CORONAVÍRUS EM ARACAJU: 367 novos casos e 3 óbitos

A Secretaria Municipal da Saúde de Aracaju informa que até as 19h desta terça, 10, foram vacinadas 371.155 pessoas contra a covid-19.

A SMS informa também que foram registrados 367 novos casos de covid-19 na capital e três óbitos. Todos do sexo masculino, hipertensos e diabéticos: de 53 (com data de falecimento em 9/8), 59 (em 9/8) e 64 anos (em 24/2).

Dos novos casos confirmados, 156 são homens, com idades entre um e 91 anos; e 211 mulheres com idades entre um e 83 anos.

Três óbitos registrados anteriormente foram retirados do boletim de Aracaju, pois foi verificado posteriormente que residiam em outro município.

Com isso, sobe para 126.884 o número de pessoas diagnosticadas com covid-19 em Aracaju. Dessas, 94 estão internadas em hospitais; 1.237 estão em isolamento domiciliar; 123.160, que estavam infectadas já estão recuperadas; e 2.393 foram a óbito.

Há oito pacientes suspeitos internados, que aguardam resultados do exame.

Foram descartados 118.426 casos do total de 245.318 testes.

Confiança perde para o CSA no Baptistão

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Lucas Almeida/ADC

O CSA bateu o Confiança por 2 a 0, na noite desta terça-feira (10) na Arena Batistão, em Aracaju, pela 17ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

Os dois gols da partida foram marcados na reta final da partida. Aos 31 minutos, o atacante Iury aproveitou rebote do goleiro sergipano e mandou para as redes de letra. Aos 36, o atacante Dellatore aproveitou erro da zaga e mandou forte para dentro do gol.

Com o resultado, o time de Maceió se manteve no 12º lugar, mas subiu aos 22 pontos e voltou a vencer após três partidas. Já o Confiança segue no 16º lugar com apenas 13 pontos em 17 jogos. Na próxima rodada, o CSA recebe o Coritiba no sábado (14). No mesmo dia, o Confiança vai até Campinas para enfrentar a Ponte Preta.

Em Florianópolis, Guarani bate Avaí

O Guarani derrotou o Avaí por 1 a 0 no estádio da Ressacada. O único gol do jogo foi marcado pelo atacante Allan Victor na reta final da partida, aos 50 minutos do segundo tempo.

Com a vitória, o Bugre campineiro entrou de vez no G4. A equipe subiu quatro posições e é o 3º colocado com 29 pontos. O Avaí caiu uma posição e é o 6º com 27. O time de Campinas volta a jogar na próxima sexta-feira (13) contra o Goiás fora de casa. O Avaí, no sábado (14), tem mais um jogo em casa. Dessa vez, o adversário será o líder Náutico.

São Paulo e Palmeiras ficam no 1 a 1 pela Libertadores

São Paulo e Palmeiras ficaram no 1 a 1, na noite desta terça-feira (10) no estádio do Morumbi, no Choque-Rei que definirá um dos semifinalistas da Copa Libertadores.

O confronto de volta das oitavas de final da competição continental acontece na próxima terça-feira (17) a partir das 21h30 (horário de Brasília) no Allianz Parque, em São Paulo.

Jogando em casa, o São Paulo tentou assumir uma postura de construir jogadas desde o campo de defesa. Do outro lado do gramado, o Palmeiras se propôs a se fechar na defesa para contra-atacar. Mesmo com posturas diferentes, as duas equipes conseguiram criar boas oportunidades, mas o placar permaneceu sem mudanças até o intervalo.

Mas, na etapa final, o Tricolor não demorou a abrir o marcador. Aos 8 minutos Weverton consegue defender finalizações seguidas de Rigoni e Nestor (duas vezes), mas a bola sobra para Luan, que, de primeira, marcou um bonito gol.

No entanto, o Verdão passou a buscar insistentemente o empate, e o alcançou aos 28 minutos, em cobrança de falta do volante de Patrick de Paula.

Agora, antes da decisiva partida de volta das oitavas da Libertadores, o Palmeiras visita o Atlético-MG no próximo sábado (14) no estádio do Mineirão, enquanto o São Paulo recebe o Grêmio no mesmo dia no Morumbi.

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Revogada a Lei de Segurança Nacional

O Senado aprovou nesta terça-feira (10) o Projeto de Lei (PL) 2.108/2021, que revoga a Lei de Segurança Nacional (LSN) e inclui na legislação crimes contra o Estado Democrático de Direito. Desde a apresentação do projeto, em 1991, foram 30 anos até a aprovação pela Câmara dos Deputados, em maio de 2021, e depois pelo Senado. O projeto segue para sanção do presidente da República.

