MEC mantém Fanese como a melhor faculdade particular de SE
A Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe – Fanese – continua sendo a melhor da rede particular de Sergipe, de acordo com uma avaliação do MEC. Mais de 70% das faculdades sergipanas obtiveram notas intermediárias em uma avaliação federal de qualidade. Os dados sobre o desempenho das instituições de ensino superior foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC).
Foram avaliadas 2.070 instituições em todo o País. Os indicadores de qualidade são expressos pelo Índice Geral de Cursos (IGC), em uma escala de 1 a 5, sendo 5 a nota máxima e as notas 1 e 2 consideradas “insuficientes”.
Nenhuma instituição sergipana alcançou a nota máxima. Das 15 avaliadas, 11 obtiveram nota 3, três obtiveram nota quatro e apenas uma ficou com o patamar 2.
Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe | LinkedIn
A Fanese se mantém como a faculdade particular mais bem avaliada pelo MEC. “O resultado é muito positivo e nos enche de orgulho. A Fanese ficou atrás apenas da UFS, ou seja, foi melhor avaliada na categoria ‘faculdade’ e melhor na categoria ‘ensino superior privado’. Durante a pandemia o trabalho continuou de forma eficaz e em apenas três dias migramos para o Ensino à Distância. A conquista é mérito de todos os professores e funcionários das demais áreas. Tudo feito com muito carinho, empenho e responsabilidade para oferecer o melhor para os nossos alunos”, comemora o diretor da Fanese, Jailson Silva.
O cálculo para chegar ao IGC leva em conta a média do Conceito Preliminar de Curso (CPC), considerando o último Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), prova aplicada para quem está terminando o curso. Também foi considerada a média dos conceitos de avaliação dos programas de pós-graduação e a distribuição dos estudantes entre as diferentes etapas de ensino superior (graduação ou pós).
Os dados do IGC subsidiam a definição de políticas públicas para a área e podem servir de critério para a autorização de oferta de cursos de pós-graduação stricto sensu à distância.
Golpes com uso de nomes de Procuradores e Promotores de Justiça
O Ministério Público de Sergipe faz um alerta para a sociedade sobre a aplicação de golpes com a utilização de nomes de Procuradores e Promotores de Justiça. O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), por meio da Comissão de Preservação da Autonomia do Ministério Público (CPAMP), instaurou um procedimento para investigar esse tipo de prática, que se configura como crime de estelionato ou falsidade ideológica.
Integrantes de uma quadrilha estão utilizando o aplicativo de mensagens WhatsApp, identificando-se como Promotores de Justiça e solicitando depósitos bancários, entre outros. Além disso, e-mails estão sendo encaminhados a cidadãos intimando-os para comparecimento em audiências. A mensagem contém um link que, quando clicado, permite ao golpista obter informações do computador da vítima. O Ministério Público não faz intimações por e-mail.
MP / SE
Se algum representante ministerial entrar em contato diretamente com o cidadão é recomendável a conferência dos dados pessoais e dos números de telefones utilizados junto às respectivas Promotorias de Justiça, mediante a consulta direta no site do Ministério Público.
Caso receba comunicações suspeitas em nome do Ministério Público do Estado de Sergipe, procure a nossa Ouvidoria:
Presidente do Senado diz que não admite “interferência de juiz”
A ação foi movida pela deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), que questiona o fato de Renan ser pai de um dos possíveis investigados, o governador de Alagoas, Renan Filho (MDB).
Em nota, o presidente do Senado diz que não vai admitir ïnterferência de juiz”.
Cope prende mais 2 assaltantes de banco
Policiais civis do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) realizaram operação para cumprir mandados de prisão de José Aldair Pinheiro dos Santos, “Gago”, 21, e Fabiano Monteiro dos Santos, “Nino”, 23. Os detidos possuem participação no assalto a uma agência do Banco do Brasil no município de Pacatuba, ocorrido em março deste ano. As prisões foram realizadas na manhã desta segunda-feira, 26.
As diligências fazem parte da segunda fase da operação que investiga esse crime. No total, seis pessoas já foram presas e um suspeito morreu em confronto com as equipes.
Jorge Henrique/SSP
Relembre o caso
No dia 3 de março, horas após o assalto ao banco, foram presos em flagrante Rafael da Silva Santos, 26 anos; Ariana Pinheiro Santos, 19 anos; e Jacqueline Maria de Jesus, 23 anos. Já na última sexta-feira, 23, foram capturados Antônio Jesus dos Santos, “Coroa”, 51, e Alex Dorneles de Faria, 45.
No momento da abordagem, Antônio reagiu atirando contra as equipes e acabou sendo alvejado em confronto. Foi socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Nenhum Estado com alta nos óbitos por Covid-19 pela 1ª vez
Pela 1ª vez desde a criação do consórcio nacional de veículos de imprensa, nenhum Estado brasileiro teve alta nas mortes por Covid-19.
