Aracaju, 16 de Novembro de 2018
PGJ de Sergipe participa do Seminário “Elas por Elas”


A convite da ministra Cármen Lúcia, o procurador-geral de Justiça José Rony Silva Almeida e PGJs de vários Estados brasileiros participaram, na manhã do último dia 20, do Seminário “Elas por Elas”, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O evento foi realizado no Supremo Tribunal Federal, na Sala de Sessões da Segunda Turma – Anexo II-b, em Brasília e reuniu representantes de vários segmentos da sociedade e as lideranças dos principais órgãos de Justiça, 

O evento abordou temas relacionados à posição da mulher no poder estatal e na sociedade e foi aberto pela presidente do STF e do CNJ, ministra Cármen Lúcia. A presidente do STF defendeu a união de homens e mulheres para a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, como está previsto na Constituição de 1988. “Para isso, é necessário preservar e reforçar a democracia, porque só ela garante não apenas a liberdade, mas a libertação de mulheres, que continuam não tendo direito de pensar, de falar e de ter acesso a uma boa educação”, salientou.

Cármen Lúcia lembrou os recentes casos de violência contra a mulher. “Por essa conjuntura, resolvemos nos reunir para falar sobre a situação do Brasil quando vemos notícias bárbaras de feminicídio, muitas cenas de assassinato de mulheres por sua condição de mulher. Precisamos ter os homens e as mulheres juntos para lutarmos pela igualdade de condições, tentando construir um mundo muito melhor, porque esse que aí está não é uma herança boa para os que estão chegando agora”, apontou.  

O primeiro painel abordou o tema: "A Mulher e o Poder Estatal". Participaram das discussões, a ministra do STF Rosa Weber; da presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Laurita Vaz; da procuradora-geral da República, Raquel Dodge; da advogada-geral da União, Grace Mendonça; e da procuradora-geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Cristina Machado.

A presidente do STJ, ministra Laurita Vaz, destacou conquistas das mulheres desde o direito ao voto feminino, conquistado em 1932, até os dias atuais, quando as mulheres comandam grandes instituições e empresas e chefiam grande parte dos lares. 

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse que aos poucos as mulheres têm se tornado autoras de suas próprias histórias e que vêm conquistando direito à educação, trabalho, à igualdade social e fraternidade, em oposição ao arbítrio, à opressão e à intolerância. “Queremos inspirar outras mulheres a alcançar seus objetivos com ética, respeito e fraternidade”, destacando que as mulheres comuns, as mães, as avós também são grandes fontes de inspiração.  

O segundo painel abordou o tema: "A Mulher e o Poder na Sociedade". Participaram dos debates, a presidente da Rede Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano; a presidente da Goldman Sachs, Maria Silvia Bastos Marques; a presidente da Rede Sarah de Hospitais, Lucia Braga; a primeira-secretária da Academia Brasileira de Letras, Ana Maria Machado; a cantora Alcione; e a sócia-fundadora da Betânia Tanure Associados, Betânia Tanure.

Para o PGJ de Sergipe, o convite da ministra fortalece o vínculo entre as Instituições e colabora com a somação de esforços na adoção de medidas que assegurem, cada vez mais, a igualdade entre homens e mulheres”, pontuou Rony Almeida.

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