ÍNTEGRA: Texto do depoimento de Pazuello na PF

O ex-ministro da Saúde disse à PF que Bolsonaro lhe pediu para apurar denúncia sobre vacina indiana Covaxin.

Confira o depoimento na íntegra:

Termo de declarações Nº 3488880/2021

Ao(s) 29 dia(s) do mês de julho de 2021, às 11h30, neste Serviço de Inquéritos da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado, no Edifício-Sede da POLÍCIA FEDERAL, 7º andar, perante o Delegado de Polícia Federal WILLIAM TITO SCHUMAN MARINHO, compareceu:

Declarante: EDUARDO PAZUELLO, sexo masculino, nacionalidade brasileira, divorciado(a), filho(a) de NISSIM PAZUELLO e VERA MARIA PIRES PAZUELLO, nascido(a) aos 19/07/1963, natural de Rio de Janeiro /RJ, instrução superior completo, profissão militar, documento de identidade nº XXX/RJ, CPF nº XXX, residente na(o) Avenida XXX bairro Lagoa, CEP XXXX, Rio de Janeiro/RJ, BRASIL.

Presente o Advogado da União DIOGO PALAU FLORES DOS SANTOS, Procurador Regional da União – PRU 1ª Região, OAB nº XXX/RS.

Foi informado ao intimado e a seu advogado que o presente ato será registrado somente por escrito, não sendo permitida a gravação, por áudio ou vídeo, pelos presentes. Foi esclarecido ao intimado qual o obejto de investigação deste Inquérito Policia. Foi cientificado o intimado acerca de seus direitos constitucionais e legais, inclusive o de permanecer em silêncio, o de não autoincriminação e o de não produzir provas contra si.

Inquirido a respeito dos fatos pela Autoridade Policial, RESPONDEU: QUE não tinha conhecimento de que o Deputado Federal Luis Claudio Fernandes Miranda e do servidor público Luis Ricardo Fernandes Miranda do Ministério da Saíde; QUE só tomou conhecimento desse fato por meio da imprensa, no dia 23/06/2021; QUE o Presidente da República, pessoalmente, no Palácio do Planalto, solicitou ao declarante que averiguasse se estava ocorrendo alguma irregularidade com o contrato de aquisição da vacina Covaxin; QUE recebeu esse pedido pessoalmente, e de maneira verbal; QUE não se recorda se este pedido do Presidente da República foi feito no dia 22 ou no dia 23/03/2021; QUE não sabe se solicitou no dia 22 ou 23/03/2021, solicitou ao ex-Secretário Executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, que verificasse o contrato; QUE essa solicitação também foi verbal e pessoalmente; QUE o panorama, à época, não era de um ambiente de gravidade em relação a esse fato específico envolvendo o contrato da Covaxin; QUE, inclusive, os contratos do Ministério da Saúde passavam por análise de vários órgãos de controle, como CGU, TCU, CONJUR, CNMP; QUE não foram apontadas qualquer irregularidade neste Contrato; QUE a CONJUR apontou alguns erros e solicitou a correção; QUE os erros foram corrigidos e o procedimento continuou normalmente; QUE, mesmo assim, o Presidente da República pediu para que o contrato fosse “checado”; QUE a conversa com o Presidente da República foi informal; QUE se lembra da informalidade porque “despachava” com o Presidente da República inclusive “em pé”; QUE recebeu, não se recordando da data, um retorno do ex-Secretário Executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, dizendo que havia feito uma apuração e não constatou qualquer irregularidade no contrato; QUE não sabe qual foi o tipo de apuração que ele realizou, nem se outras pessoas participaram dessa apuração; QUE recebeu essa resposta naquela semana, entre os dias 23 a 26/06; QUE mesmo já tendo sido exonerado da função de Ministro da Saúde, continuou a ir ao Palácio do Planalto para, inclusive, fazer a “passagem” de função; QUE esclarece que foi exonerado do cargo no dia 23/03/2021; QUE se recorda de ter viajado acompanhado, dentre outros, do Deputado Federal Luis Miranda no dia 21/03/2021, quando foram, em aeronave oficial da Força Aérea, para São Paulo/Guarulhos receber a entrega de vacinas do Consórcio Covax-Facility; QUE essa era primeira entrega de doses de vacina no Brasil; QUE conversou com o Deputado Federal Luis Miranda durante o voo; QUE não se recorda do conteúdo da conversa, muito menos se o Deputado Federal Luis Miranda informou que havi tido uma conversa com o Presidente da República no dia 20/03/2021; QUE apenas conversou com ele durante o voo e na descida; QUE conheceu o Deputado Federal Luis Miranda quando ele foi solicitar ao declarante para que seu irmão não fosse exonerado do cargo comissionado (DAS); QUE havia a proposta, formal, pelo superior hierárquico para a exoneração da função; QUE isso ocorreu em setembro ou outubro de 2020; QUE avaliou que as irregularidades apontadas (atrasos, faltas) poderiam ser corrigidas, e deu ordem ao Chefe de Gabinete para que o servidor público Luis Ricardo não fosse exonerado do cargo comissionado; QUE não se recorda de, após ter recebido a resposta do ex-Secretário Executivo, ter informado ao Presidente da República; QUE como o assunto foi tratado numa situação de normalidade de “denuncismo”, tanto esse quanto outros assuntos, foram analisados da mesma maneira; QUE foi a Guarulhos/SP e retornou no mesmo dia; QUE encaminhou esclarecimentos sobre esses fatos à Vice-Procuradoria-Geral da República, antes mesmo da primeira manifestação do Vice-Procurador-Geral; QUE se compromete a enviar cópia desse e outros documentos; QUE com relação ao Contrato nº 29/2021, celebrado entre a União e a empresa BHARAT BIOTECH LIMITED INTERNATIONAL, esclarece que, segundo foi informado pelo ex-Secretário Executivo do Ministério da Saúde, não havia nenhuma irregularidade; QUE utilizava, na época, um celular funcional, cujo número não se recorda; QUE não se recorda de ter trocado mensagens sobre o contrato da Covaxin com o Deputado Federal Luis Ricardo. Perguntado ao intimado se teria algo mais a acrescentar, disse que não. Nada mais disse e nem lhe foi perguntado. Foi então advertido (a) da obrigatoriedade de comunicação de eventuais mudanças de endereço em face das prescrições do art. 224 do CPP. Feita a leitura do presente termo e estando conforme, determinou a autoridade policial o encerramento do ato, o qual assina com o(a) depoente e comigo, ANDRE DE OLIVEIRA GURGEL, Escrivão de Polícia Federal, 3ª Classe, Matrícula 21.381, que o lavrei.

