Aracaju, 19 de Setembro de 2018
Hospital de Estância atendeu 716 vítimas de acidentes


O Hospital Regional de Estância já atendeu, no primeiro semestre de 2014, a 716 vítimas de acidente motociclístico. Desses, 210 estavam dirigindo motos e 506, motonetas. Em relação aos acidentes automobilísticos, 80 vítimas deram entrada no hospital. A maioria dos acidentes acontece nos finais de semana, quando o hospital chega a receber uma média de 20 vítimas.

Segundo Fábio Oliveira, diretor administrativo do Hospital de Estância, esses acidentes representam um alto custo econômico e social em função dos procedimentos que são realizados. “Muitas vezes envolvem várias especialidades, como cirurgião, ortopedista, entre outros, além de diversos exames, internações, medicamento que representam custo”, relatou o diretor.

Ele ressalta que muitas vezes são pessoas em idades produtivas que são retiradas do mercado de trabalho, da vida social e que ficam até sequelas permanentes. “Enquanto os números sobem, aumenta nosso desafio para melhor atender essa demanda e focado nessa problemática estamos estruturando melhor a nossa casa de saúde e ampliando nosso corpo de profissionais”, assegura o diretor administrativo.

Para João Leite, superintendente Municipal de Transportes e Trânsito de Estância (SMTT), a imprudência é a grande causa do número de acidentes. “Muitos motociclistas insistem em não cumprir a lei. Não usam os equipamentos de segurança. Alguns alteram até as características das motos. Por isso, a SMTT tem intensificado a realização de blitz e feitos o recolhimentos de muitas motos e motonetas”, reforça.

João Leite acredita que só município de Estância exista aproximadamente dez mil motonetas. “É um contingente muito grande e nós estamos aguardando a decisão do Denatram para regularizar esta questão da placa para enviarmos um projeto para Câmara para que possa acontecer o emplacamento”, ressalta.

Ele disse que a SMTT vem trabalhando na parte de educação no trânsito, realizando palestras em escolas e em outras instituições e sempre procurando também orientar os pais para que não deixe seus filhos menores conduzirem motos e motonetas.

“Nós mostramos o perigo deste veículo e riscos que o jovem corre quando não usa os equipamentos de segurança. Os gastos com pagamentos de multas e taxas, além da possibilidade de sofrerem acidentes e ficarem com sequelas ou mesmo perder a sua própria vida”, alerta João Leite.

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