O texto tem origem no PL 2.462/1991, do promotor e ex-deputado federal Hélio Bicudo (SP). No Senado, esse projeto de lei ganhou nova numeração e foi aprovado com a incorporação de três emendas de redação pelo seu relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE).

O apelo para que o texto fosse votado cresceu porque a LSN, criada em 1983, ainda no período da ditadura militar, e pouco aplicada após a Constituição de 1988, passou a ser usada mais recentemente — segundo seus críticos — para punir quem se manifestava contra o governo de Jair Bolsonaro. De acordo com o relator, o número de inquéritos instaurados com base nessa lei aumentou significativamente a partir de 2019, chegando a 51 no ano de 2020.

— A Lei de Segurança Nacional estava submetida ao esquecimento quando, nos últimos tempos, foi recuperada do fundo da gaveta e foi promovida pelo atual governo como instrumento preferencial de silenciamento. Foram várias as tentativas de calar a crítica, com ações contra o influencer Felipe Neto e o cartunista Aroeira, e não somente contra eles. Muitos outros jornalistas e manifestantes foram alvos de perseguição política apoiada por um diploma do tempo da ditadura — disse Rogério Carvalho.

Para o relator, a LSN é um dos últimos diplomas normativos de cunho autoritário ainda vigentes após a redemocratização. Ele apontou resquícios da doutrina de segurança nacional, que, numa linguagem “belicista”, identificava os críticos e opositores ao regime autoritário com a figura do inimigo interno.

Segundo o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a votação do projeto valoriza o Estado Democrático de Direito.

— Eu gostaria de enaltecer o evento de hoje [terça-feira], com o Senado funcionando plenamente, por meio do sistema remoto e também com os senadores presentes, nesse sistema híbrido que nos impôs a pandemia de coronavírus, a votarmos um projeto que, de fato, modifica, para não dizer enterra, o entulho autoritário, com uma modificação de conceitos, estabelecendo e valorizando o Estado Democrático de Direito.

Destaques

Para que o projeto pudesse seguir para a sanção do presidente da República, em vez de retornar à Câmara, vários senadores retiraram os destaques que haviam apresentado. Foi o caso do líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), que classificou a aprovação como um avanço democrático.

— Tarda a hora de o Brasil sepultar, de uma vez por todas, essa Lei de Segurança Nacional, que é um resquício da ditadura e que não condiz mais com a nossa Constituição Cidadã. O MDB retira seu destaque, entendendo que nós precisamos, no dia de hoje, avançar e consolidar um passo definitivo em relação à democracia.

Entre as emendas rejeitadas está a apresentada pelo senador Esperidião Amin (PP-SC), que previa a punição, por abuso de autoridade, da conduta do magistrado que requisita a instauração de inquérito policial para investigar supostas condutas de que foi vítima e cuja ação penal, depois, será de sua responsabilidade.

— Deu para entender? [Ocorre quando] O juiz requisitar um inquérito na suposição de que ele seja a vítima de uma agressão, sendo que ele será o juiz, podendo haver recurso ou não. Esse abuso de poder deve ser repelido e deve ser considerado um crime de abuso de autoridade, que pode estar acontecendo — disse o senador.

Também foi rejeitada emenda apresentada pelos senadores Telmário Mota, Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), Marcos Rogério (DEM-RO) e Sérgio Petecão (PSD-AC). Eles queriam retirar do texto um dispositivo que tipifica o crime de atentado ao direito de manifestação, com aumento de pena para militares e perda do posto e da patente ou graduação.

— Estamos diante de uma situação absolutamente exagerada na punição de agentes militares. Se aprovado esse dispositivo, estaremos inibindo toda e qualquer ação desses agentes, por temerem uma pena de prisão ou regime inicialmente fechado, além da perda do seu posto e de patente militar quando, na verdade, eles podem, simplesmente, ter agido com o cumprimento da lei para a manutenção da ordem, tendo em vista a subjetividade da classificação de uma manifestação livre e pacífica — disse Telmário.

Ao falar contra esse destaque, o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), argumentou que o projeto não inibe a repressão a quem verdadeiramente atenta contra a ordem democrática. Como exemplo, ele citou ameaças de morte a senadores e manifestações em que foram lançados fogos de artifício contra o Supremo Tribunal Federal.

— Esses arruaceiros, que atentam contra a ordem democrática e o Estado de Direito, esses aí, que querem destruir a ordem democrática, todo o Plenário pode ficar tranquilo; vão continuar indo para a cadeia. A polícia vai continuar atuando em relação a eles. (…) É por isso que nós temos que aprovar o projeto hoje e mandá-lo para a sanção presidencial. E, se não ocorrer a sanção, haverá a apreciação do [respectivo] veto por parte do Congresso Nacional — declarou Randolfe.