Cientificado que, caso tenha envolvimento com os fatos criminosos investigados, tem o direito de permanecer em silêncio, de não produzir provas contra si mesmo e de ser assistido por um advogado. Inquirido a respeito dos fatos investigados, RESPONDEU: QUE o declarante começou a trabalhar no Ministério da Saúde em abril de 2020, como Secretário Executivo. QUE em maio do mesmo ano, com a exoneração do ministro NELSON TEICH passou a ocupar interinamente o cargo de Ministro da Saúde, vindo a se tornar o titular do Ministério no mês de setembro. QUE questionado quem eram seus subordinados diretos que negociavam com empresas de medicamentos a compra de vacinas para COVID-19, respondeu que no Ministério da Saúde, negociações acima de um determinado valor passam obrigatoriamente pela Secretaria Executiva. QUE no caso da compra de vacinas decidiu-se que as negociações ocorreriam de forma centralizada na Secretaria Executiva envolvendo representante de outros setores do Ministério, tais como, Administração, Ciência, Tecnologia e Inovação, PNI – Programa Nacional de Imunização, Área Internacional, Comunicação Social e outras. O declarante afirma não lembrar o nome de todos os representantes de tais áreas porque não participava diretamente do processo de negociação das vacinas. O Secretário Executivo do Ministério era o Cel. ELCIO FRANCO, que era subordinado direto do declarante, desde que assumiu a Secretaria Executiva, em abril de 2020, ascendendo, naturalmente ao cargo do Secretário Executivo, quando o declarante foi nomeado Ministro da Saúde, e que um dos servidores do Ministério que participava das negociações era ROBERTO DIAS, Diretor de Logística, ou outra pessoa que ele indicasse. QUE questionado se ROBERTO DIAS, Diretor de Logística, foi indicado ao cargo de Diretor de Logística pelo declarante, respondeu que não, que ele já ocupava a função. QUE questionado se, no caso específico da vacina Covaxin, negociada com a Precisa Medicamentos e a Bharat Biotech houve atuação destacada de algum servidor, respondeu que não, que, assim como todas as outras negociações envolvendo vacinas eram conduzidas pela Secretaria Executiva e apoiada pelas demais áreas técnicas temáticas. QUE indagado se alguém apresentou a Precisa Medicamentos ao Ministério da Saúde, respondeu que foi a empresa BHARAT BIOTECH que indicou a PRECISA como sua representante no Brasil, ainda em outubro de 2020. QUE com relação a possíveis irregularidades ocorridas no processo de contratação e importação da Covaxin apontadas pela CGU, como possível tentativa de recebimento antecipado por parte da empresa, possível pagamento por meio de empresa não signatária do contrato, descumprimento dos prazos contratuais por parte da empresa contratada, justificativa de preço mal fundamentada, o declarante respondeu que tais detalhes contratuais não passavam pelo seu Gabinete, ficando a cargo das áreas técnicas, jurídicas e da fiscal de contratos. QUE com relação às três invoices (ou proforma invoices) encaminhadas ao Ministério da Saúde, informou que tomou conhecimento disso apenas pela televisão, numa entrevista que assistiu na CNN. QUE questionado se em sua gestão o Ministério da Saúde firmou outros contratos com a Precisa Medicamentos ou a Bharart Biotech, respondeu que não se lembra, mas que acredita que não. QUE questionado se já manteve contato com representantes da Precisa ou da Bharat durante o processo de negociação e importação, ou antes disso, respondeu que não, que nunca falou nem pelo telefone com eles. Que, antes dos fatos serem divulgados pela televisão, sequer sabia quem são. QUE questionado, finalmente, se gostaria de acrescentar alguma informação sobre os fatos, respondeu que quando passou a trabalhar no Ministério da Saúde ficou impressionado com as grandes somas de dinheiro envolvidas nas ações da saúde, tanto por intermédio das transferências a estados e municípios, quanto à execução direta por parte do Ministério. Diante disso, a primeira medida que tomou, já como Secretário Executivo, foi reforçar os procedimentos de controle do Ministério. uma das primeiras medidas foi reforçar a Diretoria de Interidade com mais servidores, destacando que a base do setor são servidores cedidos da CHU. Outra mudança que implementou foi alterar o escopo de atuação da Diretoria de Integridade, que só atuava no final dos procedimentos e passou a acompanhá-los desde o início, passando a atuar em todas as fases do procedimento. O declarante também firmou contratos de cooperação técnica com a CHU, com o TCU e com o Conselho Nacional do Ministério Público, para que todos esses órgãos passassem a ter acesso a todos os processos em trâmite no Ministério da Saúde em tempo real, o que possibilitou o acompanhamento de tais processo em todas as suas fases e mesmo antes de serem finalizadas. Finalmente, o declarante quer consignar que também reforçou o DENASUS, que é o departamento do Ministério responsável pela auditoria dos processos do SUS. QUE, na visão do declarante, tais ações garantem mais transparência aos atos e fatos administrativos e evitaram e continuam obstando desvios de finalidade, malversação de recursos públicos e ilícitos de qualquer natureza.

