Anvisa

A Anvisa atualizou o seu comunicado sobre o monitoramento de eventos adversos relacionados ao uso da vacina de Oxford. A Agência concluiu que os dados não apontam alteração no equilíbrio benefício‐risco da vacina e recomenda a continuidade do seu uso pela população brasileira.

A conclusão foi reforçada após a realização de uma reunião entre a Anvisa e autoridades regulatórias de vários países e também com a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.

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Imagem ilustrativa da vacina Astrazeneca / Oxford

A reunião com as agências internacionais foi feita no âmbito da Coalizão Internacional de Agências Reguladoras (International Coalition of Medicines Regulatory Authorities ‐ ICMRA), que reuniu um total de 52 representantes de outras agências como a americana, canadense, japonesa, australiana, britânica, irlandesa, dinamarquesa, singapurense, entre outras. A discussão técnica apontou para a necessidade de apresentação de outros dados e o aprofundamento das investigações nos países que invocaram o princípio da precaução para suspender o uso da vacina Oxford/AstraZeneca.

A Anvisa acompanha e busca informações junto às autoridades internacionais de forma constante sobre possíveis eventos adversos relacionados ao uso de todas as vacinas em uso no país.

O lote da vacina que deu início às suspensões feitas por alguns países não veio para o Brasil.

Nas bases nacionais que reúnem os eventos ocorridos com vacinas não há registros de embolismo e trombose que tenham relação de causa com as vacinas contra a Covid-19.

Confira a íntegra do Comunicado GGMON 002/2021.