Não existe a “unidade” apregoada por setores da imprensa no grupo de pré-candidatos nem de apoiadores governistas, assim como não há “unidade” na oposição.
Ontem (14), tentando se arrumar, na oposição, bolsonaristas se reuniram em torno do nome, do presidente, é claro, e do deputado estadual Rodrigo Valadares (PTB).
Há uma outra faixa de “oposicionistas” que prega o nome do ex-ministro Sergio Moro.
Ainda entre os “oposicionistas”,o Cidadania, que ajudou o governo estadual a aprovar o que foi e continua sendo chamado de “reforma da Previdência”, a mesma que aumentou, de 13% para 14%, a “contribuição” mensal dos servidores da ativa e autorizou, inconstitucionalmente, o Estado a descontar mais de R$ 700 por mês na remuneração de aposentados e oposicionistas.
Por essas e outras, governistas não mostram pressa em escolher seu candidato a governador.
Entre os governistas, há até quem “garanta” que o próximo encontro se dará no décimo sexto dia do ano das eleições.
Entre os pré-candidatos, há um só objetivo, nenhum ligado a grupo, o da vitória. Entre os apoiadores, depende do cargo e do objetivo de cada um.

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