Nada mais havendo, este termo de Declarações foi lido e, achado conforme, assinado pelos presentes.

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Segundo depoimento

N° 347

Cientificado que, caso tenha envolvimento com os fatos criminosos investigados, tem o direito de permanecer em silêncio, de não produzir provas contra si mesmo e de ser assistido por um advogado. Inquirido a respeito dos fatos investigados, RESPONDEU: QUE o declarante começou a trabalhar no Ministério da Saúde em abril de 2020, como Secretário Executivo. QUE em maio do mesmo ano, com a exoneração do ministro NELSON TEICH passou a ocupar interinamente o cargo de Ministro da Saúde, vindo a se tornar o titular do Ministério no mês de setembro. QUE questionado quem eram seus subordinados diretos que negociavam com empresas de medicamentos a compra de vacinas para COVID-19, respondeu que no Ministério da Saúde, negociações acima de um determinado valor passam obrigatoriamente pela Secretaria Executiva. QUE no caso da compra de vacinas decidiu-se que as negociações ocorreriam de forma centralizada na Secretaria Executiva envolvendo representante de outros setores do Ministério, tais como, Administração, Ciência, Tecnologia e Inovação, PNI – Programa Nacional de Imunização, Área Internacional, Comunicação Social e outras. O declarante afirma não lembrar o nome de todos os representantes de tais áreas porque não participava diretamente do processo de negociação das vacinas. O Secretário Executivo do Ministério era o Cel. ELCIO FRANCO, que era subordinado direto do declarante, desde que assumiu a Secretaria Executiva, em abril de 2020, ascendendo, naturalmente ao cargo do Secretário Executivo, quando o declarante foi nomeado Ministro da Saúde, e que um dos servidores do Ministério que participava das negociações era ROBERTO DIAS, Diretor de Logística, ou outra pessoa que ele indicasse. QUE questionado se ROBERTO DIAS, Diretor de Logística, foi indicado ao cargo de Diretor de Logística pelo declarante, respondeu que não, que ele já ocupava a função. QUE questionado se, no caso específico da vacina Covaxin, negociada com a Precisa Medicamentos e a Bharat Biotech houve atuação destacada de algum servidor, respondeu que não, que, assim como todas as outras negociações envolvendo vacinas eram conduzidas pela Secretaria Executiva e apoiada pelas demais áreas técnicas temáticas. QUE indagado se alguém apresentou a Precisa Medicamentos ao Ministério da Saúde, respondeu que foi a empresa BHARAT BIOTECH que indicou a PRECISA como sua representante no Brasil, ainda em outubro de 2020. QUE com relação a possíveis irregularidades ocorridas no processo de contratação e importação da Covaxin apontadas pela CGU, como possível tentativa de recebimento antecipado por parte da empresa, possível pagamento por meio de empresa não signatária do contrato, descumprimento dos prazos contratuais por parte da empresa contratada, justificativa de preço mal fundamentada, o declarante respondeu que tais detalhes contratuais não passavam pelo seu Gabinete, ficando a cargo das áreas técnicas, jurídicas e da fiscal de contratos. QUE com relação às três invoices (ou proforma invoices) encaminhadas ao Ministério da Saúde, informou que tomou conhecimento disso apenas pela televisão, numa entrevista que assistiu na CNN. QUE questionado se em sua gestão o Ministério da Saúde firmou outros contratos com a Precisa Medicamentos ou a Bharart Biotech, respondeu que não se lembra, mas que acredita que não. QUE questionado se já manteve contato com representantes da Precisa ou da Bharat durante o processo de negociação e importação, ou antes disso, respondeu que não, que nunca falou nem pelo telefone com eles. Que, antes dos fatos serem divulgados pela televisão, sequer sabia quem são. QUE questionado, finalmente, se gostaria de acrescentar alguma informação sobre os fatos, respondeu que quando passou a trabalhar no Ministério da Saúde ficou impressionado com as grandes somas de dinheiro envolvidas nas ações da saúde, tanto por intermédio das transferências a estados e municípios, quanto à execução direta por parte do Ministério. Diante disso, a primeira medida que tomou, já como Secretário Executivo, foi reforçar os procedimentos de controle do Ministério. uma das primeiras medidas foi reforçar a Diretoria de Interidade com mais servidores, destacando que a base do setor são servidores cedidos da CHU. Outra mudança que implementou foi alterar o escopo de atuação da Diretoria de Integridade, que só atuava no final dos procedimentos e passou a acompanhá-los desde o início, passando a atuar em todas as fases do procedimento. O declarante também firmou contratos de cooperação técnica com a CHU, com o TCU e com o Conselho Nacional do Ministério Público, para que todos esses órgãos passassem a ter acesso a todos os processos em trâmite no Ministério da Saúde em tempo real, o que possibilitou o acompanhamento de tais processo em todas as suas fases e mesmo antes de serem finalizadas. Finalmente, o declarante quer consignar que também reforçou o DENASUS, que é o departamento do Ministério responsável pela auditoria dos processos do SUS. QUE, na visão do declarante, tais ações garantem mais transparência aos atos e fatos administrativos e evitaram e continuam obstando desvios de finalidade, malversação de recursos públicos e ilícitos de qualquer natureza.

Nada mais havendo, este termo de Declarações foi lido e, achado conforme, assinado pelos presentes.

MPF alertou governo sobre incêndio na Cinemateca

Em julho de 2020, a Procuradoria ingressou com Ação Civil Pública contra o governo alegando “estrangulamento financeiro e abandono administrativo” da Cinemateca.

No dia 20 de julho, O MPF de São Paulo alertou o governo para o risco de incêndio na Cinemateca.

A audiência pública ocorreu na 1ª Vara Federal Cível de São Paulo.

9 dias após a advertência, incêndio tomou conta de um galpão da Cinemateca, na Vila Leopoldina.

No incêndio de ontem (29) à noite, segundo o Corpo de bombeiros, não houve vítimas.

