REPERCUSSÃO Aracaju (SE), 3 de Setembro de 2010
Atualizado às  10:17 h
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Publicado em 30/7/2010 às 10:27 h

Após ser barrada em porta giratória da Caixa, mulher fica seminua em Aracaju

Matéria autorizada dia 30/7

A auxiliar de enfermagem Michele Patrícia dos Santos ficou seminua na manhã desta quarta-feira (28) para poder entrar em uma agência da Caixa Econômica Federal no centro comercial de Aracaju. O ato foi uma espécie de protesto após as diversas tentativas de passar pela porta giratória.

Michele, que ficou de sutiã e calcinha na frente do banco, contou que a porta giratória travou e o segurança pediu a ela que colocasse seus pertences na caixa ao lado da entrada. Mesmo assim a porta não rodou. Segundo a auxiliar de enfermagem, o segurança continuou insistindo para que ela retirasse os objetos de metal de sua bolsa, mesmo que ela negasse que tivesse algum pertence com o material.

“Joguei tudo no chão e nem assim eu consegui entrar. E eu precisei tirar a roupa e nem sem roupa eu consegui entrar”, disse Michele. Ela reclamou ainda que o gerente da agência apareceu apenas após a chegada da Polícia Militar e teria defendido o segurança. “Estou me sentindo humilhada... eu tenho certeza absoluta que não errei. Foi humilhante demais.”

A Caixa Econômica Federal em Sergipe informou que já está apurando o caso.

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NOTA DA CAIXA

A CAIXA instala portas automáticas giratórias com detectores de metal em suas agências, de acordo com a Lei 7.102/83, que disciplina o sistema de segurança em estabelecimento financeiro. Esses equipamentos são utilizados pelos bancos para impedir o acesso de pessoas armadas às agências, nunca para criar obstáculos ou constrangimentos.

Botas ou cintos de segurança, por exemplo, que têm componentes de metal e são equipamentos destinados ao uso exclusivo no trabalho, podem bloquear o acesso. A constatação de que a pessoa usa uma peça externa com aparência de metal não exclui a possibilidade de ela levar outros objetos de metal com os quais possa atentar contra a segurança de outros clientes, funcionários da empresa e o patrimônio da CAIXA, que é de todos os brasileiros. É obrigação da CAIXA proteger seus clientes, empregados e patrimônio.

Assessoria de Imprensa – Regional Sergipe

Caixa Econômica Federal



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