O fato ocorreu nas últimas 24 horas.
No País, desde o início da pandemia, já são 14.370.456 infectados e 392.204 óbitos.
Ontem, ocorreram 1.279 mortes, oficialmente.
31.044 infectados no último dia.
A Bahia não atualizou os dados.
MÉDIA DE MORTES NOS ÚLTIMOS SETE DIAS:
Terça (20): 2.830
Quarta (21): 2.787
Quinta (22): 2.543
Sexta (23): 2.514
Sábado (24): 2.531
Domingo (25): 2.498
Segunda (26): 2.451
SITUAÇÃO DOS ESTADOS:
Em estabilidade (14 Estados): ES, MG, RJ, GO, MS, AC, PA, RO, RR, AL, CE, PE, RN e SE
Em queda (11 Estados e o Distrito Federal): PR, RS, SC, SP, DF, MT, AM, AP, TO, MA, PB e PI
Não divulgou (1 Estado): BA
Unânime: Anvisa reprova importação e uso da Sptunik V
Os cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitaram, por unanimidade, a importação e o uso da vacina russa Sputnik V pelo Brasil. A decisão foi tomada na noite desta segunda-feira (26). O imunizante é produzido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia. Os diretores do órgão se reuniram, de forma extraordinária, para avaliar os pedidos de nove estados para a aquisição da vacina.
O diretor da Anvisa, Alex Machado Campos, que é o relator do pedido, considerou que o imunizante pode trazer riscos à saúde. Além disso, foram apontadas falhas e pendências na documentação apresentada pelo fabricante. Ele se baseou em pareceres técnicos de três gerências da Anvisa, que fizeram uma apresentação no início da reunião.
Sputnik V, a vacina russa contra a Covid-19 — Foto: Sputnik V / Divulgação
“Para os pleitos ora em deliberação, o relatório técnico da avaliação da autoridade sanitária ainda não foi apresentado, os aspectos lacunosos não foram supridos, conforme as apresentações técnicas. Portanto, diante de todo o exposto, verifica-se que os pleitos em análise não atendem, neste momento, às disposições da Lei 14.124 e da Resolução da Diretoria Colegiada 476, de 2021, razão pela qual eu voto pela não autorização dos pedidos de importação e distribuição da vacina Sputnik V solicitados pelos estados que já relacionamos”, afirmou o diretor-relator. O voto do relator foi seguido pelos outros relatores da agência.
A deliberação foi marcada dentro do prazo estipulado pela Lei n º 14.124/21, e de acordo com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, que determinou a análise da questão dentro do prazo de 30 dias. Caso não houvesse essa análise por parte da Anvisa, a vacina poderia ser importada.
Os estados que tiveram seus pedidos avaliados pela Anvisa foram: Bahia, Acre, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Sergipe e Pernambuco. Além desses, também estão com pedidos pendentes de avaliação, ainda dentro do prazo, os estados de Rondônia, Sergipe, Tocantins, Amapá e Pará, e os municípios de Niterói (RJ) e Maricá (RJ). Ao todo, esses pedidos somam 66 milhões de doses, que poderiam vacinar cerca de 33 milhões de pessoas, por meio de duas doses.
Antes da votação dos diretores, gerentes de três departamentos da Anvisa apresentaram seus pareceres técnicos contra a compra da Sputnik V. Os relatórios foram incorporados ao voto do diretor-relator, Alex Machado Campos.
Vírus replicante
Em sua apresentação, o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, argumentou que os lotes analisados mostram a presença de adenovírus com capacidade de reprodução no composto da vacina, o que traz riscos à saúde. A tecnologia utilizada na fabricação da Sputnik V é a do adenovírus vetor. Por meio dessa técnica, o código genético do Sars-Cov-2, que é o vírus da covid-19, é inserido no adenovírus e este, ao ser administrado em seres humanos por meio da vacina, estimula as células do organismo a produzir uma resposta imune.
O adenovírus é um vírus que possui uma capacidade natural de replicação no corpo humano, mas quando utilizado como imunizante, essa capacidade de reprodução deve estar neutralizada, o que não teria ocorrido no caso dos lotes da Sputnik avaliados pela Anvisa.
“Um dos pontos críticos, cruciais, foi a presença de adenovírus replicante na vacina. Isso significa que o vírus, que deve ser utilizado apenas para carregar o material genético do coronavírus para as células humanas e promover a resposta imune, ele mesmo se replica. Isso é uma não conformidade grave”, disse Mendes. “Esse adenovírus replicante foi detectado em todos os lotes apresentados da vacina Sputnik”,
Esse procedimento, explicou o gerente-geral, está em desacordo com o desenvolvimento de qualquer vacina de vetor viral, de acordo com os parâmetros de autoridades regulatórias dos Estados Unidos e da União Europeia. Ele alertou que, uma vez no organismo humano, o adenovírus replicante poderia causar viroses e se acumular em tecidos específicos do corpo, como nos rins.