Covid-19: SES registra mais quatro óbitos nesta quinta

boletim 29 07
SES

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulga nesta quinta, 29, o boletim epidemiológico do coronavírus com 234 casos, uma morte nesta quinta e três mortes que estavam em investigação e foram confirmados. Em Sergipe, 273.863 pessoas já testaram positivo para a Covid-19 e 5.907 morreram. Até o momento, 263.362 pacientes foram curados.

As quatro mortes foram: um homem, 65 anos, de Simão Dias, sem comorbidade; uma mulher, 83 anos, de Poço Redondo, com diabetes e hipertensão; uma mulher, 40 anos, de Itaporanga, sem comorbidade; um homem, 78 anos, de Poço Verde, sem comorbidade.

Foram realizados 570.617 exames e 296.754 foram negativados. Estão internados 162 pacientes, sendo que no serviço público são 67 em leitos de UTI (adulto), zero na UTI neonatal/ pediatria e 47 em leitos clínicos (enfermaria), totalizando 114. Já nos leitos do serviço privado estão internados 27 pessoas na UTI adulta, um na UTI neonatal/ pediatria e 20 em leitos clínicos, totalizando 48. Mais um óbito está em investigação. Ainda aguardam resultados 345 exames coletados.

Vacinação

A Secretaria já distribuiu o total de 1.024.496 doses da primeira remessa aos municípios, destas foram aplicadas 1.013.956. Referente à segunda dose, foram distribuídas 506.175, sendo aplicadas 326.936 Além disso, do total de 38.700 doses únicas distribuídas aos municípios, foram aplicadas 38.921.

EXTRA! RJ libera público nos Estádios

A Prefeitura do Rio de Janeiro libera a partir de 2 de setembro 50% do públicos nos estúdios de futebol.

A partir de 17 de outubro, a Prefeitura do Rio de Janeiro vai liberar público total nos estádios.

O RJ é um dos poucos Estados com lotação superior a 90% com pacientes vítimas da Covid-19.

ESCÂNDALO! Ceasa Itabaiana continua parada

ceasa itabaiana
Ceasa de Itabaiana / Arquivo ASN

Dia desses realizaram no governo audiência que convidou deputados de Itabaiana – propositadamente, esqueceram de incluir Gilmar Carvalho, que nasceu em Itabaiana e começou a denunciar o abandono – sobre o escândalo do funcionamento zero da Ceasa, em Itabaiana.

Ótima ideia, pessimamente executada, a Ceasa continua sem funcionar em Itabaiana.

Foi inaugurada com pompas pelo Governo do Estado.

Cobra demais!

Os feirantes, que sempre sonharam com a Ceasa, são obrigados:, financeiramente, a continuar onde comercializam seus produtos.

Até parece que não há, em Itabaiana, autoridade preocupada com a utilização inútel de recursos públicos.

Pesquisa: 3ª via tem líder

Pesquisa da Futura Inteligência em parceria com Modalmais mostra que o cearense Ciro Gomes (PDT) lidera a 3ª via para as eleições presidenciais de 2022.

O ex-ministro e ex-governador do Ceará é vice-líder em cenários com o ex-presidente Lula (PT) e o Presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

ciro gomes
Ciro Gomes, do PDT, discursa durante o evento, Diálogos Eleitor, realizado pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs) 14/08/2018 – Foto: José Cruz/Agência Brasil

Simulação mais vantajosa para o cearense:

Lula: 40,9%

Bolsonaro: 28,7%

Ciro Gomes: 13,3%

Simone Tebet (MDB): 2,7%

Cenário II:

Ciro Gomes: 6,6%

Sergio Moro: 6,3%

Mandetta: 3,4%

Haddad: 3,0%

Veja resultado 1 da pesuisa

Veja resultado 2 da pesquisa

Prefeito é preso por envolvimento em crime sexual

Assis
Reprodução / Redes Sociais

O prefeito de São Simão (GO), Assis Peixoto (PSDB), foi preso preventivamente nesta quarta-feira, 29, por envolvimento em crime sexual.

O que é pior: crime contra a dignidade sexual de menor.

Foi preso em Goiânia, capital do Estado.

Escreveu uma das vítimas:

Eu fui um dos inúmeros “garotos do Assis” dentro desse município. Ontem eu denunciei ele ao promotor. E vou processá-lo por danos morais e materiais pelos abusos sexuais que fui vítima dos 9 aos 16 anos (2001 até 2007), e que mantive em segredo até hoje. Sou portador de graves transtornos mentais por isso. Muito sofrimento…

Jornalista deixa o Jornal da Record News

augusto nunes
Augusto Nunes – Reprodução

O jornalista Augusto Nunes deixa de apresentar o Jornal da Record News.