Sargento PM morre vítima de atropelamento

Morreu o sargento PM Lima.

Era mais conhecido como Marquinhos.

Residia em São Miguel do Aleixo. Vítima de atropelamento. Estava em sua bicicleta fazendo o popular pedal. 

3 óbitos por Covid-19 em Sergipe

Registrados oficialmente 3 óbitos por Covid-19 em Sergipe.

442 novos infectados.

Desde o começo da pandemia, 276.218 residentes em Sergipe tiveram ou têm o vírusus.

Morreram em Sergipe 5.941 pacientes vítimas da doença.

2ª Turma do STF: Bretas incompetente para julgar advogados

São nulas as ações do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, que, no ano passado, determinou buscas e apreensões em 75 endereços ligados a advogados. A decisão foi tomada nesta terça-feira (10/8) pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal, por 3 votos a 1.

O colegiado declarou a incompetência da Vara dirigida por Bretas para conduzir processo envolvendo a Fecomércio do Rio de Janeiro. Todos os atos decorrentes das ações de Bretas estão anulados, conforme o voto do relator da matéria, ministro Gilmar Mendes.

Depois do voto do relator, apresentado em abril deste ano, o ministro Nunes Marques havia pedido vista. Na votação desta terça-feira, apresentou suas conclusões sobre o caso. Segundo o ministro, que acompanhou totalmente o relator, os autos devem ser remetidos para a Justiça Estadual do Rio de Janeiro.

Quanto às buscas e apreensões determinadas pelo juiz Bretas, o ministro Nunes Marques as classificou como “amplas e desarrazoadas” e, por isso, acompanhou o relator para declarar nulas as provas destas buscas.

O ministro Luiz Edson Fachin divergiu do entendimento do relator e sustentou que a reclamação em análise pela 2ª Turma não seria o meio adequado para declarar a incompetência da Justiça Federal. “A reclamação não se presta a atuar como atalho processual destinada a submeter a mais alta Corte do país questões que contrariam os anseios dos reclamantes”, sustentou.

Da mesma forma, argumentou que os mandados de busca e apreensão contra advogados observaram os requisitos legais que, segundo ele, foram “cumpridos e demonstrados”. 

O ministro Ricardo Lewandowski acompanhou o entendimento dos ministros Gilmar e Nunes Marques.

No processo, Bretas aceitou denúncia formulada com base na delação de Orlando Diniz, ex-presidente da Fecomércio-RJ. Diniz foi parar na cadeia duas vezes por suposto desvio de verbas entre 2007 e 2011, e tentou por mais de dois anos emplacar sua delação. Só conseguiu, segundo publicou a revista Época, depois que concordou em acusar advogados que estavam na mira da “lava jato” por defender clientes acusados de corrupção. Em troca da delação, Diniz ganhou a liberdade e o direito de ficar com cerca de US$ 250 mil depositados no exterior, de acordo com o MPF do Rio.

Em outubro do ano passado, Gilmar, relator do caso, suspendeu a decisão de Bretas. No julgamento de mérito em abril deste ano, o ministro apontou que a Justiça Federal não tem competência para julgar o caso, já que a Fecomercio é uma entidade privada e deveria ser investigada pela Justiça Estadual.

Gilmar citou diversos precedentes do STF que afirmam que entidades do Sistema S, como a Fecomercio, devem ser julgadas pela Justiça Estadual, ainda que recebam recursos da União. Entre eles, a Súmula 516 do Supremo, que tem a seguinte redação: “O Serviço Social da Indústria — Sesi — está sujeito à jurisdição da Justiça estadual”. Dessa forma, o ministro votou para remeter o caso para a Justiça Estadual do Rio de Janeiro.

Ainda que o processo fosse de competência da Justiça Federal, não poderia ser atraído por prevenção para a 7ª Vara Federal Criminal do Rio, disse Gilmar Mendes. Ele lembrou que o Supremo já decidiu que acordo de colaboração premiada não fixa competência (Questão de Ordem no Inquérito 4.130). Dessa maneira, a delação de Orlando Diniz não é suficiente para levar a ação para a vara de Bretas.

O ministro ainda avaliou que as buscas e apreensões contra advogados foram ilegais. Isso porque os mandados foram genéricos e amplos, sem explicar o que motivaria cada medida. 

