Aracaju, 18 de Maio de 2013
CUT/SE pressiona goveno a destravar pauta dos trabalhadores


Com uma plataforma de defesa dos trabalhadores e da nação diante da crise, a Central Única dos Trabalhadores de Sergipe (CUT/SE) e seus sindicatos filiados irão realizar um grande Ato Público na próxima quarta-feira, 15 de agosto. A manifestação será promovida a partir das 8h da manhã, no Calçadão da Rua João Pessoa, em frente à Caixa Econômica.

Este Ato Público foi uma das deliberações do Congresso Nacional da CUT - realizado de 09 a 13 de julho de 2012 em São Paulo, SP - com intuito de pressionar o Governo e o Congresso Nacional para a pauta dos trabalhadores que estão engavetadas. Com esse mesmo objetivo, na quarta-feira, 15, a CUT Brasil irá realizar uma Marcha em Brasília.

"Aqui em Sergipe iremos realizar esse Ato no Centro de Aracaju para mostramos para sociedade que a CUT tem uma pauta clara para classe trabalhadora e que ela precisa ser respeitada pelo Governo e pelo congresso nacional", pontuou Roberto Silva, vice-presidente da CUT/SE.

De acordo com o dirigente CUTista, a Central Única dos Trabalhadores busca desempenhar um papel importante em defesa dos direitos dos trabalhadores.

"A CUT significa a máquina de fazer luta em defesa da classe trabalhadora no Brasil. É uma central sindical comprometida com a garantia de direitos dos trabalhadores, bem como na ampliação de novos direitos. Além disso, a CUT desempenha um papel importante em intermediar o processo de negociação na ampliação de direitos entre patrões e governos com os trabalhadores. A CUT tem lado definido que é da classe trabalhadora brasileira, por isso está nas ruas de todo país dizendo ao Governo Dilma: chega, a paciência dos trabalhadores acabou, queremos nossa pauta respeitada", garantiu Roberto.

As bandeiras de luta que a CUT leva às ruas são:
• Defesa da previdência publica e solidária, fim do fator previdenciário, não a idade mínima, fim da desoneração da contribuição patronal
• Fim da rotatividade e ratificação da convenção 158 da OIT
• Contra a precarização do trabalho – combate à terceirização e luta pela igualdade de direitos
• Redução da jornada de trabalho sem redução dos salários
• Reforma agrária e atualização do índice de produtividade da terra
• Em defesa da educação pública gratuita e cumprimento imediato da Lei do Piso
• Alteração da política econômica
• Defesa da Petrobras 100% estatal
• Contra a concessão/privatização dos aeroportos e da infraestrutura

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