A inflação em Aracaju fechou maio em 1,31%, conforme o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a variação de preços de produtos e serviços consumidos por famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos.

Com o resultado de maio, a inflação acumulada em 2026 chegou a 4,22%.
O dado é resultado de análise do Observatório da Indústria do Sistema FIES com base em levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A pesquisa comparou os preços coletados entre 1º e 31 de maio de 2026 com os praticados entre 1º e 30 de abril de 2026.
Grupos com queda e alta de preços
Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados em Aracaju no período, dois tiveram variação negativa. Comunicação registrou deflação de 0,07%, a maior queda, seguido por Educação, com recuo de 0,02%.
Sete grupos tiveram aumento de preços. Alimentação e bebidas teve a maior alta, de 2,61%. Na sequência vieram Habitação (+2,04%), Saúde e cuidados pessoais (+1,28%), Artigos de residência (+1,05%), Vestuário (+0,89%), Transporte (+0,85%) e Despesas pessoais (+0,29%).

Inflação de 1,38% para famílias de baixa renda
Para famílias com rendimento de 1 a 5 salários mínimos cujo chefe é assalariado, o IBGE mede a variação de preços pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Esse índice registrou inflação de 1,38% em maio de 2026, considerando o mesmo intervalo de comparação do IPCA. Educação (-0,12%) e Comunicação (-0,10%) foram os grupos que tiveram deflação para esse público.
(*) Com informações do FIES

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