Quarta (1º): 643

BRASIL, 1 DE SETEMBRO DE 2021:

  • Total de mortes: 581.228
  • Registro de mortes em 24 horas: 703
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 643 por dia (variação em 14 dias: -22%)
  • Total de casos confirmados: 20.803.672
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 25.805
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 22.660 por dia (variação em 14 dias: -24%)

SITUAÇÃO NOS ESTADOS:

  • Em alta (2 Estados): SE, RJ
  • Em estabilidade (7 Estados e o Distrito Federal): ES, BA, MA, AC, DF, RS, SC, PB
  • Em queda (17 Estados): RR, PE, MS, AL, MG, SP, GO, PR, MT, TO, PI, AM, PA, AP, RN, RO, CE

VARIAÇÃO DE MORTES NOS ESTADOS:

Sul

  • PR: -36%
  • RS: -7%
  • SC: -12%

Sudeste

  • ES: +11%
  • MG: -28%
  • RJ: +30%
  • SP: -30%

Centro-Oeste

  • DF: -1%
  • GO: -34%
  • MS: -25%
  • MT: -38%

Norte

  • AC: 0%
  • AM: -44%
  • AP: -60%
  • PA: -45%
  • RO: -64%
  • RR: -22%
  • TO: -43%

Nordeste

  • AL: -28%
  • BA: +6%
  • CE: -66%
  • MA: +1%
  • PB: -12%
  • PE: -23%
  • PI: -43%
  • RN: -63%
  • SE: +67%

Morre Samuca, um dos melhores jogadores do Confiança

samuca jogador
Acervo Felipe Leite

Morreu Samuca, um dos grandes jogadores da História do Confiança.

Tinha 69 anos.

Jogou no Confiança em 1976, 1977 e 1980.

Sem a menor chance de disputar o governo

valmir francisquinho 1
OAB Sergipe / arquivo

Valmir de Francisquinho (PL), ex-prefeito de Itabaiana, tem sido um dos mais cotados para disputar o Governo do Estado nas eleições do próximo ano.

Tem andado por lugares que jamais andou antes.

Mesmo assim, não tem a menor chance de enfrentar uma eleição majoritária para a Chefia do Executivo.

Não é opinião de NE Notícias, trata-se apenas de uma constatação.

Não formou grupo além da região de Itabaiana.

Pode ser bom nome para ser candidato a vice-governador.

Deputado propõe Reforma Tributária para reduzir ICMS dos combustíveis

Na manhã desta quarta-feira, 1º de setembro, o deputado estadual Gilmar Carvalho (PSC), ocupou espaço na sessão plenária da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), para propor que o Governo do Estado elabore uma proposta de Reforma Tributária, com a finalidade de reduzir a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) do combustível.

gilmar carvalho deputado 17 ago 2021
Deputado Gilmar Carvalho — Jadilson Simões/Alese

No discurso, o parlamentar citou o estado de Rondônia que já oficializou a redução da alíquota do ICMS na região. “Estou aqui para suplicar que o Governo do Estado acabe com a ladainha de dizer que a culpa é do Governo Federal, pois a alíquota do ICMS é a mesma que se cobrava antes. Portanto, culpado são os dois governos: Federal e Estadual. Com isso, proponho que o governador pense na possibilidade de mandar à Alese uma proposta de reforma tributária, pois ele consegue tudo nesta Casa e normalmente será votada e aprovada”, ressaltou.