“Em relação a essa alegação [de ilegalidade das buscas], percebe-se que não houve a observância aos requisitos legais e nem às prerrogativas da advocacia, com a ampla deflagração de medidas que buscaram ‘pescar’ provas contra os denunciados e possíveis novos investigados, inclusive, nesse ponto específico, em desrespeito às regras do foro por prerrogativa de função”.

Clique aqui para ler o voto de Gilmar Mendes
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PSG confirma contratação de Messi

O PSG acaba de anunciar a contratação de Messi

O jogador vai usar a camisa “30”.

Neymar continua com a “10”.

Descumpriu medida protetiva e lesionou gravemente a ex-companheira

Policiais civis de Umbaúba deram início à Operação Ressurreição, na manhã desta terça-feira, 10, para cumprir o mandado de prisão preventiva contra um homem conhecido como “Negão”. Ele é investigado por ter pefurado um dos olhos da ex-companheira e foi detido no município umbaubense.

No mês de maio deste ano, a vítima compareceu à Delegacia de Umbaúba, alegando ter sofrido violência doméstica por parte do seu, até então, companheiro. Diante dos relatos, um pedido de medida protetiva foi expedido e encaminhado ao Poder Judiciário, a fim de proteger a vítima contra novas possíveis agressões.

No entanto, mesmo sendo notificado pelo Poder Judiciário, “Negão” descumpriu a ordem judicial de medida protetiva e praticou a nova violência contra a sua ex-companheira, perfurando o olho da vítima. Sendo assim, foi instaurado um novo procedimento em que foi expedido o mandado de prisão preventiva do autor do crime.

Deferida a prisão, “Negão” foi localizado e encaminhado à Delegacia de Umbaúba, onde permanece à disposição do Poder Judiciário. A Polícia Civil ressalta a importância das denúncias através do número 181, destacando ainda a garantia do sigilo do denunciante.

Covid-19/SE: casos, óbitos e internações continuam em queda

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Força-tarefa Covid-19/UFS

O Observatório de Sergipe divulga mais um boletim “Covid-19: Sergipe e Território Nacional”, com informações atualizadas até 09 de agosto de 2021. Os destaques são:

As análises apontam que o “segundo” e maior pico da pandemia em Sergipe apresenta, desde a segunda quinzena de junho, expressiva tendência de queda. Em 9 de agosto, as médias móveis de casos (-45%), de mortes (-36%) e internações (-44%), continuavam a cair quando comparada com 14 dias atrás;

A redução nas internações foi puxada sobretudo pela queda das UTI’s. A média móvel desse indicador chegou a 65 internações ontem, uma queda de cerca de 44% em relação a 14 dias atrás. Já nas enfermarias chegou a 58 com uma redução de aproximadamente 41% em relação à igual período;

Em relação aos territórios sergipanos, numa análise de tendências recentes, comparando os números da última semana epidemiológica conclusa (S 31), de 1 a 7 de agosto, com a antepenúltima semana (S 29), de 18 a 24 de julho, observou-se queda no número de novos casos e mortes nos territórios sergipanos, excerto o Leste Sergipano que apresentou aumento de 27% no número de casos. Os territórios com maior incidência de novos casos por cem mil habitantes, na última semana epidemiológica são os da Grande Aracaju (75) e Leste Sergipano (169). Além disso, destaca-se o Médio Sertão por três semana consecutivas (S 29 a S 31) não registra mortes decorrentes pelo novo Coronavírus. Os municípios que compõem a Grande Aracaju são: Aracaju, Barra dos Coqueiros, Itaporanga D’ajuda, Laranjeiras, Maruim, Nossa Senhora do Socorro, Riachuelo, Santo Amaro das Brotas e São Cristóvão. Já os que compõem o Leste Sergipano são: Capela, Carmópolis, Divina Pastora, General Maynard, Japaratuba, Pirambu, Rosário do Catete, Santa Rosa de Lima e Siriri. Os que compõem o Médio Sertão são: Aquidabã, Cumbe, Feira Nova, Graccho Cardoso, Itabi e Nossa Senhora das Dores.

Quanto à vacinação em Sergipe, mais de 1,1 milhões de pessoas tomaram a primeira dose de vacinas contra a Covid19, o que corresponde por cerca de 48% da população. Já a segunda dose ou dose única foi aplicada em cerca de 404 mil pessoas, o que dá 17,4% da população;

Na semana epidemiológica 31, Sergipe atingiu 1,1 mortes por 100 mil habitantes, ficando abaixo da taxa nacional (3,0/100 mil hab.) e do Nordeste (1,7/100 mil hab.), sendo a 3ª menor proporção de óbitos por Covid-19 do Brasil.