O candidato governista ao Governo do Estado pode ser o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT).
“Ulices (Andrade) não é doido de deixar 9 anos de conselheiro para ser candidato a governador”, dizem governistas.
Sempre pedindo para não terem seus nomes revelados, eles dizem que o governador Belivaldo Chagas (PSD) e Edvaldo sempre avaliam que quem vence a eleição, qualquer eleição, “é a máquina”.
Mãe e filha assassinadas
Mãe e filha foram assassinadas na tarde desta terça-feira, 16, no Loteamento São Brás, em Nossa Senhora do Socorro.
Policiais no local.
Investigações tentam localizar quem praticou o crime.
Cabos de semáforos furtados em Aracaju
O furto de cabos têm prejudicado o funcionamento dos semáforos de Aracaju. Somente este ano, mais de 3.000 metros desses cabos já foram furtados.
Neste fim de semana, a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) registrou o furto de mais de 200 metros de cabos em seis cruzamentos da cidade, o que prejudicou o funcionamento dos equipamentos e a mobilidade urbana.
Furto de mais de 200 metros de cabos em 6 cruzamentos da cidade
No domingo (14), a equipe semafórica da SMTT foi acionada devido aos semáforos inoperantes no cruzamento das avenidas Pedro Calazans e 7 de Setembro. No local, a equipe constatou que cerca de 60 metros de cabos haviam sido furtados.
No mesmo dia, outra ocorrência da mesma natureza foi registrada no semáforo da avenida Otoniel Dória e também no cruzamento da avenida Antônio Cabral com Simeão Sobral, onde foram furtados 100 metros de cabos.
Na sexta-feira (12), mais 50 metros de cabos foram furtados no cruzamento da avenida Desembargador Maynard com as ruas Acre, Sergipe e Bahia.
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O superintendente da SMTT, Renato Telles, ressalta que essa prática ilegal aumenta os custos de manutenção dos semáforos, devido à reposição dos cabos e aos danos causados no equipamento, além dos prejuízos à mobilidade urbana.
“Quando há furto, o equipamento fica inoperante, gera risco de acidentes de trânsito e traz prejuízos para a mobilidade. Por isso, pedimos a colaboração da população para que denunciem à polícia casos de flagrantes de ações suspeitas nos semáforos”, orienta o superintendente.
Outra ocorrência
No sábado (13), foi registrada outra ocorrência envolvendo semáforo. Um veículo se chocou contra a caixa controladora do semáforo localizado na avenida Ivo do Prado com a Travessa Hélio Ribeiro, no Centro, danificando o equipamento.
Ao chegar no local da ocorrência, os agentes de trânsito da SMTT não encontraram o veículo e nem o condutor. O equipamento ainda está passando por reparos e os agentes continuam operando para organizar o trânsito da região.
Anvisa não foi consultada sobre redução de intervalo para reforço
Como NE Notícias informou, o Ministério da Saúde reduziu para cinco meses o prazo para vacina de reforço (a terceira) contra a Civid-19.
A Anvisa reconhece e estimula os movimentos que visam a ampliação da vacinação contra à Covid-19 no Brasil. Ações com esse objetivo apontam para o compromisso com a saúde pública e reforçam que a vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a Covid-19, incluindo as consequências mais graves da doença, como hospitalização e óbito.
Os dados disponíveis até aqui sugerem diminuição da imunidade em algumas populações, ainda que totalmente vacinadas. A disponibilidade de doses de reforço é um mecanismo importante para assegurar a proteção contínua contra a doença.
De forma geral, a decisão sobre dose de reforço deve considerar o cenário epidemiológico, os estudos de efetividades, a circulação das cepas variantes e a segurança das vacinas, bem como uma efetiva estratégia de monitoramento das reações adversas e captação de sinais de interesse para a farmacovigilância.
Antes de incorporar a dose de reforço das vacinas, países como Estados Unidos, Canadá, Indonésia, Grã-Bretanha, Israel, membros da Comunidade Europeia e outros submeteram a estratégia à avaliação prévia das suas autoridades reguladoras. Primariamente, a terceira ou dose de reforço foi indicada para pessoas com sistema imunológico enfraquecido, idosos e profissionais de saúde.
Marcelo Camargo / Agência Brasil
Situação das vacinas no Brasil
A Anvisa vem discutindo com todas as empresas desenvolvedoras e instituições sobre as ações de monitoramento e sobre os estudos clínicos para a confirmar a eficácia e segurança da dose de reforço das vacinas aplicadas no Brasil.
Até o momento, apenas a Pfizer solicitou alteração do esquema vacinal previsto em bula para a vacina Comirnaty. O atual esquema aprovado em bula prevê duas doses da vacina. O pedido apresentado à Anvisa prevê a aplicação de uma terceira dose. Este pedido está em análise na Anvisa e pendente de complementação de dados pelo laboratório para que a análise tenha prosseguimento.