Documentação
Em outra avaliação, dessa vez sobre as empresas que fabricam a vacina, a Gerência Geral de Inspeção e Fiscalização da Anvisa informou que não foi apresentado o relatório técnico de aprovação do imunizante russo para verificar o controle de qualidade na fabricação.
Por causa disso, a Anvisa analisou documentos próprios e de outras autoridades regulatórias internacionais e solicitou a realização de uma inspeção presencial em duas das empresas que fabricam a vacina na Rússia, a Generium e a UfaVITA. A inspeção no Instituto Gamaleya, que é o desenvolvedor da vacina, foi negada pelo governo russo. Essa inspeção foi realizada ao longo da semana passada por três técnicos enviados pela agência. Na visita, de acordo com a gerente de inspeção, Ana Carolina Merino, foram constadas não conformidades na fabricação da vacina, que impactam, entre outras, na garantia de esterilidade do produto.
“Neste momento, o risco inerente à fabricação não é possível de ser superado, tanto para o insumo fabricado pela Generium quanto pelos produtos acabados fabricados pela Generium e pela UfaVITA, então a nossa gerência não recomenda a importação da vacina”, afirmou.
Em outro parecer, a gerente-geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária da Anvisa, Suzie Marie Gomes, afirmou haver falta de informações conclusivas sobre eventos adversos de curto, médio e longo prazos decorrentes do uso da vacina, o que prejudica a avaliação do produto. “Eu chamo a atenção também para que a ausência de dados também é informação. A ausência de comprovação é considerada uma evidência, e uma evidência forte, sobretudo quando temos uma estimativa de população exposta ao risco que beira os 15 milhões de cidadãos”, afirmou.
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Iraldir Silva
Na tarde desta segunda-feira 26/04 o presidente da Asese Sergipe @iraldirsilva, participou de uma importante reunião no centro administrativo do Banese.
A instituição confirmou, que a partir do dia 28 de abril, o acordo assinado com a Asese e o MP/SE será cumprido integralmente.
Nesta terça-feira, 27/04 o Banese lançará uma nota, confirmando essa informação.
Os detalhes desta operação que vai beneficiar diretamente 11 mil servidores, serão explicados nesta terça-feira as 19h, ao vivo no Instagran da Asese.
Anunciaremos também, uma nova solicitação da Asese, que estará disponível após o cumprimento do Acordo e vai beneficiar todos os 60 mil servidores clientes do Banese.
UFS suspende estágio médico de quem não está vacinado
A Universidade Federal de Sergipe (UFS), por meio da Portaria Nº 511/2021/GR, regulamentou a inserção de alunos de graduação em cenários de práticas de atenção à saúde frente à vacinação contra a covid-19. A medida foi adotada com o objetivo de preservar a vida e atender aos critérios de biossegurança.
Dessa forma, os estudantes matriculados nas áreas de saúde da universidade continuarão com os estágios presenciais quando já tiverem recebido a vacina contra a covid-19, observando a quantidade necessária de doses e também o período pós-vacina considerado indispensável para a imunização.
Portaria foi publicada nesta segunda-feira, 26. – Foto: Schirlene Reis/Ascom UFS
“A medida partiu da necessidade de ter uma normativa que oriente sobre a proteção para os alunos de graduação que estão em estágio final dos seus cursos com práticas na área da saúde. Houve um cuidado para determinar que esses estágios só sejam realizados a partir do momento que esses alunos estejam devidamente vacinados e sejam considerados imunizados para que possam manter contato com os pacientes no ambiente hospitalar”, afirma o pró-reitor de Graduação da UFS, Dilton Maynard.
Nos campi de São Cristóvão e Aracaju, 56% dos alunos contemplados já receberam o imunizante, o que representa 207 estudantes vacinados. Segundo o diretor do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Adriano Antunes, o estudo mostra que a vacinação avançou e está adiantada.
“Nós temos que, de fato, nos preocupar para que estejam todos vacinados e continuem sua formação para que, mais na frente, esses profissionais não faltem. Em alguns cursos, a vacinação já está bem adiantada e esses números mostram que a vacinação avançou bastante. A publicação da portaria prevê que os alunos voltem com segurança, que é o principal papel da universidade”, destaca o professor.
Já no campus de Lagarto, a cobertura vacinal chega a 80%, com 142 alunos englobados. A secretária de Saúde do município, Polyana Ribeiro, explica que o bom resultado é fruto da parceria que envolve a universidade e o Hospital Universitário de Lagarto (HUL-UFS).