Também deixa o comando do R7, onde era diretor de redação.

Permanecerá como comentarista do telejornal.

Sempre fui bastante exigente comigo mesmo e jamais descumpri compromissos assumidos.

Mas tenho de me afastar, por questões pessoais, deixando de exercer os cargos com os quais fui honrado.

Estava na Record desde 2019. Em março desde ano, foi anunciado como apresentador do jornal.

2º turno: Lula na frente de Bolsonaro

O Instituto Paraná Pesquisas divulga nesta quinta-feira, 29, nova pesquisa de intenções de votos para presidente da República.

No confronto direto, Lula passou de 40,2% das intenções de voto em junho para 43,3% em julho. Já Bolsonaro caiu de 40% para 38,2%. Nenhum/branco/nulo são 15% (15,3% em junho) e não sabe/não respondeu 3,4% (4,4% em junho).

lula bolsonaro
NE Notícias / Montagem

REJEIÇÃO

Lula: 46,27%

Bolsonaro: 53,3%


A pesquisa foi encomendada pelo PSL.

Foram ouvidos 2.010 eleitores entre os últimos dias 24 e 28.

Margem de erro: 2%, para mais ou para menos.

Saiba como identificar se o dinheiro é falso ou verdadeiro

dinheiro real
Marcello Casal Jr/Agência Brasi

Com a prisão em flagrante de um homem tentando enviar dinheiro falso pelos Correios, feita pela Polícia Federal na terça-feira (27), Instituto de Criminalística, órgão vinculado à Coordenadoria Geral de Perícias (Cogerp) orienta à população como identificar se a cédula é verdadeira por meio da análise dos elementos de segurança. Inclusive, a falsificação de cédulas é crime previsto no Artigo 289 do Código Penal e prevê pena de três a doze anos de reclusão, e multa.

É comum que as pessoas verifiquem a autenticidade de uma cédula apenas colocando o valor contra a luz ou apenas passando o dedo pela nota. Mas, há um grande conjunto de elementos de segurança desenvolvidos para garantir à população o reconhecimento da cédula de forma mais precisa. Toda cédula pode ser falsificada, mas a perita do setor de documentoscopia do Instituto de Criminalística, Thayse Freitas, revelou que as cédulas mais falsificadas são as de R$20,00; R$50,00 e R$100,00.

A perita ressalta que colocar a nota contra a luz não garante que o valor seja verdadeiro, é preciso maiores cuidados para não cair no golpe. “Uma pessoa que é leiga por exemplo ela tende a colocar somente a cédula contra a luz para analisar se tem marca d’água, só que isso não é recomendado até para pessoas que são peritas, porque os falsários simulam esses elementos, então o cidadão precisa conhecer mais de um elemento para poder ter certeza se aquela cédula é falsa ou não, no caso de nós peritos a gente analisa todos os elementos que a cédula possui”, enfatizou.

“Existem falsificações que recebemos que para uma pessoa leiga que não observe com bastante cuidado pode considerar essa cédula como sendo igual a uma nota autêntica, mas somente com alguns equipamentos específicos conseguimos analisar essa nota e fazer a conclusão somente com os elementos visuais, perceptíveis porque as falsificações elas são cada vez melhores”, complementou.

Thayse Freitas também destacou que, se houver suspeitas de que a cédula é falsa, a recomendação é procurar a autoridade policial mais próxima, como uma delegacia da Polícia Civil, para registrar o fato. O dinheiro é retirado de circulação e enviado ao Instituto de Criminalística para examinar sua autenticidade. Thayse Freitas salienta ainda que o repasse de notas falsificadas, com a ideia de se livrar da cédula, pode implicar em penalidades legais.

A perita orientou que é preciso calma e atenção para verificar a autenticidade da nota de dinheiro recebida. “O cidadão precisa ter atenção e não ter tanta pressa na hora de guardar o dinheiro porque na correria a gente tende de receber o troco e jogar na bolsa, na carteira de qualquer jeito, então é importante dar uma paradinha fazer a análise básica, coloca contra a luz para analisar se tem marca d’água, dá uma analisada na nota para ver se tem as marcas táteis, as impressões em alto relevo na lateral, verificar se tem essa numeração escondida, isso leva alguns segundos mas evita que a pessoa possa vir a ter prejuízos futuros” concluiu.