Quanto à vacina da Janssen, a decisão da autoridade reguladora americana (FDA/EUA) considerou a segunda dose como reforço, conforme se segue: “O uso de uma dose única de reforço da vacina Janssen (Johnson e Johnson) Covid-19 pode ser administrado pelo menos 2 meses após a conclusão do regime primário de dose única em indivíduos com 18 anos de idade ou mais.” (tradução livre).
Segundo a Janssen, a previsão é que até a próxima semana a empresa entregue os estudos para Anvisa sobre a eficácia e segurança da dose reforço da sua vacina.
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Bula
É importante diferenciar o esquema vacinal previsto em bula e estratégia de vacinação e reforço.
O esquema previsto em bula e aprovado pela Anvisa (quantidade de doses e intervalos) indica a forma de uso da vacina que, segundo os estudos, produzem os melhores resultados de imunização.
Já a estratégia de vacinação e reforço é uma decisão da autoridade de saúde (MS) sobre como determinado imunizante será aplicado na população de forma a se obter a melhor cobertura vacinal, e as estratégias de monitoramento das reações adversas.
Saúde reduz intervalo para reforço
Com mais de 350 milhões de vacinas Covid-19 distribuídas, a maior campanha de vacinação da história do Brasil faz um chamado importante para os brasileiros “atrasadinhos”. Mais de 21 milhões de pessoas precisam voltar aos postos de vacinação para tomar a segunda dose. Com o slogan “Proteção pela metade não é proteção”, o Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (16) a campanha Mega Vacinação, que tem como público-alvo toda a população acima de 18 anos.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou que o cenário epidemiológico do país está equilibrado e mostra, dia após dia, melhora nos índices de casos e óbitos de Covid-19. “A melhora se deve a eficiência das políticas públicas lideradas pelo Ministério da Saúde e executadas na ponta pelos estados e municípios”, afirmou.
O ministro falou sobre importância dos brasileiros completarem seus ciclos vacinais. “Temos que trabalhar para ampliar a cobertura da segunda dose […] É nosso objetivo com a campanha de Mega Vacinação contra a Covid-19. E isso ocorre graças a força do SUS, é para ampliar ainda mais o acesso, para convencer as pessoas a procurarem uma Unidade Básica de Saúde”, reforçou.
“O Brasil tem vacina. Temos outros países que ainda não tem vacina suficiente para ofertar à sua população. […] O Brasil tem hoje um Sistema Único de Saúde que é poderoso, forte, capilarizado, com profissionais de saúde e recursos humanos, que conhecem como vacinar em todo cantinho do país. Temos pessoas que acreditam na vacinação e hoje nós parabenizamos este esforço, porque também nós pensamos que o Brasil pode fazer história, pode mudar o rumo dessa pandemia”, ressaltou a representante da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), Socorro Gross.
Tânia Rêgo/Agência Brasil
Em todo Brasil
No próximo sábado (20), a campanha terá uma mobilização nacional para reforçar a importância de a população completar o ciclo vacinal, ou seja, tomar as duas doses, mesmo após o prazo recomendado pelos fabricantes das vacinas. Além disso, quem já está no momento de tomar a dose de reforço, não pode perder tempo. Isso porque a campanha também chama a atenção para a necessidade de reforçar a imunidade contra a doença.
Segundo um levantamento do Ministério da Saúde, São Paulo, com 4,1 milhões de pessoas; e Minas Gerais, com mais de 2,2 milhões, são os estados que mais possuem brasileiros nessa situação. Entre os “atrasadinhos”, 2,9 milhões têm entre 30 e 34 anos, faixa etária com o maior número de pessoas que não voltaram ao posto de vacinação.
Mais de 18 anos
A campanha ainda anuncia mais uma etapa importante para a imunização dos brasileiros: a ampliação da dose de reforço para toda a população adulta. Ao todo, 158 milhões de pessoas com mais de 18 anos fazem parte do público-alvo para a dose de reforço.
A partir de agora, também muda o intervalo para aplicação da dose de reforço, reduzindo de seis para cinco meses após a conclusão do ciclo vacinal. A recomendação vale para todos os imunizantes usados na campanha. Essa orientação é baseada em pesquisas científicas que apontam uma queda na resposta imune, principalmente, a partir do quinto mês após a dose dois.
Queiroga ressaltou que a medida deve impedir cenários epidemiológicos como os que vem acontecendo em alguns países da Europa. “Vamos ampliar a dose de reforço para todos os brasileiros acima de 18 anos, que tenham tomado a segunda dose de vacina, seja qual for a vacina, há pelo menos 5 meses. Então, com isso, nós vamos ter uma cobertura vacinal maior da nossa população e evitar o que está acontecendo em alguns países da Europa. Eu tenho conversado com uma amiga, Dra. Socorro Gross, e ela acha que podemos ser sim um case de sucesso no enfrentamento a uma possível 3ª onda causada pela Covid-19.” afirmou o ministro.