“A cidade de Lagarto fez uma logística com a UFS e com o HUL e conseguimos avançar na vacinação dos residentes, preceptores e estagiários de vários cursos que atuam no Hospital Universitário de Lagarto. O município está avançado, essa parceria vem dando certo e estamos praticamente encerrando a vacinação para esse público”, afirma a secretária.
Sobre o curso de Odontologia, o diretor do campus de Lagarto, Makson Oliveira, esclarece que a UFS já possui a lista, mas a vacinação não foi iniciada porque esse grupo ainda não está atuando no estágio obrigatório. “O Departamento de Odontologia faz sua atividade de estágio obrigatório dentro do campus e, até o momento, essas atividades não estão permitidas. Apenas fora da universidade, por isso que o departamento não retomou a atividade de estágio obrigatório, mas, assim que possível, essas pessoas vão entrar na lista de vacinação”.
Coletiva de imprensa
Os dados foram apresentados ao público por meio de coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira, 26. A transmissão foi realizada ao vivo pelo canal da UFS no YouTube, como medida para evitar o contágio pelo coronavírus.
“Todos nós gostaríamos de voltar ao normal e é muito triste ver os nossos campi vazios, mas é mais triste ainda saber que nós perdemos vidas, como estamos perdendo todos os dias. Não vamos colaborar com isso e a Universidade Federal de Sergipe está preocupada em preservar e salvar vidas”, diz o pró-reitor Dilton.
“Reiteramos o compromisso da Secretaria de Saúde de São Cristóvão em vacinar os estagiários e já tínhamos incluído essa categoria em nosso plano de imunização. É importante para a gente receber em nossas unidades básicas e em nossos serviços de saúde esses estagiários que se somam nesse momento tão importante de enfrentamento à pandemia. Já recebemos algumas listas da UFS e vamos vacinar esses alunos ainda essa semana”, ressalta a representante da prefeitura de São Cristóvão, Maíra de Oliveira.
Também estiveram presentes os superintendentes do Hospital Universitário (HU-UFS), Angela Silva, e do Hospital Universitário de Lagarto, Manoel Cerqueira Neto.
Covid-19 mata professora aposentada da UFS
A Universidade Federal de Sergipe informa, com pesar, a perda da professora aposentada do Departamento de Administração (DAD), Vera Lucia Novaes Provinciali. Ela faleceu nesta segunda-feira, 26, aos 72 anos, vítima da covid-19.
Natural de São Carlos (SP), professora Vera Provinciali era graduada em Administração e Sociologia e tinha mestrado em Sociologia pela Iowa State University. Possuía experiência na área de Administração, com ênfase em comportamento organizacional e turismo, atuando principalmente nas áreas do turismo, artesanato, recursos humanos, clima organizacional, qualidade em serviços e pesquisa.
Vera Provinciali se desligou da UFS em 2014, quando se aposentou – Arquivo pessoal
Em abril de 1979 ingressou na UFS. A partir de 1992, ela ocupou o cargo de professora no DAD e se desligou oficialmente em agosto de 2014, quando se aposentou. Foi diretora do Departamento de Administração Acadêmica (DAA), conselheira do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Conepe), além de ter atuado no Centro de Educação a Distância (Cesad).
Os colegas do Centro de Ciências Sociais Aplicadas farão uma homenagem para a professora Vera Lucia Novaes Provinciali. Ela deixa três filhos, Roberto, Mirela e Marina, que é enfermeira do Hospital Universitário de Aracaju.
Aracaju não tem vacinas para a 2ª dose contra a Covid-19
A Secretaria Municipal da Saúde de Aracaju informa que não recebeu do Ministério da Saúde o quantitativo necessário de vacinas da Coronavac para a aplicação da segunda dose.Este atraso, já reconhecido pelo próprio Ministério da Saúde, terá impacto no calendário de vacinação do município.
Conforme a orientação estabelecida pelo Ministério da Saúde em 21 de março, a Secretaria da Saúde utilizou todas as doses recebidas pelo município para aplicação da primeira dose, pois foi assegurado pelo órgão federal o envio dos imunizantes para a dose de reforço.
Arthuro Paganini/Supec
No entanto, este envio não se concretizou tanto para Aracaju quanto para diversos municípios brasileiros. Neste sentido, a Secretaria da Saúde de Aracaju aguarda a publicação da nota técnica do Ministério da Saúde sobre que procedimentos deverão ser adotados em relação a esta situação e, na quarta-feira, dia 28, divulgará as medidas que serão adotadas pelo município.
A Secretaria da Saúde ressalta seu compromisso com a correta aplicação dos imunizantes de acordo com os procedimentos estabelecidos pelo Ministério da Saúde e aguarda o envio de mais doses da vacina Coronavac para a completa imunização dos seus munícipes.