Aracaju, 19 de Setembro de 2018
Sergipe é um dos Estados que tiveram mais custos em criminalidade


Foi divulgado nesta segunda-feira, 11, estudo nesta segunda-feira, 11, com informações passadas pelo secretário especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Hussein Kalout.

Segundo o documento, intitulado “Custo Econômico da Criminalidade no Brasil”, o total de perdas em todo o país chegou a R$ 4 trilhões, entre os anos de 1996 e 2015. Durante o período, os custos econômicos da criminalidade cresceram de R$ 113 bilhões para R$ 285 bilhões, o que equivale um incremento real médio de cerca de 4,5% ao ano.  O cálculo foi feito com relação ao Produto Interno Bruto (PIB).

Ainda de acordo com o documento, em 2015 os componentes, em ordem de relevância eram: segurança pública (1,35% do PIB); segurança privada (0,94% do PIB); seguros e perdas materiais (0,8% do PIB); custos judiciais (0,58% do PIB); perda de capacidade produtiva (0,40% do PIB); encarceramento (0,26% do PIB); e custos dos serviços médicos e terapêuticos (0,05% do PIB), alcançando um total de 4,38% da renda nacional.

No Nordeste, o estado que apresentou mais custos foi Alagoas, com 5,2% com referência a fração do PIB, em 2015. Os estados de Ceará e Sergipe aparecem logo em seguida, com 4,9 % e 4,8 % respectivamente, na segunda e terceira posição no ranking.

Os dados informados no documento foram colhidos pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) a partir de informações do IBGE, dos Anuários Estatísticos da Previdência Social, Departamento Penitenciário Nacional, Superintendência de Seguros Privados, (Susep/MF), CPI sobre o Sistema Penitenciário Nacional, Conselho Nacional de Justiça, Conselho Nacional do Ministério Público e Ministério da Justiça.

Confira os números, apresentados no documento, referentes aos estados no Nordeste. Os custos em criminalidade são pela ordem, com referência a fração do PIB, em 2015:

Alagoas 5,2%

Ceará 4,9%

Sergipe 4,8%

Maranhão 4,5%

Bahia 4,1%

Paraíba 4,1%

Pernambuco 4,1%

Rio Grande do Norte 3,8%

Piauí 2,7%

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