A partir de agora, mais de 100 milhões de brasileiros estão aptos para tomar a dose de reforço, ou seja, já completaram a imunização há cinco meses ou mais. A previsão do Ministério da Saúde é que 12,5 milhões de pessoas tomem a dose de reforço em novembro e 2,9 milhões em dezembro.
Essa dose era recomendada apenas para os profissionais de saúde, idosos acima de 60 anos e imunossuprimidos. Desse público, cerca de 11 milhões de brasileiros já tomaram o reforço.
Os resultados preliminares de um estudo da Universidade de Oxford sobre a dose de reforço, encomendado pelo Ministério da Saúde, mostram que o esquema heterólogo – a combinação de vacinas diferentes – aumenta significativamente a imunidade. A orientação é que o reforço seja aplicado, preferencialmente, com a vacina da Pfizer. Na falta desse imunizante, pode ser aplicada a Astrazeneca ou Janssen.
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Vacina da Janssen
O Ministério da Saúde atualizou a recomendação quanto à vacina da Janssen, aplicada anteriormente como dose única. A partir de agora, uma segunda dose da Janssen será aplicada com intervalo de oito semanas após a primeira. Após concluir o ciclo vacinal, uma dose de reforço será aplicada respeitando o prazo de cinco meses recomendado pela pasta.
“No início, a recomendação era que essa vacina fosse de dose única. Hoje, nós sabemos que é necessária essa proteção adicional. Então, os que tomaram a vacina da Janssen vão tomar a segunda dose do mesmo imunizante. […] A sequência é: completou cinco meses da segunda dose, receberá uma dose de reforço, preferencialmente com uma vacina diferente””, explicou o ministro.
A orientação do Ministério da Saúde segue tendência mundial. Nos Estados Unidos, por exemplo, a imunização da Janssen também já vem sendo reforçada. “Quem tomou a Janssen completará o esquema vacinal. Embora seja de dose única, compete a nós [Ministério da Saúde] as definições. A pessoa tomará duas doses, em um intervalo de dois meses”, completou a Secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo.
Campanha
De 20 a 26 de novembro, postos de vacinação em todo país estarão preparados para intensificar a imunização dos brasileiros. Já a campanha será veiculada na TV, rádio, internet e outras mídias a partir desta quarta (17).
Redes de farmácia na mira do governo
Jefferson Rudy/Agência Senado
Conhecidas redes de farmácia na mira do governo.
A Secretaria Nacional do Consumidor investiga famosas redes de farmácia.
Raia Drogasil, Drogarias Pacheco, Drogaria São Paulo, Pague Menos e Panvel têm dez dias para prestar esclarecimentos sobre atendimentos a usuários.
A secretaria é vinculada ao Ministério da Justiça.
Preso falso policial por homicídio
Policiais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) prenderam o assassino de Ruan Anderson Santos de Jesus, de 23 anos.
De 41 anos de idade, identificando-se como policial, no último dia 19 de outubro, o assassino entrou na casa da vítima, no conjunto Fernando Collor de Mello, em Nossa do Socorro, e disparou vários tiros de arma de fogo.
Em seguida, o elemento disparou tiros contra a casa de uma tia da vítima e saiu caminhando disparando tirando tiros no conjunto João Alves Filho.
Investigações policiais mostram que o elemento já vinha sendo investigado pela prática de outro homicídio e por integrar associação criminosa ligada ao tráfico de drogas.
Preso por tentativa de homicídio
Militares do 10º Batalhão de Polícia Militar (10º BPM) prenderam um homem por tentativa de homicídio em Nossa Senhora das Dores.
A guarnição foi acionada para verificar uma ocorrência de tentativa de homicídio no centro da cidade. No local, o portão da casa estava aberto e ao ingressar no local os militares visualizaram um homem com uma faca, em um dos quartos, mantendo outro homem refém.
Após verbalização da equipe, o homem soltou a arma branca e foi contido. De acordo com a vítima, o crime teria sido causado por causa de ciúmes.
O caso foi encaminhado à delegacia para a adoção de medidas cabíveis.
Viatura da SMTT na praia
Um advogado enviou a NE Notícias vídeo que mostra viatura da SMTT-Aracaju na praia.
Sem giroflex ligado, praia cheia de pessoas liberadas pela prefeitura para estar no local, viatura da SMTT-Aracaju dá um péssimo exemplo de fiscalização.
Um advogado enviou a NE Notícias vídeo que mostra viatura da SMTT-Aracaju na praia. pic.twitter.com/CiHXtkuSEU